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	<title>Sciarra &#187; EDUCAÇÃO</title>
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	<description>Blog do Deputado Eduardo Sciarra</description>
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		<title>“Santa Helena terá ensino superior de qualidade”, afirma Sciarra</title>
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		<pubDate>Fri, 18 May 2012 20:14:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O governador Beto Richa assinou nesta sexta-feira (18), em Santa Helena, Decreto autorizando a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior a promover estudos para a realização de vestibular para os cursos de Engenharia Ambiental e de Informática, consolidando a reabertura do campus universitário do município que havia sido fechado em 2006. O concurso seletivo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O governador Beto Richa assinou nesta sexta-feira (18), em Santa Helena, Decreto autorizando a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior a promover estudos para a realização de vestibular para os cursos de Engenharia Ambiental e de Informática, consolidando a reabertura do campus universitário do município que havia sido fechado em 2006. O concurso seletivo deverá acontecer durante o segundo semestre, com início das aulas em março de 2013. Nos próximos 60 dias, será definido se os cursos serão realizados pela Universidade Estadual Oeste do Paraná (Unioeste) ou pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).</p>
<p>“Certamente será implementado o melhor projeto para Santa Helena”, avaliou o deputado federal Eduardo Sciarra (PSD), principal articulador da reabertura do campus universitário. “De uma ou de outra forma, Santa Helena terá ensino superior de qualidade”, disse. A solenidade pública com cerca de 2.000 pessoas aconteceu na Praça Orlando Webber, no centro do município, com as presenças dos secretários de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Santos Leal Neto, e do Esporte, Evandro Rogério Roman, do reitor da Unioeste, Paulo Sérgio Wolff, da prefeita Rita Maria Schmidt, do presidente da Itaipu Binacional, Jorge Samek, e de diversos deputados estaduais.</p>
<p>“Os cursos vão beneficiar os jovens que, com o fechamento da Unioeste, vinham sendo obrigados a deixar o município para ingressar no ensino superior”, explicou Sciarra. Segundo o parlamentar, o curso de Engenharia Ambiental será voltado para formar profissionais que atuam no diagnóstico, manejo, tratamento e controle de problemas ambientais urbanos e rurais, com o objetivo de propor soluções e incentivar o desenvolvimento sustentável. Já o curso de Informática formará profissionais de alto nível na área da tecnologia da informação e comunicação. “São duas áreas de atuação em crescimento no mercado de trabalho e que abrem amplas perspectivas de futuro para os jovens da região”, avaliou Sciarra. Cerca de 70% dos alunos das unidades de ensino superior da região são moradores do Oeste do Paraná, sendo as demais vagas ocupadas por estudantes de outras localidades ou mesmo de fora do estado.</p>
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		<title>Sciarra confirma reabertura da Unioeste em Santa Helena</title>
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		<pubDate>Fri, 27 Apr 2012 18:04:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O deputado federal Eduardo Sciarra (PSD) anunciou nesta terça-feira (24) a reabertura dos cursos superiores da Universidade do Oeste (Unioeste) em Santa Helena, no extremo Oeste do estado, encerrados pelo governo anterior em 2008. Segundo Sciarra, o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Santos Leal Neto, e o reitor Paulo Sérgio Wolff [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Eduardo Sciarra (PSD) anunciou nesta terça-feira (24) a reabertura dos cursos superiores da Universidade do Oeste (Unioeste) em Santa Helena, no extremo Oeste do estado, encerrados pelo governo anterior em 2008. Segundo Sciarra, o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Santos Leal Neto, e o reitor Paulo Sérgio Wolff iniciam ainda nesta semana as conversações sobre o modelo a ser implantado, os cursos a serem ofertados e a realização do vestibular ainda neste ano. O governador Beto Richa assinará no próximo dia 18 de maio, em Santa Helena, o ato de lançamento do edital para a realização do vestibular.</p>
<p>“O governador se mostrou muito sensível à nossa reivindicação por estar preocupado com o futuro dos jovens daquela região, que, sem a unidade da Unioeste, estavam deixando suas casas para continuarem os estudos”, afirmou Sciarra. Segundo ele, a principal decisão a ser tomada é se a reabertura ocorrerá como extensão universitária ou se será implantado um novo campus da Unioeste em Santa Helena. Os cursos de extensão seriam administrados pelas unidades de Marechal Rondon ou Cascavel, com participação da prefeitura de Santa Helena. “Mas a preferência da população é para que seja implantado um campus, com maior autonomia pedagógica e de investimentos”, explicou Sciarra.</p>
