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	<title>Sciarra &#187; ELEIÇÕES</title>
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	<description>Blog do Deputado Eduardo Sciarra</description>
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		<title>PSD reúne pré-candidatos em Londrina</title>
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		<pubDate>Fri, 11 May 2012 13:04:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O partido começa a debater temas e estratégias para a campanha eleitoral deste ano em Seminário que acontece nesta sexta-feira (11)
O Partido Social Democrático realiza, nesta sexta-feira (11), em Londrina, o I Seminário Regional “O PSD e as Eleições Municipais 2012” com o objetivo de preparar e debater com os pré-candidatos a prefeito, vice-prefeito e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O partido começa a debater temas e estratégias para a campanha eleitoral deste ano em Seminário que acontece nesta sexta-feira (11)</em></p>
<p>O Partido Social Democrático realiza, nesta sexta-feira (11), em Londrina, o I Seminário Regional “O PSD e as Eleições Municipais 2012” com o objetivo de preparar e debater com os pré-candidatos a prefeito, vice-prefeito e vereador temas e estratégias para a campanha deste ano. A senadora Kátia Abreu (TO), vice-presidente nacional do partido e presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), vai abrir o evento com a palestra “O papel dos gestores municipais no projeto nacional do PSD”, em que irá relatar a importância do fortalecimento dos municípios para a superação dos entraves ao desenvolvimento econômico do país.</p>
<p>O evento contará também com as seguintes palestras: “Marketing para candidatos ao poder (&#8230; e para quem já está lá)”, do consultor político Sergio Kobayashi, de São Paulo; “O que pode e o que não pode durante o processo eleitoral”, de acordo com a legislação eleitoral vigente, do advogado eleitoral Thiago Fernandes Bovério, de São Paulo; e “Como Usar as Mídias Digitais na sua campanha” que será dada pelo especialista em Internet e Redes Sociais, Morial Paiva, de Brasília. O encontro acontece a partir das 8h30min da manhã, no Crystal Palace Hotel, no centro de Londrina.</p>
<p>Para o presidente da Executiva Estadual do PSD, deputado federal Eduardo Sciarra, o evento se reveste de importância para a mobilização interna do partido para as eleições deste ano. “As palestras foram direcionadas para preparar nossos pré-candidatos a debater temas relevantes e utilizar os mais modernos meios de campanha, sem que firam a legislação eleitoral”, afirmou. Segundo Sciarra, o partido deverá lançar cerca de 180 candidatos a prefeito e chapas de candidatos a vereador nos 382 municípios onde está organizado. O presidente da Executiva Municipal do PSD em Londrina, Alexandre Kireeff, pré-candidato a prefeito, estima a presença de pelo menos 350 pessoas no Seminário.</p>
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		<title>Eduardo Sciarra contesta pesquisa da CNM</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Feb 2012 18:55:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O presidente da Executiva Estadual do PSD informa que partido possui 558 prefeitos, dos quais 38 somente no Paraná
Sciarra contesta pesquisa da CNM
O presidente da Executiva Estadual do PSD no Paraná, deputado federal
Eduardo Sciarra, contestou nesta terça-feira (14) o resultado da pesquisa
da Confederação Nacional do Municípios (CNM) que apontou a filiação ao
novo partido de 270 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>O presidente da Executiva Estadual do PSD informa que partido possui 558 prefeitos, dos quais 38 somente no Paraná</em></p>
<p><strong>Sciarra contesta pesquisa da CNM</strong></p>
<p>O presidente da Executiva Estadual do PSD no Paraná, deputado federal<br />
Eduardo Sciarra, contestou nesta terça-feira (14) o resultado da pesquisa<br />
da Confederação Nacional do Municípios (CNM) que apontou a filiação ao<br />
novo partido de 270 prefeitos no ano passado em todo o país. De acordo com<br />
