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	<title>Sciarra &#187; DESENVOLVIMENTO URBANO</title>
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	<description>Blog do Deputado Eduardo Sciarra</description>
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		<title>Sciarra participa da Comissão Especial do Estatuto da Metrópole</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 18:24:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O deputado federal Eduardo Sciarra (PSD) foi indicado pelo seu partido como membro titular da Comissão Especial que dará parecer ao Projeto de Lei 3460/04, que cria o Estatuto da Metrópole, de autoria do ex-deputado Walter Feldman. A comissão foi instaurada nesta quarta-feira (18), em Brasília.
O projeto define diretrizes para a Política Nacional de Planejamento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Eduardo Sciarra (PSD) foi indicado pelo seu partido como membro titular da Comissão Especial que dará parecer ao Projeto de Lei 3460/04, que cria o Estatuto da Metrópole, de autoria do ex-deputado Walter Feldman. A comissão foi instaurada nesta quarta-feira (18), em Brasília.</p>
<p>O projeto define diretrizes para a Política Nacional de Planejamento Regional Urbano e para a criação do Sistema Nacional de Planejamento e Informações Regionais Urbanas. A ideia é agilizar a execução de ações regionais urbanas, previstas na Constituição Federal, sem necessidade de regulamentações complementares.</p>
<p>“Hoje nossas metrópoles crescem de maneira descontrolada, a partir das relações da sociedade civil com o mercado, sem planejamento. Isso cria problemas em áreas como mobilidade urbana, saúde, infraestrutura, saneamento, meio ambiente e segurança pública. É preciso ter um marco regulatório para enfrentar essas questões”, avalia Sciarra. O deputado paranaense afirma ainda que “o Estatuto permitirá que os problemas urbanos sejam avaliados de maneira adequada”. “Assim, prioridades na destinação dos recursos financeiros poderão ser estabelecidas”.  </p>
<p>Foram eleitos como presidente da Comissão Especial o deputado Mauro Mariani (PMDB-SC) e, como relator, o deputado Zezéu Ribeiro (PT-BA). Os vice-presidentes são os deputados William Dib (PSDB-SP), Heuler Cruvinel (PSD-GO) e Rosane Ferreira (PV-PR).</p>
<p>A comissão ainda não marcou data para a primeira reunião, mas a previsão é que ela ocorra já na semana que vem.</p>
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		<title>Sciarra alerta prefeitos sobre planos municipais de mobilidade urbana</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Apr 2012 18:48:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os prefeitos dos municípios com mais de 20 mil habitantes têm prazo de apenas três anos para elaborarem obrigatoriamente um Plano Municipal de Mobilidade Urbana, integrado ao Plano Diretor da cidade. Somente assim poderão continuar tendo acesso a recursos federais para investimentos em sistemas de transporte coletivo, melhoramentos urbanos e projetos de redução na emissão [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os prefeitos dos municípios com mais de 20 mil habitantes têm prazo de apenas três anos para elaborarem obrigatoriamente um Plano Municipal de Mobilidade Urbana, integrado ao Plano Diretor da cidade. Somente assim poderão continuar tendo acesso a recursos federais para investimentos em sistemas de transporte coletivo, melhoramentos urbanos e projetos de redução na emissão de gases. A obrigatoriedade, que antes se restringia a municípios com mais de 50 mil habitantes, foi ampliada com a entrada em vigor nesta sexta-feira, 13, da Lei de Mobilidade Urbana (12.587/2012), aprovada pelo Congresso Nacional no ano passado e sancionada pela presidência em janeiro deste ano.</p>