<p>De acordo com o deputado, a estrutura física já existente em Santa Helena também pesou para a decisão do governo estadual. “A prefeitura fez um grande investimento e cometeu-se, em passado recente, um equívoco inominável”, disse. A Unioeste em Santa Helena ofertava até 2008 cursos de Ciências Biológicas, Educação Física, Administração de Empresas e Pedagogia. “O secretário e o reitor irão discutir com maior profundidade os cursos a serem ofertados”, disse. Segundo ele, a população do município tem reivindicado a abertura de um curso de Engenharia Ambiental, que seria o primeiro da região. “De todo modo, o ensino superior sempre fortalece a economia, a cultura e difunde o conhecimento”, avaliou. “Santa Helena possui estrutura e capacidade para sustentar um novo campus no município”, defendeu</p>
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		<title>Deputado Sciarra lidera nova investida visando retorno da Unioeste a Santa Helena &#124; Rádio Grande Lago &#8211; AM 580</title>
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		<pubDate>Tue, 20 Mar 2012 20:47:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O deputado federal Eduardo Sciarra, do PSD, declarou na manhã de hoje à Rádio Grande Lago alguns pontos que o levaram a iniciar uma nova investida junto ao governo do Estado do Paraná, com o objetivo de que a Unioeste volte a se instalar em Santa Helena. Conforme o deputado, é a primeira vez que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Eduardo Sciarra, do PSD, declarou na manhã de hoje à Rádio Grande Lago alguns pontos que o levaram a iniciar uma nova investida junto ao governo do Estado do Paraná, com o objetivo de que a Unioeste volte a se instalar em Santa Helena. Conforme o deputado, é a primeira vez que ele está atuando em prol desta causa, e já nas primeiras ações esbarrou na falta de orçamento do estado.</p>
<p>Segundo Sciarra, a esperança está no fato de que está em andamento um estudo, destinado a levantar cursos que onerem menos os cofres públicos do Estado, como por exemplo, Ciências Biológicas, o que poderia ser implantado em Santa Helena, e quem sabe superar esse problema orçamentário.</p>
<p>Como é sabido, no início do ano o governo Beto Richa cortou 48% do orçamento da Unioeste e até mais que isso noutras universidades paranaenses. Por isso, é até meio estranho entender o investimento em um novo campus, ao mesmo tempo que o mesmo governo corta as verbas das universidades.</p>
<p>O deputado Sciarra disse que trabalha para superar essa dificuldade, ressaltando que deixou claro ao governador que a Unioeste em Santa Helena está acima de questões partidárias, sendo um grande anseio da comunidade, e mesmo cauteloso, se diz otimista em relação ao assunto</p>
<p>Deputado Sciarra (áudio 01)</p>
<p>O deputado diz que nos próximos dias a população terá uma resposta deste trabalho e garante que os projetos estão avançados.</p>
<p>Deputado Sciarra (áudio 02)</p>
<p>Rádio Grande Lago &#8211; AM 580</p>
<p>Confira o Áudio no link abaixo:</p>
<p><a href="http://www.rgl.com.br/noticia/santa-helena/deputado-sciarra-lidera-nova-investida-visando-retorno-da-unioeste-a-santa-hele">Deputado Sciarra lidera nova investida visando retorno da Unioeste a Santa Helena | Rádio Grande Lago &#8211; AM 580</a>.</p>
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		<title>Sciarra defende implantação de campus da UTFPR em Cascavel</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Dec 2011 18:15:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Polo econômico da região Oeste do Paraná, o município de Cascavel reivindica a instalação de uma unidade da Universidade Técnica Federal do Paraná (UTFPR). Um documento com as argumentações da solicitação foi entregue nesta quinta-feira (15), em Brasília, ao secretário executivo do Ministério da Educação, José Henrique Paim, pelos deputados federais Eduardo Sciarra (PSD) e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Polo econômico da região Oeste do Paraná, o município de Cascavel reivindica a instalação de uma unidade da Universidade Técnica Federal do Paraná (UTFPR). Um documento com as argumentações da solicitação foi entregue nesta quinta-feira (15), em Brasília, ao secretário executivo do Ministério da Educação, José Henrique Paim, pelos deputados federais Eduardo Sciarra (PSD) e Alex Canziani (PTB). </p>
<p>Em vista da importância da instalação da unidade para Cascavel e região e desejando contribuir decisivamente para que este objetivo seja atingido, o deputado Eduardo Sciarra se dispôs a alocar recursos de emenda individual, no valor de R$ 1,5 milhão para o projeto caso o MEC avalie positivamente sua viabilidade técnica e decida pela implantação. “É importante que outros parlamentares também destinem recursos para essa proposta que proporcionará oportunidades para que mais jovens se qualifiquem profissionalmente e ingressem no mercado de trabalho”, ressaltou o deputado.</p>