os números da direção nacional, o partido possui 558 prefeitos filiados.<br />
“A CNM é uma entidade séria e com forte representatividade, mas os dados<br />
divulgados não condizem com a realidade dos números do PSD”, afirmou<br />
Sciarra.</p>
<p>Segundo o parlamentar, somente no Paraná o PSD tem 38 prefeitos, 29<br />
vice-prefeitos e 426 vereadores. Embora a CNM tenha informado que ouviu<br />
todas as 5.563 prefeituras do país, Sciarra acredita ter ocorrido alguma<br />
falha na metodologia da pesquisa. Até o início da tarde desta terça-feira,<br />
a entidade ainda não havia divulgado a íntegra da pesquisa no seu site<br />
oficial. A pesquisa confirmou, porém, que o PSD já possui envergadura e<br />
presença nos municípios equiparáveis aos de partidos tradicionais, como<br />
PDT, PTB e DEM.</p>
<p>Para Eduardo Sciarra, o PSD deverá alcançar nos municípios números<br />
comparáveis aos dos grandes partidos (PT, PMDB e PSDB) já nas próximas<br />
eleições. “Somos a terceira maior bancada na Câmara dos Deputados e<br />
estamos trabalhando para que, em outubro, possamos aumentar<br />
significativamente o número de prefeitos, vice-prefeitos e vereadores em<br />
todo o território nacional”, disse. No Paraná, a Executiva Estadual do<br />
novo partido tem feito estimativas de eleger em torno de 60 prefeitos,<br />
além de um grande número de vereadores. O PSD deverá lançar candidatos a<br />
prefeito em 200 municípios no estado.</p>
<p><strong>Confira a lista de Prefeitos do PSD no Paraná:</strong></p>
<p><a href="http://eduardosciarra.com.br/wp-content/uploads/Tabela_prefeitos_PSd.jpg"><img src="http://eduardosciarra.com.br/wp-content/uploads/Tabela_prefeitos_PSd.jpg" alt="" title="Tabela_prefeitos_PSd" width="380" height="678" class="aligncenter size-full wp-image-1894" /></a></p>
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		<title>PSD realiza convenção e elege Diretório e Executiva no Paraná</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 17:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>
		<category><![CDATA[PSD]]></category>

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		<description><![CDATA[Foi realizada nesta sexta-feira (15) a primeira convenção estadual do Partido Social Democrático (PSD) no Paraná que elegeu os membros do seu Diretório e da Executiva estaduais. Com isso, foi cumprida mais uma etapa no processo de criação do novo partido para a obtenção do registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), previsto para acontecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi realizada nesta sexta-feira (15) a primeira convenção estadual do Partido Social Democrático (PSD) no Paraná que elegeu os membros do seu Diretório e da Executiva estaduais. Com isso, foi cumprida mais uma etapa no processo de criação do novo partido para a obtenção do registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), previsto para acontecer até o final de agosto.  Com presença de cerca de 100 autoridades, lideranças e apoiadores, a convenção mantém a ata aberta até a próxima segunda-feira para coleta de assinaturas dos membros do interior.</p>
<p>Foram eleitos os integrantes do Diretório Estadual e da Executiva, que será presidida pelo deputado federal Eduardo Sciarra. A chapa é completada pelo ex-ministro Alceni Guerra (1º vice-presidente), deputado federal André Zacharow (2º vice), deputado estadual Ney Leprevost (secretário-geral), prefeito de São José dos Pinhais, Ivan Rodrigues (1º tesoureiro), e deputada estadual Marla Tureck (2ª tesoureira). “Além de nascer com grande número de lideranças em todo o Paraná, o PSD tem conseguido reunir pessoas de muita qualidade”, disse Eduardo Sciarra. </p>
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		<title>DEM monta chapa de consenso</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 16:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de unir o partido, os membros do Democratas (DEM) trabalharam na última semana para criar uma chapa de consenso para disputar a eleição da Comissão Executiva Nacional da legenda, marcada para o próximo dia 15 de março.