<p>O alerta foi feito pelo deputado federal Eduardo Sciarra (PSD) que foi presidente da Comissão Especial que estudou a Lei de Mobilidade Urbana na Câmara dos Deputados. “A nova legislação assegura grandes avanços para a organização e a administração das cidades, aproximando-as aos conceitos de sustentabilidade urbana”, disse Sciarra. “Mas os prefeitos devem estar atentos porque, sem um plano municipal próprio de mobilidade urbana não haverá como ter acesso a recursos federais nessa área”, explicou. “É uma espécie de contrapartida que a Lei passa a exigir dos municípios para assegurar que não haja investimentos fora de uma visão global e organizada da cidade”.</p>
<p>Os Planos de Mobilidade Urbana Municipais devem seguir as diretrizes gerais e específicas contidas na Lei aprovada pelo Congresso. Entre elas, deverão prever o controle na emissão de gases poluentes, priorizar o transporte coletivo e transportes não poluentes (ciclovias, por exemplo), definir áreas de estacionamentos públicos e privados e divulgar horários, itinerários e tarifas dos transportes coletivos (ônibus, metrôs, trens, etc.). “Hoje a Lei privilegia os automóveis que é um modelo ultrapassado, excludente e que tem prejudicado as cidades e o meio ambiente”, disse. “Por isso, a participação e pressão da sociedade será fundamental para que a nova Lei seja devidamente aplicada”.</p>
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		<title>Sciarra fala sobre Estrada-Parque do Caminho do Colono</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 18:22:07 +0000</pubDate>
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		<title>ANAC libera novos voos para Cascavel</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Mar 2012 19:29:04 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Proposta feita no ano passado pela CETTRANS de Cascavel em conjunto com a companhia aérea Passaredo, que solicitava a aprovação de acordo operacional para operação de aviões tipo ERJ145, foi aprovado nesta quarta-feira (7) pela Agencia Nacional de aviação civil (ANAC).
Durante o ano passado, o deputado Eduardo Sciarra gestionou junto à ANAC para que tal [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Proposta feita no ano passado pela CETTRANS de Cascavel em conjunto com a companhia aérea Passaredo, que solicitava a aprovação de acordo operacional para operação de aviões tipo ERJ145, foi aprovado nesta quarta-feira (7) pela Agencia Nacional de aviação civil (ANAC).</p>
<p>Durante o ano passado, o deputado Eduardo Sciarra gestionou junto à ANAC para que tal aprovação ocorresse, sendo um dos responsáveis diretos por essa vitoria da cidade. “O inicio desses voos representa um avanço na Infraestrutura de transportes e turismo de Cascavel. É satisfatório saber que os esforços pelo dialogo com a ANAC rendeu bons resultados”, disse o deputado Sciarra.</p>
<p>Em decisão da diretoria colegiada, a agência aprovou o uso do modelo de aeronave da Embraer “ERJ 145&#8243; a partir do aeroporto do município de Cascavel. Da data da publicação de tal decisão, poderão ser operados até 84 voos trimestrais (uma média de 28 mensais), ao longo dos próximos 12 meses. </p>
<p>O acordo operacional aprovado pela ANAC e proposto pela CETTRANS/Passaredo define uma série de mudanças e adequações nas instalações de combate à incêndio do aeroporto, que deverão ser cumpridas pelo município para atendimento dos requisitos de segurança.</p>
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		<title>Vereador Aldemir Guerino anuncia benefícios adquiridos pelo deputado Sciarra</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2012 18:38:51 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Em entrevista à Radio Liberdade FM (87,9) o vereador Aldemir Guerino ressaltou, na última sexta-feira (17), alguns investimentos que foram conseguidos através do deputado Eduardo Sciarra para o Município de Santa Helena (PR).