<p>A Prefeitura também manifestou interesse em apoiar o projeto. O prefeito Edgar Bueno, em ofício ao ministro da Educação, comprometeu-se em ceder uma área para a construção do novo campus. “Com essa importante conquista, a UFTPR poderá expandir sua atuação por toda região Oeste do Paraná. Unindo as ações dos campi já existentes em Medianeira e Toledo com a nova unidade de Cascavel, formaremos um polo educacional no segmento tecnológico e profissionalizante”, assinalou o prefeito.</p>
<p>As razões que justificam a proposta são múltiplas e consistentes. Presentes no documento entregue pelos deputados ao secretário Paim, algumas dessas motivações são a ampliação da oferta de vagas de ensino público superior em Cascavel e região, incluindo pós-graduação lato sensu nas áreas tecnológicas e, futuramente, programas stricto sensu; o manifesto interesse e mobilização da comunidade cascavelense, congregando lideranças políticas municipais, estaduais e federais, entidades educacionais, entidades empresariais e cooperativas; os decorrentes avanços socioeconômicos que a atuação da UTFPR proporcionará na região ao implantar seus cursos; e o desenvolvimento tecnológico, demandado pelo segmento produtivo regional, que será produzido pelos trabalhos e pesquisas desenvolvidos no Campus.</p>
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		<title>Sete municípios do PR ganham unidades da IFPR</title>
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		<pubDate>Wed, 17 Aug 2011 12:24:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[CASCAVEL]]></category>
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		<description><![CDATA[Cascavel está entre os sete municípios paranaenses que serão contemplados com um novo campus do Instituto Federal do Paraná (IFPR). O anúncio foi feito nesta terça-feira (16) pela presidente Dilma Rousseff, em solenidade no Palácio do Planalto. O deputado federal Eduardo Sciarra, o prefeito Edgar Bueno, o secretário de Educação, Valdecir Nath, e os deputados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cascavel está entre os sete municípios paranaenses que serão contemplados com um novo campus do Instituto Federal do Paraná (IFPR). O anúncio foi feito nesta terça-feira (16) pela presidente Dilma Rousseff, em solenidade no Palácio do Planalto. O deputado federal Eduardo Sciarra, o prefeito Edgar Bueno, o secretário de Educação, Valdecir Nath, e os deputados estaduais André Bueno e Professor Lemos, estiveram presentes na cerimônia. Também receberão novas unidades os municípios de Pitanga, União da Vitória, Capanema, Pinhais, Colombo e Jaguariaíva.</p>
<p>Essa será a primeira instituição do governo federal implantada em Cascavel. De acordo com o secretário de Educação, o município já tem todos os projetos prontos e aprovados pela Secretaria de Planejamento de Cascavel e pelo Ministério da Educação. A obra está orçada em aproximadamente R$ 11 milhões e prevista para começar em 2012.</p>
<p>Sciarra ressaltou a importância de instalar uma unidade autônoma do Instituto Federal do Paraná em Cascavel. “Essa unidade favorecerá a qualificação profissional tão importante para o desenvolvimento e geração de emprego na região Oeste do Paraná”, afirmou Sciarra.</p>
<p>O prefeito Edgar Bueno informou que o município já disponibilizou uma área de 34 mil metros quadrados, na Zona Norte da cidade, para a construção do campus. Prefeitos de 120 municípios assumiram o compromisso com o governo federal de oferecer terrenos para a instalação das unidades de educação profissional. As novas escolas devem ficar prontas até 2014.</p>
<p>Região Norte</p>
<p>Para o coordenador do Núcleo Multissetorial da Região Norte, da Associação Comercial e Industrial de Cascavel (Acic), Ivori Gluzezak, “a efetivação do IFPR vai contribuir para transformar não só o município mas toda a região”.</p>
<p>Há cerca de uma semana o deputado Eduardo Sciarra participou de reunião daquele Núcleo Multissetorial, quando expôs o apoio que já viabilizou para o Instituto e ouviu outras reivindicações da Região Norte, como a construção de um hospital público.</p>
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		<title>Novo reitor garante início das obras em Cascavel</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Jun 2011 17:44:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[O campus de Cascavel do Instituto Federal do Paraná (IFPR) terá suas obras iniciadas em breve e conta com R$ 1,5 milhão de orçamento próprio, do Ministério da Educação. A informação foi dada em Curitiba ao deputado federal Eduardo Sciarra pelo novo reitor do IFPR, professor Irineu Colombo.

