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	<title>Sciarra &#187; DESENVOLVIMENTO URBANO</title>
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	<description>Blog do Deputado Eduardo Sciarra</description>
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		<title>Presidente Dilma sanciona Lei da Mobilidade Urbana</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Jan 2012 16:04:29 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma Roussef sancionou nesta quarta-feira (04) a Política Nacional de Mobilidade Urbana (Lei 12.587/2012) que define as diretrizes para a integração entre os diferentes modos de transporte coletivo e individual, facilitando a mobilidade e acessibilidade das pessoas e cargas nas cidades e metrópoles. “Essa nova Lei preenche o vazio jurídico que havia desde 1988, quando a Constituição delegou aos municípios a responsabilidade pelo ordenamento do transporte coletivo urbano”, afirmou o deputado federal Eduardo Sciarra (PSD), que presidiu na Câmara dos Deputados a Comissão Especial que estudou a matéria em 2009 e 2010.</p>
<p>“É um grande avanço porque se trata de um Marco Regulatório fundamental para a organização das cidades, que recorriam à Lei das Licitações, à Lei das Concessões ou criavam Leis muitas vezes falhas para poderem organizar o transporte urbano”, completou. A Política Nacional de Mobilidade Urbana unifica nacionalmente conceitos de acessibilidade, mobilidade, reajuste tarifário, transporte público coletivo e individual. “Na prática, os prefeitos ganham sustentação jurídica para assegurar direitos e deveres, tanto das empresas de transporte, taxistas, mototaxistas e similares, como dos seus usuários”, explicou Eduardo Sciarra, que também foi presidente da Comissão de Desenvolvimento da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Para Sciarra, entre os principais avanços, destacam-se os critérios para reajustes de tarifas do transporte coletivo, a obrigatoriedade dos municípios de combater o transporte ilegal e a criação do subsídio tarifário, pelo qual União e Estados poderão repassar recursos aos municípios para cobrir déficits nos valores das tarifas. Do mesmo modo, os prefeitos estão autorizados a reduzir as tarifas em dias ou horários de baixo movimento para estimular o uso do transporte coletivo. “Em Curitiba, isso já acontece aos domingos quando a tarifa custa apenas R$ 1,00”, lembrou Sciarra. No caso do combate ao transporte ilegal, prefeituras e Ministério Público passam a contar com uma base legal para requisitar apoio das forças de segurança da União e dos Estados.</p>
<p>DIREITOS – Os usuários do transporte coletivo também são beneficiados pela nova Lei. O poder público agora é obrigado a divulgar, de forma transparente, horários e itinerários dos ônibus, trens urbanos, metrôs e similares. Também deverão ser públicas informações sobre tarifas e os modos de integração entre as diversas formas de transporte. A sociedade civil poderá interferir diretamente no planejamento, fiscalização e avaliação da Política Nacional de Mobilidade Urbana por meio de órgãos colegiados, ouvidorias, audiência e consultas públicas, além de pesquisas de satisfação dos usuários do transporte coletivo. Táxis e mototáxis também serão obrigados a oferecer serviços de qualidade, obedecendo a conceitos de segurança, higiene e conforto.</p>
<p>“Os municípios terão agora prazo de 100 dias, a contar de hoje (quarta-feira), para se organizarem e se adequarem à nova Lei que, portanto, entrará em vigor no dia 12 de abril deste ano”, explicou Eduardo Sciarra. “A Comissão Especial na Câmara dos Deputados realizou longo e minucioso trabalho sobre os problemas relativos à mobilidade e acessibilidade urbana, chegando a uma proposta que foi aprovada na íntegra e por unanimidade dos partidos no Senado Federal”, afirmou. O projeto de Lei que deu origem à Política Nacional de Mobilidade Urbana, de autoria do ex-deputado e ex-governador de São Paulo, Alberto Goldman, começou a tramitar em 1995. “Foram quase 17 anos de tramitação, sendo que somente ganhou impulso quando conseguimos formar a Comissão Especial”, informou.</p>
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		<title>Emenda de Sciarra poderá reduzir o preço da passagem de ônibus</title>