Uma das necessidades apresentadas ao político foi a construção de um mini-ginásio para atender a comunidade de Esquina Céu Azul. Nos últimos meses [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Em entrevista à Radio Liberdade FM (87,9) o vereador Aldemir Guerino ressaltou, na última sexta-feira (17), alguns investimentos que foram conseguidos através do deputado Eduardo Sciarra para o Município de Santa Helena (PR).</p>
<p>Uma das necessidades apresentadas ao político foi a construção de um mini-ginásio para atender a comunidade de Esquina Céu Azul. Nos últimos meses Sciarra enviou uma emenda solicitando esse recurso, que em parceria com a administração Municipal, permitirá a construção da estrutura.</p>
<p>O vereador Aldemir Guerino explica as ações desenvolvidas pelo político:<br />
</strong></p>
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		<title>Presidente Dilma sanciona Lei da Mobilidade Urbana</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 16:04:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Roussef sancionou nesta quarta-feira (04) a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/2012) que define as diretrizes para a integração entre os diferentes modos de transporte coletivo e individual, facilitando a mobilidade e acessibilidade das pessoas e cargas nas cidades e metrópoles. “Essa nova Lei preenche o vazio jurídico que havia desde [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma Roussef sancionou nesta quarta-feira (04) a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/2012) que define as diretrizes para a integração entre os diferentes modos de transporte coletivo e individual, facilitando a mobilidade e acessibilidade das pessoas e cargas nas cidades e metrópoles. “Essa nova Lei preenche o vazio jurídico que havia desde 1988, quando a Constituição delegou aos municípios a responsabilidade pelo ordenamento do transporte coletivo urbano”, afirmou o deputado federal Eduardo Sciarra (PSD), que presidiu na Câmara dos Deputados a Comissão Especial que estudou a matéria em 2009 e 2010.</p>
<p>“É um grande avanço porque se trata de um Marco Regulatório fundamental para a organização das cidades, que recorriam à Lei das Licitações, à Lei das Concessões ou criavam Leis muitas vezes falhas para poderem organizar o transporte urbano”, completou. A Política Nacional de Mobilidade Urbana unifica nacionalmente conceitos de acessibilidade, mobilidade, reajuste tarifário, transporte público coletivo e individual. “Na prática, os prefeitos ganham sustentação jurídica para assegurar direitos e deveres, tanto das empresas de transporte, taxistas, mototaxistas e similares, como dos seus usuários”, explicou Eduardo Sciarra, que também foi presidente da Comissão de Desenvolvimento da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Para Sciarra, entre os principais avanços, destacam-se os critérios para reajustes de tarifas do transporte coletivo, a obrigatoriedade dos municípios de combater o transporte ilegal e a criação do subsídio tarifário, pelo qual União e Estados poderão repassar recursos aos municípios para cobrir déficits nos valores das tarifas. Do mesmo modo, os prefeitos estão autorizados a reduzir as tarifas em dias ou horários de baixo movimento para estimular o uso do transporte coletivo. “Em Curitiba, isso já acontece aos domingos quando a tarifa custa apenas R$ 1,00”, lembrou Sciarra. No caso do combate ao transporte ilegal, prefeituras e Ministério Público passam a contar com uma base legal para requisitar apoio das forças de segurança da União e dos Estados.</p>
<p>DIREITOS – Os usuários do transporte coletivo também são beneficiados pela nova Lei. O poder público agora é obrigado a divulgar, de forma transparente, horários e itinerários dos ônibus, trens urbanos, metrôs e similares. Também deverão ser públicas informações sobre tarifas e os modos de integração entre as diversas formas de transporte. A sociedade civil poderá interferir diretamente no planejamento, fiscalização e avaliação da Política Nacional de Mobilidade Urbana por meio de órgãos colegiados, ouvidorias, audiência e consultas públicas, além de pesquisas de satisfação dos usuários do transporte coletivo. Táxis e mototáxis também serão obrigados a oferecer serviços de qualidade, obedecendo a conceitos de segurança, higiene e conforto.</p>
