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	<title>Sciarra &#187; COPA 2014</title>
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	<description>Blog do Deputado Eduardo Sciarra</description>
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		<title>Sciarra debate com Ministro do Turismo investimentos</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:02:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[COPA 2014]]></category>
		<category><![CDATA[CURITIBA]]></category>
		<category><![CDATA[TURISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[O deputado Eduardo Sciarra se reuniu nesta quarta-feira (09) com o Ministro do Turismo, Gastão Vieira, para tratar de projetos importantes para Curitiba, uma das cidades-sede da Copa de 2014. Também estiveram presentes a Presidente e a supervisora de Planejamento do Instituto Municipal de Turismo de Curitiba, Juliana Vosnika e Luiza Suguimati e assessores do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado Eduardo Sciarra se reuniu nesta quarta-feira (09) com o Ministro do Turismo, Gastão Vieira, para tratar de projetos importantes para Curitiba, uma das cidades-sede da Copa de 2014. Também estiveram presentes a Presidente e a supervisora de Planejamento do Instituto Municipal de Turismo de Curitiba, Juliana Vosnika e Luiza Suguimati e assessores do Ministério do Turismo. </p>
<p>Sciarra e Vosnika apresentaram ao Ministro uma série de projetos essenciais na preparação da cidade para receber o evento internacional. As verbas do governo serão investidas na melhoria de acessibilidade urbana da capital Paranaense, em sua sinalização turística, na instalação de Centrais de Atendimento ao turista e na revitalização de espaços urbanos.</p>
<p>“A Copa será uma grande vitrine para o país, nossa tarefa é capitalizar essa atenção. Temos que mostrar nosso potencial turístico ao mundo, capitalizado os resultados não só no período dos jogos, como também no pós Copa. O grande legado será o resultante dos investimentos em melhorias para cidade e seus cidadãos”, declarou Sciarra.</p>
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		<title>RDC, consagração do improviso</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2011 12:40:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[COPA 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[(PUBLICADO EM &#8220;GAZETA DO POVO&#8221;, 05/07/2011)
Eduardo Sciarra*
O anúncio do Brasil como país sede da Copa do Mundo de 2014 ocorreu em dia 30 de outubro de 2007. Desde então, as autoridades responsáveis agem como se fosse possível improvisar eventos esportivos dessa magnitude. Era de se esperar que pelo menos a Lei das Licitações, a Lei [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">(PUBLICADO EM &#8220;GAZETA DO POVO&#8221;, 05/07/2011)</div>
<div>Eduardo Sciarra*</div>
<div>O anúncio do Brasil como país sede da Copa do Mundo de 2014 ocorreu em dia 30 de outubro de 2007. Desde então, as autoridades responsáveis agem como se fosse possível improvisar eventos esportivos dessa magnitude. Era de se esperar que pelo menos a Lei das Licitações, a Lei 8666/93, tivesse sido atualizada a tempo. Inspirada no inciso XXI do art. 37 da Constituição Federal, veio para moralizar a contratação de obras públicas, na esteira de “acertos”, conluios e direcionamento em licitações e contratos, cujo ápice foram os escândalos conhecidos e desvendados pela “CPI dos Anões do Orçamento”.</div>
<div>Por outro lado, há concordância de que a lei das licitações já está ultrapassada e deve ser atualizada. Já foram feitas tentativas neste sentido. A mais recente e mais avançada foi a apreciação na Câmara dos Deputados do PL 7709/2007, após estudos, debates e aprovação na Comissão Especial das Licitações e Contratos, em 2007. Infelizmente, o Senado Federal não deu sequência ao trabalho da Câmara e a matéria encontra-se parada desde então naquela Casa. Ora, já naquela época, o governo sabia que precisava agilizar as obras da Copa e não fez esforço algum para concluir aquela votação no Senado,  consagrando assim o improviso como marca de sua gestão.</div>
<div>Ignorando o trabalho, os debates e avanços já realizados na Câmara, o governo editou a MP 527, que cria um novo regime licitatório, o Regime Diferenciado de Contratação (RDC) com o objetivo central de agilizar o conjunto de obras necessárias para a realização da obras da Copa do Mundo e ao mesmo tempo dar mais segurança aos contratos. Acelerar as obras e dar segurança todo mundo quer. A questão reside na forma e nos dispositivos contidos no RDC. Teme-se que o RDC, na prática, acabe substituindo a Lei das Licitações e se estenda para outras obras públicas.</div>
<div>Especialistas indicam vários pontos que vão em direção oposta tanto à agilidade pretendida quanto à própria moralidade do gasto público.</div>