Além disso, a bancada federal paranaense incluiu R$ [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">O campus de Cascavel do Instituto Federal do Paraná (IFPR) terá suas obras iniciadas em breve e conta com R$ 1,5 milhão de orçamento próprio, do Ministério da Educação. A informação foi dada em Curitiba ao deputado federal Eduardo Sciarra pelo novo reitor do IFPR, professor Irineu Colombo.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Além disso, a bancada federal paranaense incluiu R$ 15,5 milhões no Orçamento 2011 da União para o Instituto Federal do Paraná (IFPR), dos quais um percentual desse valor, que vier a ser empenhado, será destinado às obras da unidade de Cascavel, em área de 34 mil metros quadrados, doada pela Prefeitura, na Zona Norte do município.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Para o orçamento do próximo ano, atendendo solicitação recebida da Associação Comercial e Industrial de Cascavel (Acic), Sciarra propôs colocar uma emenda individual no orçamento federal. “É importante que outros parlamentares também destinem recursos para essa obra que vai abrir oportunidades para que mais jovens ingressem no mercado de trabalho”, ressalta o deputado.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Prioridades</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>Na capital paranaense, durante o ato de transmissão de cargo para a gestão 2011-2015, o reitor Irineu Colombo voltou a reforçar a importância de consolidar as 14 atuais unidades do Instituto Federal do Paraná (IFPR). Além de Cascavel, há campus nas cidades de Assis Chateaubriand, Campo Largo, Curitiba, Foz do Iguaçu, Irati, Ivaiporã, Jacarezinho, Londrina, Palmas, Paranaguá, Paranavaí, Telêmaco Borba e Umuarama.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>“Teremos quatro anos para consolidar toda esta estrutura com laboratórios, bibliotecas, salas de aula, contratar novos servidores e ainda atender à expansão prevista pelo MEC”, disse o novo reitor na cerimônia de posse.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div>O IFPR já foi comunicado pelo Ministério da Educação (MEC) de que a previsão é receber mais seis campus em 2012. O Paraná tem uma lista com 19 cidades que pleiteiam uma unidade, mas quem vai definir isso é o MEC em conjunto com a Presidência da República.</div>
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		<title>Ainda um desastre</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 17:06:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;A educação continua fora das prioridades do governo. O crescimento sustentável do Brasil depende cada vez mais do salto na qualidade da educação. Não há outra saída.&#8221;

Deu no O Globo (08/12/10)

Ainda um desastre

Roberto Maltchik
Brasil consegue melhora em ranking internacional de educação, mas qualidade continua baixa 
Apesar de registrar melhora na última década, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;A educação continua fora das prioridades do governo. O crescimento sustentável do Brasil depende cada vez mais do salto na qualidade da educação. Não há outra saída.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu no O Globo (08/12/10)<br />
</em><br />
<strong>Ainda um desastre<br />
</strong><br />
Roberto Maltchik</p>
<p>Brasil consegue melhora em ranking internacional de educação, mas qualidade continua baixa </p>
<p>Apesar de registrar melhora na última década, a educação no Brasil ainda está muito longe da de países com boa qualidade de ensino. Entre os 65 países que participaram da mais completa avaliação mundial sobre o nível de conhecimento, o Programa Internacional de Avaliação de Alunos (Pisa), os brasileiros ficaram em 53º lugar, obtendo a média de 401 pontos numa escala que chega a 800. Em leitura, 49% dos alunos brasileiros ficaram no patamar mais baixo de aprendizado, o nível 1, ou até mesmo abaixo dele. Em matemática, o percentual de estudantes com o pior desempenho, no nível 1, chegou a 69%. Em ciência, 54% dos estudantes também têm conhecimento muito limitado. </p>
<p>Elaborada pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e aplicada em alunos de 15 anos de idade, a prova mostra, no entanto, que a educação brasileira tem evoluído. Há dez anos, o país estava na lanterna do ranking do Pisa &#8211; em 2000, o Brasil permanecia no 45º lugar entre 45 países. Na edição de 2009, a média do Brasil subiu 33 pontos, o terceiro maior crescimento registrado na avaliação. A curva de crescimento do país ficou atrás apenas da de Chile e de Luxemburgo. Mesmo assim, o país ficou pior que países como Tailândia, Trinidad e Tobago, México e Turquia. </p>