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		<pubDate>Fri, 28 Oct 2011 15:41:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, em Brasília, a Medida Provisória 540/2011 com as bases legais para a implementação do Plano Brasil Maior de estímulo à produção industrial no país, concedendo diversos benefícios fiscais, como restituição de tributos para a indústria exportadora, permissão para aproveitamento de créditos obtidos com a compra de bens de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, em Brasília, a Medida Provisória 540/2011 com as bases legais para a implementação do Plano Brasil Maior de estímulo à produção industrial no país, concedendo diversos benefícios fiscais, como restituição de tributos para a indústria exportadora, permissão para aproveitamento de créditos obtidos com a compra de bens de capital e desoneração da folha de pagamentos.</p>
<p>Dentre as emendas acatadas pelo relator, deputado Renato Molling (PP/RS), foi aprovada pelo plenário a que prevê a desoneração da contribuição à Previdência Social das empresas de transporte coletivo de passageiros das cidades e aglomerados urbanos. No lugar de incidir sobre a folha de pagamento, passará a ser cobrada uma alíquota de 2% sobre a receita bruta (faturamento) da empresa. Pelo dispositivo aprovado, o incentivo vigorará até 31 de dezembro de 2014.  Medida Provisória 540/2011 agora segue para votação no Senado Federal.</p>
<p>De acordo com o deputado federal Eduardo Sciarra, a medida irá se consolidar futuramente como fator de redução nas negociações de reajuste das tarifas, assegurando melhores condições para a mobilidade de milhões de trabalhadores nas cidades e aglomerados urbanos. “O transporte coletivo é essencial para o desenvolvimento econômico e a qualidade de vida, por isso, nada mais justo que também incentivar o setor responsável por mais de 60% dos deslocamentos mecanizados nas cidades brasileiras”, justifica Sciarra.</p>
<p>Segundo Eduardo Sciarra, somente o segmento dos ônibus urbanos atende 90 % da demanda do transporte público coletivo, distribuídos em 1.600 empresas, com uma frota de 115.000 ônibus urbanos, gerando direta e indiretamente um milhão de empregos. Para cada ônibus urbano em circulação, são gerados em torno de cinco empregos diretos. Estima-se que o setor emprega atualmente mais de 500.000 brasileiros.</p>
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		<title>Projeto de Mobilidade Urbana é aprovado no Senado</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jun 2011 15:02:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(DO &#8220;TRANSPORTE EXPRESSO&#8221;, N° 9-MAIO/2011, BOLETIM DA FRENTE PARLAMENTAR DO TRANSPORTE PÚBLICO, DA CÂMARA DOS DEPUTADOS)
Nesta semana, o PLC 166/2010 que estabelece as diretrizes da Política de Nacional de Mobilidade Urbana foi aprovado por unanimidade pelos 13 senadores presen-tes a sessão da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal. No parecer favorável a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">(DO &#8220;TRANSPORTE EXPRESSO&#8221;, N° 9-MAIO/2011, BOLETIM DA FRENTE PARLAMENTAR DO TRANSPORTE PÚBLICO, DA CÂMARA DOS DEPUTADOS)</div>
<p>Nesta semana, o PLC 166/2010 que estabelece as diretrizes da Política de Nacional de Mobilidade Urbana foi aprovado por unanimidade pelos 13 senadores presen-tes a sessão da Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo do Senado Federal. No parecer favorável a proposta legislativa, a Senadora Ana Rita (PT-ES) destacou que a política tarifária deve ser baseada nos princípios de equidade no acesso aos serviços e que a concessão de benefícios a determinadas classes de usuários, mais conhecidas como gratuidades, seja precedida da previsão em lei de recursos financeiros necessários. Finalizando, Ana Rita destacou que o projeto de lei contribui para o desenvolvimento regional e impacta positivamente na melhoria da qualidade de vida e do bem-estar da coletividade urbana, reduzindo as desigualdades sociais dentro de cada cidade.</p>
<p>“A aprovação do projeto de lei por unanamidade dos senadores presentes à comissão e integrantes de diversos partidos, demonstra claramente a preocupação dos parlamentares com a melhoria dos serviços de transporte público nas cidades bra-sileiras, e principalmente, com os milhões de brasileiros que os utilizam nos seus deslocamentos diários” avalia, o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM-PR), integrante da Frente Parlamentar do Transporte Público e Presidente da Comissão Especial que aprovou o projeto de lei na Câmara dos Deputados.</p>
<p>Após aprovação em quatro comissões do Senado Federal, a proposta legislativa passará pela Comissão de Serviços da Infraestrutura, em caráter terminativo.</p>
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		<title>Emenda do deputado Sciarra à MP 510/2010 foi aprovada</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 18:43:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>
		<category><![CDATA[INFRAESTRUTURA]]></category>