<div id="_mcePaste">Entre estes, o que mais chama atenção da opinião pública é o sigilo da estimativa de custos. O governo alega que o fato de os concorrentes desconhecerem os preços um dos outros evitará o “acerto” entre eles. Mas, como evitar o “vazamento” das informações dos órgãos licitantes a algum concorrente? Ou seja, se antes o jogo era aberto, agora ele poderá ser fechado para poucos, com todas as conseqüências.</div>
<div>Entretanto, há outros itens a considerar que são até mais relevantes, que deveriam ser modificados no Senado. Um deles é o pregão eletrônico. O RDC possibilita e mesmo estimula o uso de pregão eletrônico para obras, projetos e serviços de Engenharia. Tal prática, além de não ser tão segura quanto apregoam, terá como consequência a oferta de preços sabidamente inexeqüíveis, o que poderá redundar em paralisação do empreendimento ou uso de artifícios ilegais para melhorar os preços contratados.</div>
<div>Outro ponto que merece destaque é o prazo de trinta dias para a apresentação de propostas no caso de licitação para contratação integrada. Ele começa a contar no dia em que o administrador divulga “a idéia básica” daquilo que pretende contratar. Duas situações são criadas: ou as propostas serão superficiais e mal dimensionadas ou facilitarão os procedimentos do licitante que antecipadamente conhecer os detalhes do objeto do contrato. O prazo de trinta dias para formular desde o projeto básico até as planilhas de custos correspondentes é muito reduzido e dificilmente será cumprido por quem não tem informações privilegiadas. Desta forma, certamente estarão alijados os pequenos e médios concorrentes, favorecendo quem tem melhores condições de fazer projetos “no risco” ou mais “certeza” da vitória.</div>
<div>É fato que as obras da Copa precisam ser aceleradas e agilizadas, mas, não podemos deixar de concluir que o RDC é o resultado da imprevidência do governo. A falta de uma discussão ampla e aprofundada, e o consequente imediatismo e improvisação na legislação de licitações &#8211; e o RDC é exemplo acabado disto &#8211; ao invés de garantirem agilidade e segurança, podem colocar em risco não só os eventos esportivos quanto todo o sistema de contratação e licitação de obras em nosso País.</div>
<div>*Eduardo Sciarra é deputado federal e coordenador de criação do PSD no Paraná.</div>
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		<title>“Governo quer cheque em branco de bilhões de reais”, diz Sciarra</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 16:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[COPA 2014]]></category>
		<category><![CDATA[ÉTICA NA POLÍTICA]]></category>
		<category><![CDATA[GASTOS PÚBLICOS]]></category>

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		<description><![CDATA[“O governo deveria ter seguido o caminho natural do processo democrático e ter colocado em votação o projeto de Lei que atualiza e moderniza a Lei das Licitações, já aprovado na Câmara dos Deputados e que tramita no Senado”. A avaliação foi feita pelo deputado federal Eduardo Sciarra ao explicar o voto contrário à aprovação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“O governo deveria ter seguido o caminho natural do processo democrático e ter colocado em votação o projeto de Lei que atualiza e moderniza a Lei das Licitações, já aprovado na Câmara dos Deputados e que tramita no Senado”. A avaliação foi feita pelo deputado federal Eduardo Sciarra ao explicar o voto contrário à aprovação na noite de quarta-feira (15) pela Câmara dos Deputados da Medida Provisória 527, que altera e flexibiliza a legislação das licitações para as obras da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. O texto prevê ainda o sigilo dos orçamentos a serem contratados durante o processo licitatório. “O governo quer um cheque em branco de bilhões e bilhões de reais”, definiu.</p>
<p>Para o deputado paranaense, a Lei 8.666/93, conhecida como Lei das Licitações, foi aprovada como “medida moralizadora e que avançou muito em relação ao que acontecia anteriormente, quando as regras das concorrências permitiam as mais diversas fraudes”. A Lei das Licitações surgiu em 1.993 logo após o escândalo dos “Anões do Orçamento”, em que diversos deputados foram denunciados por desvio de recursos públicos ao acertarem propinas com grandes empreiteiras manipulando emendas parlamentares. “Mas a Lei das Licitações engessou demais o governo e realmente precisava ser atualizada”, analisou.</p>