<p>- Não podemos negar que o aumento do investimento melhorou a educação. Mas estávamos falando de uma educação péssima. Daqui para frente, o desafio é muito maior &#8211; avaliou Mozart Neves Ramos, conselheiro do movimento Todos Pela Educação. </p>
<p>O exame do Pisa classifica o desempenho dos alunos segundo seis níveis de proficiência em leitura, matemática e ciência. Cada um deles indica um grau de conhecimento. Em leitura, por exemplo, o aluno que está no nível 1 identifica o tema principal de um texto ou estabelece conexões com conhecimentos do dia a dia. Já o aluno que obtém nível cinco é capaz de avaliar, criticar e até levantar hipóteses sobre o conteúdo. Em matemática, o aluno que obtém nível 1 só realiza ações óbvias e segue estímulos externos. </p>
<p>Matemática: o pior desempenho </p>
<p>No Brasil, apenas 0,1% dos alunos alcançou nas provas de leitura e matemática média equivalente ao nível 6, o mais alto da avaliação. Em ciências, 0,6% dos estudantes tiveram média que corresponde ao nível 5 de conhecimento. Ninguém conseguiu alcançar o nível mais alto na escala de proficiência, em que os alunos dominam conceitos mais complexos. </p>
<p>Das três áreas avaliadas pelo Pisa, o pior desempenho dos alunos brasileiros foi registrado na prova de matemática. Segundo a OCDE, o país obteve apenas 386 pontos em matemática, única área em que a nota não atingiu a meta de 395 pontos, estabelecida pelo próprio Ministério da Educação. Em leitura, a pontuação atingiu 412, seguida de ciências, com 405. Entretanto, no quadro comparativo de nove anos, entre 2000 e 2009, a matemática obteve a maior evolução (52 pontos), contra 30 pontos de aumento em ciências e apenas 16 de leitura. </p>
<p>Na média geral, o resultado das meninas brasileiras (403 pontos) superou o dos meninos (399 pontos). Na comparação com 2006, elas também obtiveram notas melhores, com um salto de 18 pontos, contra 15 dos colegas. No principal tema da prova (leitura), o conhecimento das meninas evoluiu ainda mais. Entre 2000 e 2009, a média das estudantes subiu 21 pontos, contra apenas nove dos alunos. </p>
<p>- A matemática oferece o maior desafio para a educação brasileira. Dos poucos alunos que conseguem terminar a graduação, pouquíssimos ficam no magistério. Tem muito professor de geografia dando aula de matemática. Isso é decisivo para que tenhamos esse baixo aproveitamento &#8211; analisa o professor Célio da Cunha, do Departamento de Educação da Universidade de Brasília (UnB). </p>
<p>Segundo a avaliação feita pela OCDE, com base nos dados do Pisa, as políticas educacionais do Brasil melhoraram nos últimos dez anos. Entretanto, são insuficientes para pôr os estudantes brasileiros num nível no mercado global da indústria e comércio. </p>
<p>&#8220;A média do Brasil melhorou em todos os aspectos. Obviamente, não põe o Brasil entre os países com alta performance, mas tais ganhos sugerem que o Brasil pôs em prática políticas coerentes, que aparentemente geram resultados consistentes. O desafio agora é aumentar o nível de educação o bastante para permitir aos cidadãos a disputa de espaço no mercado global&#8221;, avalia a OCDE. </p>
<p>A educadora Guiomar Namo de Mello, diretora da Escola Brasileira de Professores (Ebrap) e ex-secretária municipal de Educação de São Paulo, critica os projetos de valorização do professor &#8211; questão que, para ela, é fundamental para a melhoria da educação. </p>
<p>- A política de valorização do professor é um desastre. Não há consenso e ficam colocando panos quentes. Parece que nada se resolve sem consenso. Por isso, nossa formação continua inadequada &#8211; afirmou. </p>
<p>Guiomar também critica o &#8220;regime federativo&#8221; brasileiro na educação que discute, por exemplo, segundo ela, um currículo nacional. </p>
<p>- É muito difícil fazer um currículo em um país grande e diverso como é o nosso. É o mesmo problema dos Estados Unidos. Somos um país com muita diversidade e muita desigualdade &#8211; disse, chamando a atenção para a diferença das notas do Pisa entre as escolas privadas (502) e as públicas brasileiras (387). </p>
<p>- Isso revela a grande desigualdade que a gente mantém entre nós. E isso porque não podemos considerar nenhuma maravilha as grandes escolas particulares &#8211; comparou, observando ainda que os países latinos que estão na frente conseguiram esses resultados porque fizeram grandes esforços para melhorar. </p>