		<category><![CDATA[OBRAS PÚBLICAS]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou parcialmente essa semana em Brasília a Emenda nº 2 do deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) ao art. 1º da Medida Provisória nº 510/2010, que regulamenta o cumprimento das obrigações tributárias dos Consórcios que realizam negócios jurídicos em nome próprio. A emenda tem por objetivo sanar problemas criados em sua redação original, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou parcialmente essa semana em Brasília a Emenda nº 2 do deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) ao art. 1º da Medida Provisória nº 510/2010, que regulamenta o cumprimento das obrigações tributárias dos Consórcios que realizam negócios jurídicos em nome próprio. A emenda tem por objetivo sanar problemas criados em sua redação original, convertendo a responsabilidade solidária em responsabilidade subsidiária.</p>
<p>Tal problema consistia no fato de que a MP estabeleceu solidariedade tributária ampla e irrestrita das empresas consorciadas, alcançando todos e quaisquer negócios jurídicos, colocando em risco a própria figura do consórcio, problema esse reconhecido, em seu relatório, pelo próprio deputado Hugo Leal (PSC-RJ), relator da MP.</p>
<p>Acatando parcialmente a referida emenda, o relator modificou a redação do art. 1º da MP 510/2010, estabelecendo que “As empresas integrantes de consórcio constituído nos termos do disposto nos arts. 278 e 279 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, respondem pelos tributos devidos, em relação às operações praticadas pelo consórcio, na proporção de sua participação no empreendimento, observado o disposto nos § 1º a 4º.”</p>
<p>Com essa redação, ficou claro que a empresa integrante de consórcio somente poderá ser responsabilizada pelos débitos tributários que cabem a ela na proporção de sua participação no empreendimento.</p>
<p>Finalmente, o consórcio que realizar a contratação em nome próprio de pessoas jurídicas e físicas, com ou sem vínculo empregatício, poderá efetuar a retenção de tributos e o cumprimento das respectivas obrigações acessórias, ficando as empresas consorciadas solidariamente responsáveis. </p>
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		<title>Debate sobre ocupação irregular do solo pode voltar à pauta</title>
		<link>http://eduardosciarra.com.br/debate-sobre-ocupacao-irregular-do-solo-pode-voltar-a-pauta/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 13:10:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu na Agência Câmara (8/02/11)

Governo anunciou que vai apresentar MP para evitar ocupação de áreas de risco. Na Câmara, projeto sobre o tema está pronto para votação desde 2007.
Com o início da nova legislatura, os deputados poderão voltar a discutir a proposta que cria a Lei de Responsabilidade Territorial Urbana (PL 3057/00 e apensados). O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Deu na Agência Câmara (8/02/11)<br />
</em><br />
Governo anunciou que vai apresentar MP para evitar ocupação de áreas de risco. Na Câmara, projeto sobre o tema está pronto para votação desde 2007.</p>
<p>Com o início da nova legislatura, os deputados poderão voltar a discutir a proposta que cria a Lei de Responsabilidade Territorial Urbana (PL 3057/00 e apensados). O projeto, pronto para ser votado pelo Plenário desde 2007, institui medidas para evitar a construção de casas em áreas de risco e prevenir tragédias como a que atingiu o estado do Rio de Janeiro no início deste ano, quando enchentes e deslizamentos de terra causaram centenas de mortes. O governo federal já anunciou que vai apresentar uma medida provisória com novas regras para a ocupação e o uso do solo.</p>
<p>A proposta da Câmara teve origem no PL 3057/00 e em cerca de 20 projetos apensados. Após receber centenas de emendas e dezenas de votos em separado, o texto mais recente é o substitutivo de autoria do ex-deputado Renato Amary (PSDB-SP), aprovado em comissão especial criada para analisar o assunto.</p>
<p>O substitutivo, que contém 138 artigos, resultou de inúmeras sugestões ao longo de quase oito anos de debate sobre o parcelamento do solo urbano. A principal inovação trazida pelo substitutivo é também um dos pontos que o governo pretende incluir na medida provisória: a responsabilização do administrador público nos casos de negligência ou de má gestão relacionada à ocupação do solo.</p>
<p>Entre outras inovações propostas no substitutivo está a proibição do uso de áreas sujeitas à inundação e de locais contaminados ou de áreas onde não houver como implementar infraestrutura urbana. O texto também traz novas regras para a criação e a manutenção de condomínios fechados e para a regularização fundiária no ambiente urbano. Se aprovado, o texto substituirá a Lei de Parcelamento do Solo Urbano (6.766/79).</p>