<p>Segundo Eduardo Sciarra, a medida aprovada nesta semana, porém, contraria os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade, que deveriam reger a administração pública brasileira de acordo com a Constituição. “O que foi aprovado fere princípios constitucionais que o governo deveria zelar e defender”. Ele também criticou a prática conhecida como “contrabando das MPs”, expediente em que são incluídos assuntos que nada têm nada a ver com o texto original, como aconteceu com as regras para as licitações dos eventos esportivos mundiais. “O governo, mais uma vez, atropelou o Congresso Nacional com essa prática”, disse. A MP 527 tratava exclusivamente da criação Secretaria Nacional de Aviação Civil.</p>
<p>No lugar da Lei das Licitações, as obras da Copa e das Olimpíadas ficarão sujeitas às novas regras chamadas de Regime Diferenciado de Contratações (RDC). Para Sciarra, os riscos de irregularidades ficam ainda maiores se a Câmara não derrubar, no próximo dia 28, o artigo que possibilita o sigilo dos orçamentos das obras. Pela proposta aprovada, somente órgãos de fiscalização, como o Tribunal de Contas da União (TCU), terão acesso aos orçamentos sob a condição de manter o sigilo dos valores disputados pelas concorrentes. A divulgação ocorreria somente após definido o vencedor.</p>
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		<title>PAC da Copa</title>
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		<pubDate>Mon, 27 Sep 2010 18:33:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[COPA 2014]]></category>
		<category><![CDATA[PAC]]></category>
		<category><![CDATA[PARANÁ]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;As obras do PAC estão sempre atrasadas. Espero que em Curitiba, contando com a Prefeitura, não ocorra a mesma coisa.&#8221;

Deu no Documento Reservado (27/09/10)

PAC da Copa

Todas as obras de mobilidade urbana previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa, deverão estar concluídas até julho de 2013, data da Copa das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;As obras do PAC estão sempre atrasadas. Espero que em Curitiba, contando com a Prefeitura, não ocorra a mesma coisa.&#8221;<br />
</strong></em><br />
<em>Deu no Documento Reservado (27/09/10)<br />
</em><br />
<strong>PAC da Copa<br />
</strong><br />
Todas as obras de mobilidade urbana previstas no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) da Copa, deverão estar concluídas até julho de 2013, data da Copa das Confederações. A afirmação foi feita pelo ministro das Cidades, Marcio Fortes, no final da tarde de quinta-feira (23), em Curitiba, após participar da assinatura dos contatos do pacote de obras para a cidade. “Em todas as cidades que vão sediar a Copa do Mundo de 2014 estamos com um cronograma que classificamos como confortável. A engenharia tem seus percalços, mas vamos tentar contornar todos eles, aproveitando o pretexto da Copa para investir em urbanização e modernização das cidades”, assegurou. A capital paranaense receberá R$ 463 milhões para preparar o sistema de mobilidade urbana, conforme previsto nos sete contratos do Governo Federal no valor de R$ 222 milhões assinados na quinta-feira, que, somados a cinco contratos que o governo estadual já assinou, de R$ 241,58 milhões, chegam ao valor total. O prefeito Luciano Ducci comentou que “daqui a dois anos a cidade estará bem diferente, e ainda melhor. Assinamos contratos para obras importantes e estruturantes que ficarão para a cidade, como legado da Copa&#8221;. Os contratos assinados são para as seguintes obras: corredor Aeroporto/Rodoferroviária (Avenida das Torres); requalificação da Estação Rodoferroviária e seus acessos; corredor da Avenida Cândido de Abreu; extensão da Linha Verde Sul; requalificação do corredor da avenida Marechal Floriano Peixoto; Sistema Integrado de Mobilidade (uma rede inteligente de organização de trânsito); e a reforma e ampliação do terminal de ônibus Santa Cândida. </p>
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		<title>TCU aperta a Infraero</title>
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		<pubDate>Thu, 02 Sep 2010 14:34:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[COPA 2014]]></category>
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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;E a copa do mundo está chegando. Se não houver mudança radical, é o caos aéreo anunciado, com data marcada para acontecer.&#8221;

Deu no Correio Braziliense (02/09/10)

TCU aperta a Infraero

A morosidade do sistema que administra a aviação civil no país parece não ter fim. As dificuldades enfrentadas pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;E a copa do mundo está chegando. Se não houver mudança radical, é o caos aéreo anunciado, com data marcada para acontecer.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu no Correio Braziliense (02/09/10)<br />
</em><br />
<strong>TCU aperta a Infraero<br />
</strong><br />