<p>O Pisa é feito por amostragem e contabiliza informações extraídas de alunos que estão concluindo o ensino fundamental ou ingressando no ensino médio. Em 2009, a OCDE aplicou a prova em 20 mil alunos no Brasil. Na comparação com a média da OCDE, de 496 pontos, o Brasil está significativamente abaixo da média da organização em todos os quesitos. Em relação aos países da América Latina, o Brasil ultrapassou a Argentina, mas ainda está atrás de Chile, do Uruguai e do México. No cômputo geral, a região de Xangai (China) obteve o melhor índice (577 pontos), à frente de Hong Kong e da Finlândia, respectivamente com 546 e 543 pontos.  </p>
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		<title>Em direção a um ponto móvel</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Sep 2010 14:28:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Em direção a um ponto móvel
José Pastore 
Artigo publicado no O Estado de S. Paulo (14/09/10)
Numa primeira análise, os dados sobre educação trazidos pela última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) são animadores. O Brasil está evoluindo. No período de 2004 a 2009, a proporção de crianças de 4 a 5 anos matriculadas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em direção a um ponto móvel</p>
<p>José Pastore </p>
<p>Artigo publicado no O Estado de S. Paulo (14/09/10)</p>
<p>Numa primeira análise, os dados sobre educação trazidos pela última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) são animadores. O Brasil está evoluindo. No período de 2004 a 2009, a proporção de crianças de 4 a 5 anos matriculadas em escolas subiu de 75% para 87%. Entre as demais, praticamente todas estão na escola. No grupo dos adolescentes de 15 a 17 anos, a escolarização saltou de 85% para 91% e na faixa de 18 a 24 anos, de 30% para 38,5%. A proporção dos que concluíram o ensino médio aumentou de 26% para 33%. Os que se diplomaram em universidades subiram de 8% para 10,5%. São boas notícias. A população brasileira está se educando mais. </p>
<p>Numa segunda análise, quando se comparam os resultados alcançados com as crescentes necessidades do mundo do trabalho, o quadro é desanimador. As novas tecnologias e os novos métodos de produzir e vender correm muito mais depressa do que os nossos avanços educacionais, que já são velozes. Isso explica, em grande parte, a falta de pessoal qualificado em quase todos os setores da economia brasileira nos dias atuais. </p>
<p>O quadro torna-se ainda mais desconcertante quando fazemos comparações com nossos competidores. Na média, os brasileiros com 10 anos de idade (ou mais) têm apenas 7,2 anos de escola. Para as necessidades do trabalho moderno isso é irrisório. Nos Estados Unidos, a média é de 13,5 anos; no Japão, 13; na maior parte da União Européia, 14. </p>
<p>Ou seja, em relação ao que precisamos para crescer internamente e ganhar a competitividade externa, estamos muito atrasados. As empresas modernas buscam profissionais que tenham bom senso, lógica de raciocínio, capacidade de se comunicar por escrito e oralmente, tino para transformar informações em soluções práticas e capacidade para trabalhar em grupo. Em suma, as empresas de hoje buscam pessoas que saibam pensar e assim continuarão no futuro.<br />
É verdade que, na força de trabalho, 43% dos brasileiros completaram o ensino médio. Ainda assim, é pouco. Afinal, 57% estão abaixo dessa marca. No Chile são apenas 24%; nos EUA, no Japão e no Canadá, 5%; na Alemanha, 3%; na Dinamarca, 1%; na Inglaterra, 0%. É difícil contar com uma massa crítica qualificada nessas condições.</p>
<p>Para o trabalho moderno não basta ser adestrado. É preciso ser educado, e bem educado. O Brasil ainda tem 20% de pessoas que não completaram os primeiros quatro anos de escola (analfabetos funcionais). </p>
<p>Em resumo, estamos avançando &#8211; o que é bom -, mas aquém das necessidades &#8211; o que é ruim. É uma corrida em relação a um ponto móvel. Quando se chega lá, descobre-se que é pouco. Vejam o caso do ensino superior, em que o Brasil tem cerca de 10% de formados. No Chile são 18%; na Inglaterra, 25%; nos EUA, 40%; na Coréia do Sul, 51%; e no Japão, 53%. São diferenças colossais.</p>
<p>Tudo somado, concluímos que estamos na rabeira. E quando se considera a qualidade do nosso ensino, o quadro é dramático. Em pleno século 21, o Brasil tem ainda 14 milhões de pessoas que não sabem ler e escrever. E dentre os que entram na escola, muitos a deixam pela metade. Para os que prosseguem a repetência chega a 20%. </p>