<p>Segundo o deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR), que participou dos debates como membro da comissão especial, o substitutivo aprovado não chegou a ser votado pelo Plenário em razão de questionamentos posteriores feitos por alguns ministérios. “O acordo inicial com o governo incluía a discussão e votação da matéria pelo Plenário. Mas, como alguns ministérios requereram uma análise mais detalhada de alguns pontos, a proposta acabou paralisada”, disse Sciarra.</p>
<p>O deputado lembra que, com a edição, em 2009, da medida provisória que deu origem ao Programa Minha Casa, Minha Vida (Lei 11.977/09), o governo aproveitou quase integralmente no texto da MP a parte do substitutivo referente à regularização fundiária de interesse social. “A aprovação de apenas parte da proposta criou uma legislação capenga”, criticou o deputado, sem desconsiderar que novos acordos possam levar o substitutivo a ganhar espaço na pauta de discussões da Câmara.</p>
<p>Na opinião de outro membro da comissão especial, deputado Zezéu Ribeiro (PT-BA), a dificuldade de compatibilizar os diversos interesses envolvidos pode ter também sido um dos motivos que acabaram atravancando o andamento da proposta. “O texto terminou por ficar abrangente demais e envolver uma série de temas direta e indiretamente ligados ao parcelamento do solo”, observa o deputado.</p>
<p>Inovações propostas</p>
<p>O princípio geral adotado no substitutivo foi o de descentralizar o máximo possível as decisões governamentais. Assim, no texto aprovado, os atos do poder público foram remetidos ao município e, somente em ocasiões especiais, aos estados. “Um dos objetivos é capacitar os municípios a fiscalizar e a ter a gestão plena dos licenciamentos territoriais e ambientais”, disse Zezéu Ribeiro, ao lembrar que algumas licenças, como a ambiental, ainda são competência dos estados.</p>
<p>Reponsabilização dos prefeitos</p>
<p>Na reunião que sinalizou a possibilidade de encaminhar a medida provisória ao Congresso, o vice-presidente da República, Michel Temer, afirmou que os prefeitos deveriam agir para a retirada da população e para impedir novas ocupações. “Você poderia ter uma sanção negativa, como redução dos recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM), mas também poderemos estabelecer prêmios para quem cumprir as metas”, disse Temer. </p>
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		<title>CCJ aprova política nacional para transporte público urbano</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Nov 2010 16:12:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (17) o Projeto de Lei que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana, proposta que estabelece as diretrizes para o transporte coletivo nas cidades brasileiras.Segundo o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM-PR), que presidiu na Câmara dos Deputados a Comissão Especial do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado Federal aprovou nesta quarta-feira (17) o Projeto de Lei que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana, proposta que estabelece as diretrizes para o transporte coletivo nas cidades brasileiras.Segundo o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM-PR), que presidiu na Câmara dos Deputados a Comissão Especial do Transporte Coletivo Urbano, a aprovação do projeto indica que o primeiro passo para esta política entrar em vigor já foi dado. “O texto aprovado nesta quarta foi o mesmo aprovado pela Câmara e atende às necessidades da população brasileira que utiliza o transporte público coletivo”, afirmou.</p>
<p>O texto estabelece as diretrizes para a contratação desses serviços por licitação, para a revisão de tarifas e para a concessão de benefícios tarifários. No caso da concessão de benefícios tarifários a algumas categorias, o poder público deverá cobrir o déficit decorrente com receitas extratarifárias. Fica proibido transferir os custos da medida para os usuários do sistema.<br />
O texto também lista diversos direitos dos usuários, entre eles o de participar do planejamento, da fiscalização e da avaliação da política local de mobilidade urbana. O usuário também terá o direito de ser informado, nos pontos de embarque e desembarque de passageiros, sobre itinerários, horários e tarifas dos serviços.</p>
<p>Segundo Sciarra, a Política Nacional de Mobilidade Urbana será efetivada por meio de um plano de mobilidade urbana, a ser elaborado pelos municípios com mais de 20 mil habitantes ou que contem com plano diretor. Os municípios terão prazo de três anos para elaborar o Plano de Mobilidade Urbana, assim que a lei for sancionada. Aqueles que não cumprirem o prazo ficarão impedidos de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade urbana.</p>