A morosidade do sistema que administra a aviação civil no país parece não ter fim. As dificuldades enfrentadas pela Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) para dar andamento às obras paradas nos aeroportos de Goiânia (GO), Vitória (ES) e Guarulhos (SP), colocaram o Tribunal de Contas da União (TCU) em alerta. O órgão pediu à Infraero um plano de ação que estabeleça medidas efetivas para solucionar as irregularidades que interromperam as construções nas cidades sedes e de apoio da Copa do Mundo.</p>
<p>Além disso, o tribunal comunicou à Comissão Mista de Planos, Orçamentos Públicos e Fiscalização do Congresso Nacional que os indícios de irregularidades graves contidos nos projetos dos aeroportos ainda existem. A Infraero disse que só vai se pronunciar depois de notificação oficial. “O TCU tentou de todas as formas ajudar a Infraero a apresentar os projetos, dando vários prazos”, disse o ministro relator Raimundo Carreiro. Segundo ele, se não atender à exigência do órgão em até 30 dias, a empresa poderá pagar multa pelo atraso.</p>
<p>A adequação e a ampliação do sistema de pistas e pátios em Guarulhos, onde foi identificado superfaturamento de R$ 70,98 milhões, foram iniciadas em janeiro de 2005, mas em março de 2008, data de previsão para o encerramento, foi parada. A situação é parecida em Goiânia. A construção do novo aeroporto, que tem indícios de sobrepreço de R$ 73,6 milhões, está paralisada desde abril de 2007, já que o consórcio entre as empreas Odebrecht e Via Engenharia alega na Justiça que são devidos valores pela execução de serviços, os quais, segundo a Infraero, não estão previstos no contrato.</p>
<p>A Infraero diz que o não pagamento foi motivado para atender medida cautelar do TCU e afirma que além disso, tentou negociar a volta das obras, sem sucesso. O contrato está suspenso e aguarda decisão judicial. </p>
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		<title>O risco da derrota fora de campo em 2014</title>
		<link>http://eduardosciarra.com.br/o-risco-da-derrota-fora-de-campo-em-2014/</link>
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		<pubDate>Wed, 14 Jul 2010 14:36:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[COPA 2014]]></category>
		<category><![CDATA[INFRAESTRUTURA]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:
&#8220;A estreiteza ideológica do PT em admitir que os aeroportos  sejam construídos e administrados pela iniciativa privada colocam em  risco o sucesso da copa de 2014. Um exemplo, entre tantos, de como a  ideologia do PT não rima com eficiência e desenvolvimento.&#8221;
Deu no O Globo (14/07/10)
OPINIÃO
O risco da derrota [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:</em></p>
<p><em><strong>&#8220;A estreiteza ideológica do PT em admitir que os aeroportos  sejam construídos e administrados pela iniciativa privada colocam em  risco o sucesso da copa de 2014. Um exemplo, entre tantos, de como a  ideologia do PT não rima com eficiência e desenvolvimento.&#8221;</strong></em></p>
<p><em>Deu no O Globo (14/07/10)</em></p>
<p>OPINIÃO</p>
<p><strong>O risco da derrota fora de campo em 2014</strong></p>
<p>Fechada a fatura da Copa da África do Sul, e tendo a bola sido passada para o Brasil, sede do próximo Mundial, o secretário-geral da Fifa, Jérome Valcke, voltou a alertar os responsáveis pela organização da competição em 2014: &#8220;Temos alguns problemas. Precisamos construir estádios, estradas, o sistema de telecomunicações, aeroportos e ver se há capacidade suficiente em hotéis&#8221;, reclamou o dirigente em Johannesburgo. Em síntese, falta praticamente tudo para o país estar em condições de promover a Copa, e os prazos para o início das obras estão no limite. Se for mantido o atual ritmo de ações, com as quais a CBF e autoridades brasileiras se comprometeram para trazer os jogos, o país do futebol caminha inexoravelmente para sediar um fiasco.</p>
<p>A reação oficial ao alerta de Valcke &#8211; um dos dirigentes mais indicados para tratar do assunto, pela experiência acumulada com a Copa deste ano &#8211; deu-se menos por atos que pelo indefectível proselitismo. O presidente Lula rebarbou as críticas e acusou a Fifa de tratar os brasileiros &#8220;como se fôssemos um bando de idiotas&#8221;. Mais proveitosa teria sido a irritação do presidente se ela visasse à agenda do evento. Três anos depois de garantir o Mundial de 2014, o país que entrou em campo na África do Sul com regressões táticas também não avançou fora das quatro linhas.</p>
<p>É preocupante, por exemplo, o quadro que O GLOBO revelou domingo, com a situação nas praças escolhidas como sedes do Mundial. A construção e a reforma de estádios praticamente não saíram do papel. O Maracanã não foi licitado. Com o Morumbi vetado, São Paulo sequer decidiu qual a alternativa para os jogos no estado. E, em maior ou menor escala, praticamente todas as demais cidades-sede estão atrasadas com os compromissos do caderno de encargos da Fifa.</p>