<p>“Os municípios terão agora prazo de 100 dias, a contar de hoje (quarta-feira), para se organizarem e se adequarem à nova Lei que, portanto, entrará em vigor no dia 12 de abril deste ano”, explicou Eduardo Sciarra. “A Comissão Especial na Câmara dos Deputados realizou longo e minucioso trabalho sobre os problemas relativos à mobilidade e acessibilidade urbana, chegando a uma proposta que foi aprovada na íntegra e por unanimidade dos partidos no Senado Federal”, afirmou. O projeto de Lei que deu origem à Política Nacional de Mobilidade Urbana, de autoria do ex-deputado e ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, começou a tramitar em 1995. “Foram quase 17 anos de tramitação, sendo que somente ganhou impulso quando conseguimos formar a Comissão Especial”, informou.</p>
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		<title>Emenda de Sciarra poderá reduzir o preço da passagem de ônibus</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 15:41:28 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, em Brasília, a Medida Provisória 540/2011 com as bases legais para a implementação do Plano Brasil Maior de estímulo à produção industrial no país, concedendo diversos benefícios fiscais, como restituição de tributos para a indústria exportadora, permissão para aproveitamento de créditos obtidos com a compra de bens de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, em Brasília, a Medida Provisória 540/2011 com as bases legais para a implementação do Plano Brasil Maior de estímulo à produção industrial no país, concedendo diversos benefícios fiscais, como restituição de tributos para a indústria exportadora, permissão para aproveitamento de créditos obtidos com a compra de bens de capital e desoneração da folha de pagamentos.</p>
<p>Dentre as emendas acatadas pelo relator, deputado Renato Molling (PP/RS), foi aprovada pelo plenário a que prevê a desoneração da contribuição à Previdência Social das empresas de transporte coletivo de passageiros das cidades e aglomerados urbanos. No lugar de incidir sobre a folha de pagamento, passará a ser cobrada uma alíquota de 2% sobre a receita bruta (faturamento) da empresa. Pelo dispositivo aprovado, o incentivo vigorará até 31 de dezembro de 2014.  Medida Provisória 540/2011 agora segue para votação no Senado Federal.</p>
<p>De acordo com o deputado federal Eduardo Sciarra, a medida irá se consolidar futuramente como fator de redução nas negociações de reajuste das tarifas, assegurando melhores condições para a mobilidade de milhões de trabalhadores nas cidades e aglomerados urbanos. “O transporte coletivo é essencial para o desenvolvimento econômico e a qualidade de vida, por isso, nada mais justo que também incentivar o setor responsável por mais de 60% dos deslocamentos mecanizados nas cidades brasileiras”, justifica Sciarra.</p>
<p>Segundo Eduardo Sciarra, somente o segmento dos ônibus urbanos atende 90 % da demanda do transporte público coletivo, distribuídos em 1.600 empresas, com uma frota de 115.000 ônibus urbanos, gerando direta e indiretamente um milhão de empregos. Para cada ônibus urbano em circulação, são gerados em torno de cinco empregos diretos. Estima-se que o setor emprega atualmente mais de 500.000 brasileiros.</p>
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		<title>Projeto de Mobilidade Urbana é aprovado no Senado</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 15:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(DO &#8220;TRANSPORTE EXPRESSO&#8221;, N° 9-MAIO/2011, BOLETIM DA FRENTE PARLAMENTAR DO TRANSPORTE PÚBLICO, DA CÂMARA DOS DEPUTADOS)
Nesta semana, o PLC 166/2010 que estabelece as diretrizes da Política de Nacional de Mobilidade Urbana foi aprovado por unanimidade pelos 13 senadores presen-tes a sessão da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal. No parecer favorável a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">(DO &#8220;TRANSPORTE EXPRESSO&#8221;, N° 9-MAIO/2011, BOLETIM DA FRENTE PARLAMENTAR DO TRANSPORTE PÚBLICO, DA CÂMARA DOS DEPUTADOS)</div>