O deputado federal Eduardo Sciarra, do Paraná, vice presidente nacional do partido, envolveu-se diretamente neste processo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de unir o partido, os membros do Democratas (DEM) trabalharam na última semana para criar uma chapa de consenso para disputar a eleição da Comissão Executiva Nacional da legenda, marcada para o próximo dia 15 de março.</p>
<p>O deputado federal Eduardo Sciarra, do Paraná, vice presidente nacional do partido, envolveu-se diretamente neste processo. “Essa nova chapa é fruto do entendimento e reflete a união buscada para o fortalecimento do partido para as próximas eleições.”, afirmou.</p>
<p>Segundo o paranaense, após a eleição da liderança do partido na Câmara Federal, buscou-se criar um consenso para que não houvesse “bate-chapa” na disputa de março. “Todos saímos vitoriosos deste processo.”, avaliou Sciarra.</p>
<p>A nova chapa tem como presidente o senador José Agripino, do Rio Grande no Norte, e o senador pernambucano Marco Maciel como presidente do Conselho Político.</p>
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		<title>Deputados eleitos mais votados na região falam de conquistas e projetos futuros</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 17:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no Hoje Centro Sul Paraná

Centro Sul – No dia 03 de outubro os paranaenses escolherem os 54 deputados estaduais e os 30 deputados federais que vão representar os interesses da população dentro da Assembleia Legislativa do Paraná e na Câmara dos Deputados. O Jornal Hoje Centro Sul entrevistou os deputados eleitos e que tiveram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Deu no Hoje Centro Sul Paraná<br />
</strong></p>
<p>Centro Sul – No dia 03 de outubro os paranaenses escolherem os 54 deputados estaduais e os 30 deputados federais que vão representar os interesses da população dentro da Assembleia Legislativa do Paraná e na Câmara dos Deputados. O Jornal Hoje Centro Sul entrevistou os deputados eleitos e que tiveram maior número de votos na região.</p>
<p>Eduardo Sciarra (DEM) – 102.232 votos</p>
<p>O deputado federal mais votado da região assumirá em 2011 seu terceiro mandato. Para Irati Sciarra já destinou mais de R$ 7,3 milhões em emendas parlamentares. Esses recursos foram convertidos em obras, melhorias, equipamentos e outros benefícios para a população. Um dos investimentos mais importantes foi a aquisição de equipamentos para a Santa Casa em 2009, quando o centro cirúrgico foi equipado. Sciarra lembra que ao longo da sua trajetória, já repassou mais de R$ 4 milhões para os hospitais da região.</p>
<p>“Não basta apenas destinar a emenda, tem que acompanhar, visitar, ver se está sendo conduzido corretamente. A população está vendo as melhorias e sente na pele que nossa proposta está dando resultados concretos, atribuo a isto o fato de ter sido o deputado federal mais votado em toda a região”, afirma o deputado.</p>
<p>Sciarra defende a aprovação do novo Código Florestal. Na área da agricultura também lutou contra a exigência de emplacamento de tratores e se colocou ao lado dos produtores de fumo da região na hora de defender o preço da produção. “Também levamos recursos para a educação, para a compra de equipamentos agrícolas, para construção de uma usina de biodiesel, para construção do fórum eleitoral, pavimentação de ruas e outras obras de infraestrutura urbana. Enfim, desenvolvemos um trabalho continuado em diversas áreas para trazer melhorias para a qualidade de vida dos moradores”, acrescenta.</p>
<p>Para a nova legislatura o deputado disse que há temas para os quais ele vai se dedicar com bastante afinco, além da aprovação do novo Código Florestal lutará pela instalação de um Tribunal Regional Federal no Paraná. “Estes são temas em que me empenhei muito nesta última legislatura e vou continuar acompanhando de perto no Congresso Nacional. Especificamente para a região de Irati, vou trabalhar para levar um Centro de Oncologia (para tratamento de pacientes com câncer), uma demanda urgente da população que merece atenção especial”, finaliza Sciarra. </p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Dilma decide pôr superexecutivo na Infraero</title>
		<link>http://eduardosciarra.com.br/dilma-decide-por-superexecutivo-na-infraero/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 17:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Para resolver os problemas de infraestrutura aeroportuária, evitar o caos aéreo e tornar a Infraero eficiente há que mudar completamente o modelo de gestão do PT. Não há superexecutivo que consiga &#8220;consertar&#8221; a gestão ideológica do PT.&#8221;