<p>Já nos aeroportos reside o que foi detectado como o principal entrave na organização do evento. A reforma dos terminais patina numa salada ideológica onde se misturam interesses políticos, clientelismo e visão retrógrada de administração, por conta da recusa do Planalto a substituir a incapacidade da Infraero pela eficiência da iniciativa privada. Não se trata apenas de promover mudanças físicas em aeroportos, inadiáveis independentemente de o país sediar ou não a Copa, mas de dotar o tráfego aéreo de um sistema de controle adequado ao volume de uma demanda crescente.</p>
<p>São intervenções de grande alcance que não podem ser feitas de afogadilho. No caso dos aeroportos, porque a estrutura a ser criada deve levar em conta o crescimento do país já antes do Mundial, mas principalmente após a competição (até porque em 2016 o Rio sediará as Olimpíadas). Em relação aos estádios, para evitar que se ergam elefantes brancos, sem uso depois da Copa.</p>
<p>É exemplar a malfadada experiência do Pan de 2007 no Rio: gastou-se muito mais do que o previsto no orçamento inicial, devido aos mesmos nós que estão surgindo com o Mundial, e construiu-se um legado que está às moscas. Assim como incorporou a obrigação de ser campeão no campo em 2014, o Brasil não pode movimentar bilhões em investimentos sem que os dividendos revertam para o bem comum.</p>
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		</item>
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		<title>Falta tudo para 2014</title>
		<link>http://eduardosciarra.com.br/falta-tudo-para-2014/</link>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 18:07:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[COPA 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no O Estado de S. Paulo (13/07/10)
Falta tudo para 2014
Secretário-geral da Fifa afirma que Brasil ainda não saiu do zero, no dia seguinte à final da Copa da África
Três anos depois de dar a Copa de 2014 ao Brasil e um dia após o encerramento do Mundial da África do Sul, a Fifa fez [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Deu no O Estado de S. Paulo (13/07/10)</em></p>
<p><strong>Falta tudo para 2014</strong></p>
<p>Secretário-geral da Fifa afirma que Brasil ainda não saiu do zero, no dia seguinte à final da Copa da África</p>
<p>Três anos depois de dar a Copa de 2014 ao Brasil e um dia após o encerramento do Mundial da África do Sul, a Fifa fez um alerta às autoridades brasileiras. &#8220;Falta tudo&#8221; para que o País possa organizar o evento em quatro anos. A entidade ainda avisou: passará a fazer pressão para que as obras sejam aceleradas. O Tribunal de Contas da União chegou à mesma conclusão e, por meio de relatório, apontou que as &#8220;providências estão impressionantemente atrasadas&#8221;.</p>
<p>O secretário-geral da Fifa, Jérome Valcke, foi duro e direto em sua análise. &#8220;Temos alguns problemas&#8221;, declarou, ontem, em Johannesburgo. A lista do dirigente, na realidade, é longa e complexa. &#8220;Precisamos construir estádios, estradas, o sistema de telecomunicações, aeroportos e ver se há mesmo capacidade suficiente em hotéis.&#8221;</p>
<p>Em resumo, o recado da entidade é de que nada está em dia. Não há definição de onde ocorrerão os jogos de abertura e semifinais, como será a infraestrutura, quais aeroportos vão ser utilizados, nem mesmo garantias financeiras. Um integrante do Comitê Executivo da Fifa afirmou ao Estado que, se o Brasil não tivesse concorrido sozinho para organizar a Copa de 2014, não teria saído vencedor, &#8220;tão grande é a falta de planejamento&#8221;.</p>
<p>Para 2018 e 2022, há na Fifa quem tenha a sensação de que os candidatos estão mais bem preparados que o Brasil. Nos bastidores, o País vem sendo considerado pela Fifa como tão problemático ou até pior que a África do Sul para a realização da Copa. Antes do início do Mundial, o presidente da entidade, Joseph Blatter, chegou a apontar que &#8220;o Brasil não era um paraíso&#8221;, em sinal de insatisfação com a forma como dirigentes e políticos vêm lidando com o evento.</p>
<p>Dois anos. Em maio, Valcke já havia dito que os trabalhos no Brasil estavam &#8220;impressionantemente atrasados&#8221;. Sua avaliação é de que o atraso chegava a dois anos. Na quinta-feira, o presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), Ricardo Teixeira, garantiu que essa não era mais a situação do Brasil e que as obras estavam já em andamento. Mas alertou para a situação dos aeroportos. Na sexta-feira, foi a vez de o presidente Luiz Inácio Lula da Silva atacar quem duvidasse do Brasil. Para ele, era &#8220;descabido&#8221; questionar se o País estaria pronto para a Copa, garantindo que investimentos seriam feitos e que não faltariam aeroportos. Lula chegou a se irritar com o questionamento. &#8220;Se o Brasil não tiver condições, garanto que volto da África a nado.&#8221;</p>