<p>O projeto segue agora para votação nos seguintes colegiados do Senado: Comissão de Assuntos Econômicos (CAE); Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA); Comissão de Desenvolvimento Regional e Turismo (CDR); e Comissão de Serviços de Infra-Estrutura (CI). Nesta última, a matéria recebe decisão terminativa.</p>
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		<title>Editorial &#8211; Aeroportos ineficientes</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Oct 2010 16:55:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;O governo sabe que a iniciativa privada pode fazer melhor gestão dos aeroportos, mas por questões ideológicas, e especialmente eleitorais não realiza as concessões. Para o PT, entre o povo e a idealogia, que se dane o povo!&#8221;

Deu na Folha de S. Paulo (18/10/10)

Opinião
Editorial &#8211; Aeroportos ineficientes

São conhecidos, e cada vez mais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;O governo sabe que a iniciativa privada pode fazer melhor gestão dos aeroportos, mas por questões ideológicas, e especialmente eleitorais não realiza as concessões. Para o PT, entre o povo e a idealogia, que se dane o povo!&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu na Folha de S. Paulo (18/10/10)<br />
</em><br />
Opinião</p>
<p><strong>Editorial &#8211; Aeroportos ineficientes<br />
</strong><br />
São conhecidos, e cada vez mais graves, os gargalos da aviação civil no Brasil. Enquanto o crescimento da economia leva novos passageiros às salas de espera, faltam vagas nos pátios para comportar a necessária ampliação do número de voos. O que já não bastaria, de toda forma -pois também faltam novos aeroportos.</p>
<p>Segundo um estudo contratado pelo BNDES, será preciso, até 2030, aumentar em 2,4 vezes a atual capacidade de transporte de passageiros, de 130 milhões para 310 milhões de pessoas por ano -o equivalente a construir &#8220;nove Guarulhos&#8221;, como é conhecido o maior aeroporto do país.</p>
<p>Mesmo a escassa infraestrutura já existente funciona mal. A pedido da Folha, a Associação Internacional de Transporte Aéreo, principal entidade do setor, comparou a eficiência de aeroportos brasileiros e internacionais.</p>
<p>Segundo o levantamento, o tempo de conexão em Congonhas é de pelo menos uma hora. Leva-se em consideração, nessa contagem, os minutos gastos nas tarefas necessárias antes de a aeronave levantar voo, como liberação de bagagens, acesso aos terminais, filas e manutenção.</p>
<p>No aeroporto central de Chicago, de tamanho e capacidade comparáveis ao paulistano, gasta-se menos da metade do tempo -25 minutos- em solo. Discrepâncias semelhantes foram encontradas na comparação entre Cumbica e o aeroporto de Gatwick, em Londres. Seria possível, com maior eficiência, aumentar a quantidade de voos e a capacidade de transporte de passageiros.</p>
<p>O governo Lula resiste à ideia de abrir ao capital privado a responsável pela tarefa de gerir os aeroportos, a Infraero -afastando, assim, uma oportunidade de avançar na modernização do setor. Ainda que se mantenha essa opção, nada justifica a ineficiência da empresa, que precisa dizer a que veio neste momento em que a demanda exige respostas.</p>
<p>Ganhos de gestão também podem advir da delegação aos Estados do direito de construir e administrar aeroportos, bem como da concessão administrativa de algumas unidades à iniciativa privada. É preciso aumentar, com urgência, o tamanho e a qualidade dos investimentos no setor. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Aprovação de Política Nacional de Resíduos Sólidos é avanço na qualidade vida das cidades, diz Sciarra</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Jul 2010 18:36:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>

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		<description><![CDATA[O projeto de lei que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovado nesta semana no plenário do Senado Federal e vai à sanção presidencial. Após tramitar 19 anos no Congresso Nacional, a proposta determina que União, Estados e Municípios tenham planos para tratamento dos resíduos sólidos, fixando metas e programas para reciclagem, proibindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O projeto de lei que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos foi aprovado nesta semana no plenário do Senado Federal e vai à sanção presidencial. Após tramitar 19 anos no Congresso Nacional, a proposta determina que União, Estados e Municípios tenham planos para tratamento dos resíduos sólidos, fixando metas e programas para reciclagem, proibindo também os chamados “lixões”. Deverão ser construídos aterros sanitários adequados ambientalmente.</p>