<p>Entre os que se formam, o desempenho é baixíssimo. A maioria dos brasileiros que chegam à 8.ª série tem severas dificuldades para calcular e para compreender o que lê. Estamos nos últimos lugares entre os 56 países pesquisados pelo Pisa (Program for International Student Assessment). </p>
<p>Em suma, a Pnad 2009 mostrou que o copo está enchendo. Ótimo. Mas ele continua meio vazio.<br />
Para que possamos chegar ao limite da nossa potencialidade de crescer e para fazer as pessoas progredirem e bem desempenharem a cidadania temos de acelerar a melhoria do nosso sistema educacional. E precisamos queimar etapas. No passado, isso foi feito em outros países com bons resultados (Coréia do Sul) e vem sendo realizado com sucesso nos dias atuais (China). O Brasil não pode dispensar a maratona educacional. </p>
<p>PROFESSOR DE RELAÇÕES DO TRABALHO DA FEA-USP. SITE: WWW.JOSEPASTORE.COM.BR </p>
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		<title>Sciarra promove troca de experiências na Educação</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Jun 2010 17:54:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[PARANÁ]]></category>

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		<description><![CDATA[Comprometido com o desenvolvimento dos jovens de Cascavel, o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) levou um grupo de educadores do município para conhecer uma iniciativa na área da educação que vem encontrando bons resultados com crianças de Curitiba e Piraquara (região metropolitana da capital).
A troca de experiências se deu na última sexta-feira (04), quando os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comprometido com o desenvolvimento dos jovens de Cascavel, o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) levou um grupo de educadores do município para conhecer uma iniciativa na área da educação que vem encontrando bons resultados com crianças de Curitiba e Piraquara (região metropolitana da capital).</p>
<p>A troca de experiências se deu na última sexta-feira (04), quando os Integrantes do projeto &#8220;Espaço Para Leitura ‘Elo’ &#8211; Um projeto para Vinte Anos&#8221;, de Cascavel, Ovidio Rodhe, Wolmar Dalavechia e Inez Dalavechia, acompanharam o deputado em uma visita ao Centro de Educação João Paulo II, localizado em Piraquara, que promove o acesso de jovens de baixa renda a educação de alta qualidade. Crianças com até 5 anos têm atendimento em período integral e meninos e meninas do ensino fundamental de uma escola pública de Curitiba realizam atividades durante o contra-turno escolar.</p>
<p>O objetivo da visita foi conhecer este projeto, uma vez que está em curso em Cascavel o projeto Elo, uma iniciativa voltada à educação que conta com o apoio de diversos segmentos da sociedade cascavelense, como o Rotary Club, a Maçonaria, ACIC e o Observatório Social. Em um primeiro momento, o projeto Elo será implementado em seis escolas públicas da região.</p>
<p>O diretor presidente do Centro de Educação João Paulo II, Belmiro Valverde Jobim Castor, abriu as portas da instituição para os companheiros de Cascavel e explicou detalhes do projeto, que vem encontrando bons resultados entre as crianças atendidas.</p>
<p>A diferença fundamental entre as duas ações é que o Centro de Piraquara é fruto de uma iniciativa de instituições privadas, que construíram um espaço próprio para realizar as atividades educativas, enquanto o projeto de Cascavel busca incrementar o ensino nas escolas municipais já existentes, valorizando a prática da leitura e desenvolvendo atividades educativas, artísticas, culturais, esportivas e informativas, para que, ao final de 20 anos, a cidade apresente indicadores sociais de primeiro mundo.</p>
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		<title>Educação: a construção de uma nova sociedade</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Mar 2010 22:46:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[EDUCAÇÃO]]></category>
		<category><![CDATA[LEGISLAÇÃO]]></category>

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		<description><![CDATA[Eduardo Sciarra
O longo período de estabilidade econômica, iniciado com o Plano Real, trouxe efetiva melhoria da qualidade de vida da população e propiciou importantes avanços em todos os setores sociais e econômicos do País.