<p>Valcke, que terá de tomar decisões sobre estádios e sobre o formato da competição no Brasil, admite que o trabalho não será pequeno. &#8220;Vamos trabalhar em todos esses assuntos.&#8221;</p>
<p>A Fifa havia prometido que falaria de 2014 após o final da Copa de 2010. Mas, ontem, um dia depois da final da Copa, o sentimento ainda era de que não se deveria tratar do assunto diante do grande número de polêmicas. A entidade estava decidida a não permitir que jornalistas brasileiros tomassem a entrevista coletiva para falar de 2014. Vários jornalistas do País que pediram a palavra simplesmente não foram atendidos.</p>
<p>Blatter admitiu que fará uma visita até o fim do ano ao Brasil, antes do fim do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Mas a relação entre a Fifa, a CBF e o governo hoje não é das melhores. Lula desistiu de assistir à final da Copa, o que foi considerado um ato de menosprezo à entidade que levará o Mundial ao Brasil em 2014.</p>
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		<title>Sem controle nos aeroportos</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 16:39:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[AEROPORTO]]></category>
		<category><![CDATA[COPA 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:
&#8220;Dispensar licitações é risco total. Agilizar e simplificar os  processos licitatórios sim. São medidas importantes não só para as obras  dos aeroportos, mas para todo o País. Mas, é preciso, na mesma medida,  redobrar a vigilância, reforçando as ações dos órgãos de controle, senão  a agilização se torna [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:</em></p>
<p><em><strong>&#8220;Dispensar licitações é risco total. Agilizar e simplificar os  processos licitatórios sim. São medidas importantes não só para as obras  dos aeroportos, mas para todo o País. Mas, é preciso, na mesma medida,  redobrar a vigilância, reforçando as ações dos órgãos de controle, senão  a agilização se torna sinônimo de corrupção.&#8221;</strong></em></p>
<p><em>Deu no O Globo (19/05/10)</em><em><strong><br />
</strong></em></p>
<p><strong>Sem controle nos aeroportos</strong></p>
<p>Governo dispensa Infraero de licitações em obras nos terminais para Copa de 2014</p>
<p>O governo dispensou a Infraero de realizar licitações, à luz da lei 8.666, na aquisição de bens e na contratação de obras e serviços de engenharia necessários à infraestrutura aeroportuária para a Copa do Mundo de 2014 que terá 12 cidades-sede, onde estão os principais terminais do país.</p>
<p>Sem detalhamento e critérios sobre quais obras poderão ser tocadas sem as amarras da legislação em vigor, e de que forma, o texto foi considerado polêmico mesmo nos bastidores da estatal, que há quase um ano negocia com a União um modelo menos rígido de contratações, como os de Petrobras e Eletrobras.</p>
<p>A autorização foi incluída na medida provisória (MP) 489, que cria a Autoridade Pública Olímpica (APO) um consórcio público entre União, Estado e município do Rio, que vai cuidar dos projetos necessários à realização dos Jogos Olímpicos e Paraolímpicos de 2016. Sem citar o nome Infraero, o artigo 11 da MP contempla também as obras de infraestrutura aeroportuária relacionadas à Copa, em 2014, que são tocadas pela estatal.</p>
<p>Pelo texto, a estatal poderá realizar pregões eletrônicos para obras em geral e não apenas para compra de equipamentos, como acontece hoje. A Infraero também recebe autorização para inverter as fases dos processos licitatórios, que começam tradicionalmente pela análise da documentação geral do candidato, fixam-se então na capacidade técnica deste de executar a tarefa e só posteriormente se detêm no critério de preço.</p>
<p>Treze terminais receberão R$ 4,47 bi</p>
<p>Atualmente, o planejamento da Infraero para a Copa prevê intervenções em 13 aeroportos de 12 cidades.</p>
<p>O desembolso estimado é de R$ 4,47 bilhões. No Rio, só o Aeroporto Internacional Antônio Carlos Jobim (Galeão) está incluído: R$ 566,5 milhões. A obra mais cara será no Aeroporto Internacional de Cumbica (Guarulhos, em São Paulo), com R$ 952 milhões. A Fifa tem se queixado de atrasos nas obras do Brasil para o Mundial de 2014, sobretudo na construção de estádios.</p>
<p>Na exposição de motivos, a MP que cria a Autoridade Pública Olímpica cita a necessidade de mitigar ao máximo os riscos de atrasos na realização das obras para não prejudicar o compromisso assumido pelo país. Segundo fontes ligadas à Infraero, a nova regra tem potencial para reduzir pela metade o prazo no processo de licitação, que leva entre seis meses e oito meses.</p>