<p>O deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) manifestou sua satisfação pela aprovação, por ser este um dos assuntos a que mais se dedicou em sua atuação como presidente da Comissão de Desenvolvimento Urbano (CDU). “Quando assumi, a presidência da Comissão, estabelecemos como prioridades a discussão da Política Nacional de Resíduos Sólidos e do Código Ambiental Urbano. Conseguimos conduzir as negociações com sucesso e atrair o apoio do presidente da Câmara, Michel Temer, para agilizar a tramitação desta matéria que já estava há 19 anos no Congresso”, lembrou Sciarra.</p>
<p>O deputado paranaense também participou ativamente no Grupo de Trabalho de Resíduos Sólidos, presidido pelo deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), que possibilitou a votação da matéria. “É um grande avanço na solução de um dos grandes passivos ambientais do País e contribuirá para o crescimento sustentável, além de estimular a criação de empregos ao admitir a responsabilidade compartilhada, pela qual os empresários poderão investir juntamente com os governos em planos de tratamento dos resíduos sólidos”, afirmou Sciarra.</p>
<p>“Hoje as redes de reciclagem que atuam no país empregam cerca de 450 mil pessoas na informalidade. Com o aumento do índice de reciclagem para 25%, dentro desta nova Lei de Resíduos Sólidos, teremos um milhão de pessoas trabalhando formalmente nesse processo”, ressaltou o deputado paranaense.</p>
<p>Boa parte destes empregos formais poderá ser gerada através do programa do Micro Empreendedor Individual (Lei Complementar 128/06), medida que permite que trabalhadores autônomos com renda até R$ 36 mil anuais possam regularizar suas atividades, pagando menos impostos e obtendo os mesmos benefícios de uma empresa formal. A criação deste programa também contou com a participação ativa do deputado Sciarra, que foi vice-presidente da comissão especial criada com o objetivo de discutir a medida.</p>
<p>Atualmente, milhares de toneladas de resíduos são depositados diariamente em aterros sanitários e outras tantas toneladas são jogadas em terrenos baldios, lixões, margens de rios e mesmo nas ruas, trazendo graves problemas para a saúde, meio ambiente e qualidade de vida da população. A lei será um grande passo em prol do desenvolvimento sustentável do Brasil.</p>
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		<title>Política Nacional de Resíduos Sólidos poderá gerar um milhão de empregos, diz Sciarra</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Jun 2010 17:23:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>

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		<description><![CDATA[Um dos grandes problemas da população brasileira que vive em cidades de grande e médio porte é o volume de lixo gerado. Para resolver esse impasse, o Senado Federal pode votar essa semana em Brasília o projeto de lei que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Se aprovado, a lei será enviada imediatamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos grandes problemas da população brasileira que vive em cidades de grande e médio porte é o volume de lixo gerado. Para resolver esse impasse, o Senado Federal pode votar essa semana em Brasília o projeto de lei que estabelece a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS). Se aprovado, a lei será enviada imediatamente ao presidente da República, para sua transformação em lei.</p>
<p>A política de resíduos sólidos eleva o índice de reciclagem no Brasil a 25% até 2015. A destinação do lixo, que hoje é exclusivamente gerenciada pelos municípios, passará a ser também responsabilidade das empresas e cidadãos consumidores. De acordo com o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM-PR), que votou a favor da política na Câmara dos Deputados em março desse ano, essa responsabilidade compartilhada será um grande passo para o setor empresarial brasileiro, que precisará apresentar propostas sobre a atribuição de cada parte até o final de 2011.</p>
<p>“Hoje as redes de reciclagem que atuam no país empregam cerca de 450 mil pessoas na informalidade. Com o aumento do índice de reciclagem para 25%, dentro desta nova Lei de Resíduos Sólidos, teremos um milhão de pessoas trabalhando formalmente nesse processo”, afirmou Sciarra.</p>
<p>Segundo o democrata, o processo de formalização do trabalho destas pessoas poderá ser conduzido através de outra nova legislação, que permite a estes trabalhadores a adesão ao programa do Micro Empreendedor Individual, sistema que prevê um regime diferenciado de tributação para profissionais que ganham até R$ 36 mil anuais e têm, no máximo, um funcionário. Estes profissionais têm direito a aposentadoria por idade, auxílio doença, pensão, salário maternidade, cobertura pelo INSS e outros benefícios.</p>