<p>Nesta semana, o PLC 166/2010 que estabelece as diretrizes da Política de Nacional de Mobilidade Urbana foi aprovado por unanimidade pelos 13 senadores presen-tes a sessão da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal. No parecer favorável a proposta legislativa, a Senadora Ana Rita (PT-ES) destacou que a política tarifária deve ser baseada nos princípios de equidade no acesso aos serviços e que a concessão de benefícios a determinadas classes de usuários, mais conhecidas como gratuidades, seja precedida da previsão em lei de recursos financeiros necessários. Finalizando, Ana Rita destacou que o projeto de lei contribui para o desenvolvimento regional e impacta positivamente na melhoria da qualidade de vida e do bem-estar da coletividade urbana, reduzindo as desigualdades sociais dentro de cada cidade.</p>
<p>“A aprovação do projeto de lei por unanamidade dos senadores presentes à comissão e integrantes de diversos partidos, demonstra claramente a preocupação dos parlamentares com a melhoria dos serviços de transporte público nas cidades bra-sileiras, e principalmente, com os milhões de brasileiros que os utilizam nos seus deslocamentos diários” avalia, o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM-PR), integrante da Frente Parlamentar do Transporte Público e Presidente da Comissão Especial que aprovou o projeto de lei na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Após aprovação em quatro comissões do Senado Federal, a proposta legislativa passará pela Comissão de Serviços da Infraestrutura, em caráter terminativo.</p>
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		<title>Emenda do deputado Sciarra à MP 510/2010 foi aprovada</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 18:43:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>
		<category><![CDATA[INFRAESTRUTURA]]></category>
		<category><![CDATA[OBRAS PÚBLICAS]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou parcialmente essa semana em Brasília a Emenda nº 2 do deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) ao art. 1º da Medida Provisória nº 510/2010, que regulamenta o cumprimento das obrigações tributárias dos Consórcios que realizam negócios jurídicos em nome próprio. A emenda tem por objetivo sanar problemas criados em sua redação original, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou parcialmente essa semana em Brasília a Emenda nº 2 do deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) ao art. 1º da Medida Provisória nº 510/2010, que regulamenta o cumprimento das obrigações tributárias dos Consórcios que realizam negócios jurídicos em nome próprio. A emenda tem por objetivo sanar problemas criados em sua redação original, convertendo a responsabilidade solidária em responsabilidade subsidiária.</p>
<p>Tal problema consistia no fato de que a MP estabeleceu solidariedade tributária ampla e irrestrita das empresas consorciadas, alcançando todos e quaisquer negócios jurídicos, colocando em risco a própria figura do consórcio, problema esse reconhecido, em seu relatório, pelo próprio deputado Hugo Leal (PSC-RJ), relator da MP.</p>
<p>Acatando parcialmente a referida emenda, o relator modificou a redação do art. 1º da MP 510/2010, estabelecendo que “As empresas integrantes de consórcio constituído nos termos do disposto nos arts. 278 e 279 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, respondem pelos tributos devidos, em relação às operações praticadas pelo consórcio, na proporção de sua participação no empreendimento, observado o disposto nos § 1º a 4º.”</p>
<p>Com essa redação, ficou claro que a empresa integrante de consórcio somente poderá ser responsabilizada pelos débitos tributários que cabem a ela na proporção de sua participação no empreendimento.</p>
<p>Finalmente, o consórcio que realizar a contratação em nome próprio de pessoas jurídicas e físicas, com ou sem vínculo empregatício, poderá efetuar a retenção de tributos e o cumprimento das respectivas obrigações acessórias, ficando as empresas consorciadas solidariamente responsáveis. </p>
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		<title>Debate sobre ocupação irregular do solo pode voltar à pauta</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 13:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu na Agência Câmara (8/02/11)

Governo anunciou que vai apresentar MP para evitar ocupação de áreas de risco. Na Câmara, projeto sobre o tema está pronto para votação desde 2007.