Entretanto, a mudança de patamar para uma economia desenvolvida, de primeiro mundo, ainda é um mero desejo e uma realidade ainda distante. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Eduardo Sciarra</em></strong><br />
O longo período de estabilidade econômica, iniciado com o Plano Real, trouxe efetiva melhoria da qualidade de vida da população e propiciou importantes avanços em todos os setores sociais e econômicos do País.<br />
Entretanto, a mudança de patamar para uma economia desenvolvida, de primeiro mundo, ainda é um mero desejo e uma realidade ainda distante. Já existe a convicção de que o grande salto só ocorrerá quando a Educação se tornar a prioridade das prioridades e quando os governos municipais, estaduais e federal, deixando de lado a costumeira retórica, assumirem a missão de não só universalizar a educação quanto melhorar o nível de ensino em todos os níveis.<br />
Não se faz educação sem investir em educadores. É preciso um apoio irrestrito aos educadores brasileiros, que declararam o dia 16 de março como um dia de luta, e também de luto, eles que são, muito provavelmente, a principal mola propulsora do desenvolvimento de qualquer sociedade democrática: os educadores.<br />
Um dia de luta para os professores do Brasil inteiro, que escolheram essa terça-feira para realizar uma paralisação nacional de 24 horas em defesa do efetivo cumprimento da Lei nº 11.738/2008, que instituiu o piso nacional salarial do professor.<br />
E um dia de luto porque em pleno 2010 ainda somos obrigados a ver os nossos mestres mendigando aquilo que em qualquer país que se preze é tratado como prioridade absoluta pelos governantes &#8211; o que, convenhamos, não tem sido o nosso caso.<br />
É lamentável admitir isso, mas há décadas nosso professorado tem sido tratado com um incompreensível desprezo materializado por meio não só de salários que por vezes mais parecem esmolas, mas também pelo tolhimento da autoridade indispensável ao pleno exercício da árdua tarefa de ensinar e por outras intervenções que só trouxeram comprometimento à qualidade do ensino.<br />
É imperativo lutar com todas as forças por uma educação que possa contribuir de maneira decisiva na construção de uma sociedade cada dia melhor, pautada no trinômio JUSTIÇA, SOLIDARIEDADE e IGUALDADE.<br />
Com respeito especificamente ao meu estado, o Paraná, uma das reivindicações dos professores que hoje cruzam os braços é um reajuste de 25,97% para equiparar os seus salários com os de outros servidores estaduais com diploma de nível superior.<br />
Isso, por si só, põe por terra o discurso enfadonho do governo Requião segundo o qual o Paraná é o estado do país que paga melhor o professor.<br />
Não é verdade, como verdadeira também não é a afirmação de que o governo Paraná trata  educação com o respeito e a prioridade que ela merece.<br />
Que este dia não seja apenas mais um dia sem aula por um protesto em defesa de justas aspirações, mas o começo de uma reflexão que carece de urgência e resolutividade.<br />
<em>Eduardo Sciarra é deputado federal pelo DEM/PR<br />
</em><a href="mailto:dep.eduardosciarra@camara.gov.br">dep.eduardosciarra@camara.gov.br</a></p>
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