<p>Responsabilidade dos fabricantes</p>
<p>Outra novidade do projeto dos resíduos sólidos é a &#8220;logística reversa&#8221;, que obriga fabricantes, importadores, distribuidores e vendedores a realizarem o recolhimento de embalagens usadas. Foram incluídos nesse sistema agrotóxicos, pilhas e baterias, pneus, óleos lubrificantes, lâmpadas (todas elas) e eletroeletrônicos.</p>
<p>O projeto também proíbe a criação de &#8220;lixões&#8221;, onde os resíduos são lançados a céu aberto. Todas as prefeituras deverão construir aterros sanitários adequados ambientalmente, onde só poderão ser depositados os resíduos sem qualquer possibilidade de reaproveitamento ou compostagem. Será proibido catar, morar ou criar animais em aterros sanitários.</p>
<p>Atualmente, milhares de toneladas de resíduos são depositados diariamente em aterros sanitários e outras tantas toneladas são jogadas em terrenos baldios, lixões, margens de rios e mesmo nas ruas, trazendo graves problemas para a saúde, meio ambiente e qualidade de vida da população. A aprovação da lei será um grande passo em prol do desenvolvimento sustentável do Brasil.</p>
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		<title>Comissão aprova parecer sobre Política Nacional de Mobilidade Urbana</title>
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		<pubDate>Wed, 19 May 2010 18:00:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão Especial do Transporte Coletivo Urbano aprovou nesta quarta-feira (19) o parecer da relatora, deputada Angela Amin (PP-SC). A relatora apresentou substitutivo que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana e estabelece, entre outros pontos, a prioridade do transporte público coletivo e dos meios não-motorizados.
O presidente da Comissão, deputado federal Eduardo Sciarra (DEM-PR) cumprimentou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Comissão Especial do Transporte Coletivo Urbano aprovou nesta quarta-feira (19) o parecer da relatora, deputada Angela Amin (PP-SC). A relatora apresentou substitutivo que institui a Política Nacional de Mobilidade Urbana e estabelece, entre outros pontos, a prioridade do transporte público coletivo e dos meios não-motorizados.</p>
<p>O presidente da Comissão, deputado federal Eduardo Sciarra (DEM-PR) cumprimentou a relatora pelo trabalho realizado. “A deputada Angela Amim fez um relatório que atende a população brasileira que utiliza o transporte público coletivo e cria a possibilidade de implantação da Política Nacional de Mobilidade Urbana”, afirmou Sciarra, que declarou encerrado o trabalho da Comissão. O projeto agora vai para publicação, e depois segue para o Senado Federal.</p>
<p>Tarifas de transporte</p>
<p>No âmbito da regulação dos serviços de transporte público coletivo, o parecer estabelece diretrizes para a contratação desses serviços por licitação, para a revisão de tarifas e para a concessão de benefícios tarifários.</p>
<p>No caso da concessão de benefícios tarifários a algumas categorias, o poder público deverá cobrir o déficit decorrente com receitas extratarifárias. Fica proibido transferir os custos da medida para os usuários do sistema.</p>
<p>Direitos dos usuários</p>
<p>O texto lista diversos direitos para os usuários, entre eles o de participar do planejamento, da fiscalização e da avaliação da política local de mobilidade urbana. O usuário também terá o direito de ser informado, nos pontos de embarque e desembarque de passageiros, sobre itinerários, horários e tarifas dos serviços.</p>
<p>Para assegurar a participação da sociedade civil, a Política de Mobilidade Urbana prevê a criação de órgãos colegiados e de ouvidorias, a realização de audiências e consultas públicas, e procedimentos sistemáticos de comunicação.</p>
<p>Plano de Mobilidade Urbana</p>
<p>Segundo o texto, a Política Nacional de Mobilidade Urbana será efetivada por meio de um plano de mobilidade urbana, a ser elaborado pelos municípios com mais de 20 mil habitantes ou que contem com plano diretor.</p>
<p>Nos municípios sem sistema de transporte público coletivo ou individual, o plano de mobilidade urbana deverá ter o foco no transporte não motorizado, como o planejamento da infraestrutura urbana destinada aos deslocamentos a pé e por bicicleta.</p>
<p>Os municípios terão prazo de três anos para elaborar o Plano de Mobilidade Urbana. Os que não cumprirem o prazo ficarão impedidos de receber recursos orçamentários federais destinados à mobilidade urbana.</p>
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