Com o início da nova legislatura, os deputados poderão voltar a discutir a proposta que cria a Lei de Responsabilidade Territorial Urbana (PL 3057/00 e apensados). O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Deu na Agência Câmara (8/02/11)<br />
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Governo anunciou que vai apresentar MP para evitar ocupação de áreas de risco. Na Câmara, projeto sobre o tema está pronto para votação desde 2007.</p>
<p>Com o início da nova legislatura, os deputados poderão voltar a discutir a proposta que cria a Lei de Responsabilidade Territorial Urbana (PL 3057/00 e apensados). O projeto, pronto para ser votado pelo Plenário desde 2007, institui medidas para evitar a construção de casas em áreas de risco e prevenir tragédias como a que atingiu o estado do Rio de Janeiro no início deste ano, quando enchentes e deslizamentos de terra causaram centenas de mortes. O governo federal já anunciou que vai apresentar uma medida provisória com novas regras para a ocupação e o uso do solo.</p>
<p>A proposta da Câmara teve origem no PL 3057/00 e em cerca de 20 projetos apensados. Após receber centenas de emendas e dezenas de votos em separado, o texto mais recente é o substitutivo de autoria do ex-deputado Renato Amary (PSDB-SP), aprovado em comissão especial criada para analisar o assunto.</p>
<p>O substitutivo, que contém 138 artigos, resultou de inúmeras sugestões ao longo de quase oito anos de debate sobre o parcelamento do solo urbano. A principal inovação trazida pelo substitutivo é também um dos pontos que o governo pretende incluir na medida provisória: a responsabilização do administrador público nos casos de negligência ou de má gestão relacionada à ocupação do solo.</p>
<p>Entre outras inovações propostas no substitutivo está a proibição do uso de áreas sujeitas à inundação e de locais contaminados ou de áreas onde não houver como implementar infraestrutura urbana. O texto também traz novas regras para a criação e a manutenção de condomínios fechados e para a regularização fundiária no ambiente urbano. Se aprovado, o texto substituirá a Lei de Parcelamento do Solo Urbano (6.766/79).</p>
<p>Segundo o deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR), que participou dos debates como membro da comissão especial, o substitutivo aprovado não chegou a ser votado pelo Plenário em razão de questionamentos posteriores feitos por alguns ministérios. “O acordo inicial com o governo incluía a discussão e votação da matéria pelo Plenário. Mas, como alguns ministérios requereram uma análise mais detalhada de alguns pontos, a proposta acabou paralisada”, disse Sciarra.</p>
<p>O deputado lembra que, com a edição, em 2009, da medida provisória que deu origem ao Programa Minha Casa, Minha Vida (Lei 11.977/09), o governo aproveitou quase integralmente no texto da MP a parte do substitutivo referente à regularização fundiária de interesse social. “A aprovação de apenas parte da proposta criou uma legislação capenga”, criticou o deputado, sem desconsiderar que novos acordos possam levar o substitutivo a ganhar espaço na pauta de discussões da Câmara.</p>
<p>Na opinião de outro membro da comissão especial, deputado Zezéu Ribeiro (PT-BA), a dificuldade de compatibilizar os diversos interesses envolvidos pode ter também sido um dos motivos que acabaram atravancando o andamento da proposta. “O texto terminou por ficar abrangente demais e envolver uma série de temas direta e indiretamente ligados ao parcelamento do solo”, observa o deputado.</p>
<p>Inovações propostas</p>
<p>O princípio geral adotado no substitutivo foi o de descentralizar o máximo possível as decisões governamentais. Assim, no texto aprovado, os atos do poder público foram remetidos ao município e, somente em ocasiões especiais, aos estados. “Um dos objetivos é capacitar os municípios a fiscalizar e a ter a gestão plena dos licenciamentos territoriais e ambientais”, disse Zezéu Ribeiro, ao lembrar que algumas licenças, como a ambiental, ainda são competência dos estados.</p>
<p>Reponsabilização dos prefeitos</p>
<p>Na reunião que sinalizou a possibilidade de encaminhar a medida provisória ao Congresso, o vice-presidente da República, Michel Temer, afirmou que os prefeitos deveriam agir para a retirada da população e para impedir novas ocupações. “Você poderia ter uma sanção negativa, como redução dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), mas também poderemos estabelecer prêmios para quem cumprir as metas”, disse Temer. </p>
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