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Comentário do deputado Sciarra:
“A interferência do chefe do poder executivo nas campanhas eleitorais, seja como garoto propaganda, seja no uso descabido da máquina administrativa é totalmente antidemocrática. Pior ainda é manobrar a eleição de membros do Parlamento. A história nos ensina que mesmo estadistas perdem eleições e que ditadores não admitem perder eleições.”
Deu na Gazeta do Povo (16/11/10)
DEM quer limitar atos eleitorais dos chefes do Executivo
Atuação do presidente Lula neste ano motivou oposição a apresentar projeto na Câmara
Um projeto de lei para impedir abusos de chefes dos Poderes Executivos em campanhas eleitorais foi apresentado na semana passada à Câmara pelos deputados Roberto Magalhães (DEM-PE) e Paulo Bornhausen (SC), líder do DEM.
De acordo com Magalhães, o objetivo maior é preservar o decoro e a dignidade do cargo e proteger a igualdade entre os candidatos.
O projeto estabelece que o presidente da República, os governadores e os prefeitos que não estiverem concorrendo à re eleição ficarão impedidos de participar, ao vivo, de atos de campanhas ou de propaganda eleitoral.
A proposta também proíbe que os ocupantes desses cargos vinculem quaisquer atos, programas, obras ou realizações da administração pública a candidatos reconhecidos como beneficiários de seu apoio.
O projeto será agora encaminhado às comissões técnicas da Câmara, onde deverá ser analisado e votado. Só depois disso poderá ser levado à votação no plenário. Se aprovado, será encaminhado à apreciação do Senado.
Essa discussão teve início durante a última campanha eleitoral. Incomodado com a forte atuação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na campanha de Dilma Rousseff (PT) – e de outros políticos aliados nos estados –, o então candidato do PSDB à Presidência da Repú blica, José Serra, defendeu a necessidade de regulamentar a participação de chefes do Poder Executivo durante as eleições. Seria um marco regulatório para limitar a atuação de presidentes, governadores e prefeitos no processo eleitoral. Serra chegou a dizer que, caso fosse eleito, esse seria um de seus primeiros atos.
O uso da máquina pública foi explorado também nos pleitos estaduais. No Paraná, a chapa li derada por Beto Richa (PSDB) acusou o concorrente, Osmar Dias (PDT), de se beneficiar da estrutura do governo do estado para fazer campanha. A Justiça Eleitoral determinou, por exemplo, que servidores da Sanepar, estatal do governo paranaense, parassem de usar o seu serviço de correio eletrônico para pedir votos ao pedetista.
Tucanos também
Mas tucanos também foram acusados. Os petistas reclamaram da interferência do governador de São Paulo, Alberto Goldman (PSDB), que teria iniciado a campanha de Serra an tes de a legislação permitir, du rante eventos oficiais do governo paulista.
Deu no site do Jefferson Lobo (12/04/10) http://jefferson-lobo.blogspot.com/2010/04/sciarra-leva-melhor-na-votacao-da.html Sciarra leva a melhor na votação da enquete do BLOG DO LOBO O fator mais evidente na enquete que colocou na ...
Comentário do deputado Sciarra: "Uma reforma trabalhista tecnicamente bem elaborada deve resultar, em primeiro lugar, em benefício para o trabalhador e, em segundo lugar, favoreceria a criação de empregos. Infelizmente, ...
Comentário do deputado Sciarra: "Esta é a tática petista: mudam os nomes (regulação da mídia, órgão regulador, agora dizem que é o temor de concorrência), como diz José Dirceu "vai ter muitas nuances e formas", mas o objetivo ...
O primeiro parlamentar do Paraná Ficha Limpa.
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