<p>Escaldado com o monitoramento e as acusações ostensivas do Tribunal de Contas da União (TCU) sobre obras em aeroportos o setor mais questionado dentro do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) , o corpo executivo da estatal vê na falta de amarração do artigo 11 da MP o risco de brechas para que se cometam irregularidades.</p>
<p>Atualmente, obras em quatro aeroportos estão paralisadas por decisão do TCU (Macapá, Vitória, Goiânia e Guarulhos). Em Guarulhos, onde a situação é mais urgente, a Infraero e o Exército anunciaram uma parceria na semana passada para tocar as intervenções nas áreas que não estão sendo periciadas.</p>
<p>A MP deixa dúvidas, por exemplo, em relação à inversão das fases do processo de licitação, vindo em primeiro lugar a escolha pelo concorrente que oferecer o menor preço.</p>
<p>Sem critérios definidos, isso pode abrir espaço para que uma empresa com ótimo preço seja descoberta depois incapaz técnica e financeiramente, deixando a estatal com um mico nas mãos.</p>
<p>A MP precisa ser regulamentada, e a estatal terá que encaminhar ao governo uma proposta sobre o que caberá a ela fazer e como. Faltam esclarecimentos sobre quais obras especificamente estão relacionadas à Copa e se a nova regra vai ser restrita aos investimentos. Por isso mesmo, a aposta é que o texto passará por alterações significativas no Congresso Nacional.</p>
<p>Elton Fernandes, pesquisador e professor em transporte aéreo da Coordenação de Pós-graduação e Pesquisa em Engenharia (Coppe) da UFRJ, diz ser favorável a uma maior flexibilização no regime de contratação das empresas públicas, porque o excesso de regulamentação traz ineficiência ao setor. Ele avalia, porém, que a falta de regras claras poderá gerar irregularidades. Como ocorre com a Petrobras, disse Fernandes, “é preciso detalhar quais despesas poderão ficar fora da lei de licitações, bem como definir a responsabilização dos funcionários da Infraero e das empresas contratadas. Deixar livre não é o ideal”, afirmou o professor.</p>
<p>Fernandes defende ainda mudança nos critérios de menor preço, que têm prevalecido no setor público mas nem sempre representam maior eficiência. Às vezes o barato sai caro.</p>
<p>Procurado, o Ministério da Defesa, ao qual a Infraero está subordinada, não respondeu as perguntas encaminhadas pelo GLOBO, alegando que precisaria de tempo para analisar a MP, bem como da ajuda de outras áreas do governo. A assessoria de imprensa da Infraero informou que a área jurídica da empresa está analisando a MP e que o seu departamento de engenharia fará um levantamento sobre as licitações em andamento que poderão ser feitas pela nova regra.</p>
<p>Para ministro, regra vai simplificar ritos</p>
<p>Ontem, o ministro dos Esportes, Orlando Silva, disse que as regras previstas na medida provisória vão facilitar o enfrentamento das dificuldades nos aeroportos. Silva, que foi indicado pelo governo para ser gerente da nova APO. Este nome, porém, precisa ser aprovado pelo Congresso participou de encontro no Rio com membros do Comitê Olímpico Internacional (COI).</p>
<p>Na medida provisória (que cria a APO), foi proposto um rito mais simplificado para licitações e contratos dos investimentos para os Jogos Olímpicos. E foram incluídos nela os investimentos para infraestrutura aeroportuária, ou seja, a simplificação do rito para contratos de reforma e construção dos aeroportos, o que facilita o enfrentamento das dificuldades nos aeroportos disse o ministro, ressaltando que a medida está sendo apreciada no Congresso Nacional.</p>
<p>O governador Sérgio Cabral, que também participou da reunião com o COI, defendeu que o modelo de concessão seria a melhor opção para melhorias nos aeroportos do Rio.</p>
<p>- O que me deixa preocupado, não só para as Olimpíadas como para a Copa, é a questão do aeroporto. Algo tem que ser feito. Não só o do Rio como o de São Paulo precisam de investimentos. No caso do Rio, acredito que uma concessão seria o melhor caminho.</p>
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		<title>Sciarra diz que governo também está atrasado nas obras da Copa</title>
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		<pubDate>Thu, 06 May 2010 15:00:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[multimidia]]></category>
		<category><![CDATA[COPA 2014]]></category>

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		<description><![CDATA[As obras para a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil, estão muito atrasadas. Apenas seis cidades-sede iniciaram as reformas nos estádios. O ministro dos esportes, Orlando Silva, chegou a dizer que já havia feito um alerta, mas a responsabilidade é de cada cidade que vai receber os jogos.
Para o deputado democrata [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>As obras para a Copa do Mundo de 2014, que será realizada no Brasil, estão muito atrasadas. Apenas seis cidades-sede iniciaram as reformas nos estádios. O ministro dos esportes, Orlando Silva, chegou a dizer que já havia feito um alerta, mas a responsabilidade é de cada cidade que vai receber os jogos.</p>
<p>Para o deputado democrata Eduardo Sciarra (PR), no entanto, o governo federal também está atrasado nas obras. “De fato, a responsabilidade das obras é dos estados e municípios, só que o governo tem uma série de outras obras que também estão atrasadas e a disponibilização de recursos está aquém da necessidade para resolver, por exemplo, problemas de mobilidade urbana”, afirmou Sciarra.</p>
<p>Para o deputado paranaense, o maior problema é a questão dos aeroportos. Segundo ele, os aeroportos são hoje o maior gargalo para a realização da Copa do Mundo de Futebol de 2014. “Hoje, a demanda é mal atendida para o tráfego normal de pessoas no nosso país, quanto mais durante a realização de uma Copa do Mundo. A Infraero e o Governo Federal estão muito atrasados com aquilo que diz respeito à responsabilidade da União em relação às obras da Copa do Mundo”, ressaltou.</p>
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		<title>Copa 2014 terá licenças aceleradas</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Apr 2010 16:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[COPA 2014]]></category>
		<category><![CDATA[INFRAESTRUTURA]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:
&#8220;Se a legislação ambiental brasileira e seus prazos de  licenciamento não serve para a Copa do Mundo, por que serve para outras  obras de infraestrutura do Brasil tão importantes para o nosso  desenvolvimento?&#8221;
Deu no Valor Econômico (30/04/10)
Copa terá licenças aceleradas
O Ministério do Meio Ambiente e o Ministério dos Esportes [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:</em></p>
<p><em><strong>&#8220;Se a legislação ambiental brasileira e seus prazos de  licenciamento não serve para a Copa do Mundo, por que serve para outras  obras de infraestrutura do Brasil tão importantes para o nosso  desenvolvimento?&#8221;</strong></em></p>
<p><em>Deu no Valor Econômico (30/04/10)</em></p>
<p><strong>Copa terá licenças aceleradas</strong></p>
<p>O Ministério do Meio Ambiente e o Ministério dos Esportes assinaram ontem um acordo para acelerar o licenciamento das obras da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada de 2016. Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, a ideia é se antecipar e impedir que atrasos na liberação dessas licenças comprometam o evento. O acordo também foi firmado com as associações de Estados e municípios, porque muitas das licenças de obras previstas para a Copa são dadas nessas esferas.</p>
<p>O Brasil tem prazos rígidos definidos pela Federação Internacional de Futebol (Fifa), em que modais de transporte e estádios têm cronograma para ficarem prontos ainda em 2012 ou 2013.</p>
<p>Segundo Izabella, o acordo &#8211; que já está no arcabouço das novas regras para licenciamento que deverão ser divulgadas em breve &#8211; uniformizará os sistemas de avaliações regionais, transferindo conhecimento entre as sedes. &#8220;Haverá um compartilhamento de informações com uma matriz de gestão.&#8221;</p>
<p>A área ambiental será a primeira das dez câmaras setoriais de governança a ser instalada para promover a Copa do Mundo, explica o ministro dos Esportes, Orlando Silva. Segundo ele, há previsões para fazer estádios sustentáveis que terão, por exemplo, placas fotovoltaicas para uso de energia solar e programas de reutilização da água. &#8220;As arenas da Copa terão certificação ambiental&#8221;, diz.</p>
<p>A meta, segundo Izabella, é fazer da Copa de 2014 a mais &#8220;verde&#8221; que já existiu. &#8220;Haverá desde projetos de mitigação de emissões de carbono, até promoção de agricultura orgânica.&#8221; Para Silva, até 2014 o Brasil deverá dobrar sua produção orgânica. Izabella complementa que essa deverá ser uma Copa de resultado zero em resíduos sólidos.</p>
<p>Apesar de os alimentos orgânicos e a produção de energia solar apresentarem custos maiores do que alternativas regulares, Silva comenta que se espera, com o acordo, &#8220;equilibrar a sustentabilidade ambiental, social e financeira para a Copa&#8221;. Para ele, as placas solares se pagam no médio prazo, com a energia gerada. Segundo Izabella, os modelos de empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para esses empreendimentos, que estarão presentes nas 12 cidades-sede do evento, poderão auxiliar nessas metas.</p>
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