Deu no O Globo (06/12/10)

Dilma decide pôr superexecutivo na Infraero

Decisão cria nova área de atrito da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Para resolver os problemas de infraestrutura aeroportuária, evitar o caos aéreo e tornar a Infraero eficiente há que mudar completamente o modelo de gestão do PT. Não há superexecutivo que consiga &#8220;consertar&#8221; a gestão ideológica do PT.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu no O Globo (06/12/10)<br />
</em><br />
<strong>Dilma decide pôr superexecutivo na Infraero<br />
</strong><br />
Decisão cria nova área de atrito da presidente eleita com PMDB, que cobiça a estatal responsável por aeroportos</p>
<p>BRASÍLIA. Mais um ponto de atrito está surgindo na já desgastada relação do futuro governo com o PMDB e com o ex-ministro Geddel Vieira Lima, do PMDB baiano. A Infraero, foco permanente de denúncias de corrupção e uma das mais cobiçadas estatais do país, pelo volume de verbas que movimenta, está fora da partilha política e, portanto, sem chance de ser entregue a um peemedebista, como quer o partido.</p>
<p>A presidente eleita, Dilma Rousseff, decidiu que vai chamar um superexecutivo do mercado para comandar a empresa encarregada de preparar os aeroportos brasileiros para a Copa do Mundo de 2014. Ela deverá criar a Secretaria de Aviação Civil, que terá a atribuição de comandar a Infraero, cujo orçamento para 2011 é de R$1,2 bilhão.</p>
<p>Novo secretário terá que tornar estatal eficiente</p>
<p>Hoje, a presidente Dilma e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, se reúnem para tratar do assunto. A ampliação e o reforço da segurança nos aeroportos brasileiros com vistas à Copa e, depois, às Olimpíadas de 2016, são dois dos maiores desafios do governo. A presidente eleita espera encontrar um técnico que desate os nós da eterna ineficiência da estatal.</p>
<p>Para integrantes da equipe de transição, muito mais do que as denúncias de corrupção, os problemas da Infraero são resultado de falhas na administração e do grande aparelhamento político nos últimos anos.</p>
<p>Mas a procura pelo executivo ideal não é uma tarefa fácil. Integrantes da transição acham que os salários pagos pelo governo não são nada atraentes, ainda mais para executivos bem-sucedidos. Em geral, executivos aceitam convites para o governo sabendo que, no futuro, poderão voltar ao mercado com passe ainda mais valorizado. No setor financeiro, essa é uma alternativa real. Quase todos os ex-integrantes de equipes econômicas retornaram ao mercado com sucesso.</p>
<p>Auxiliares de Dilma chegam até a citar os casos do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e do ex-presidente da instituição Armínio Fraga. Os dois deixaram a iniciativa privada, onde tinham elevada remuneração, para atuar no serviço público.</p>
<p>Depois de deixar o BC, Armínio ampliou seus negócios e, certamente, recuperou as perdas financeiras que teve no período em que estava no governo. Pela credibilidade internacional conquistada, Meirelles pode sonhar ainda mais alto. Antes da campanha, ele chegou a pensar em se candidatar a presidente da República.</p>
<p>Geddel tem influência sobre parte do PMDB</p>
<p>Este tipo de promoção pessoal não é automática no caso da infraestrutura e da Infraero. Nem todos os executivos que se destacam no setor têm garantia de sucesso no retorno à iniciativa privada.</p>
<p>A disputa em torno da Infraero tornou-se mais acirrada porque o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, derrotado nas eleições ao governo da Bahia, decidiu pleitear o comando da estatal na divisão de cargos entre PT e PMDB para a formação do governo Dilma. Geddel ainda tem influência em parcela considerável do PMDB.</p>
<p>A ideia de Dilma de criar a Secretaria de Aviação Civil está dentro do propósito de profissionalizar a Infraero. A pasta, que será desvinculada do Ministério da Defesa, administraria a aviação comercial. O setor tem crescido de forma exponencial nos últimos anos e a estrutura existente, abrigada na Defesa, não tem tido força suficiente para responder às crescentes demandas de passageiros e empresas. A área é estratégica nesta fase de preparação para a Copa e as Olimpíadas de 2016. O ministro Nelson Jobim concorda com a mudança.</p>
<p>- O Jobim quer sossego para tocar os assuntos específicos da Defesa &#8211; afirmou um petista que mantém linha direta com Dilma.</p>
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		<title>Dilma na encruzilhada</title>
		<link>http://eduardosciarra.com.br/dilma-na-encruzilhada/</link>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 17:27:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Se seguir as &#8220;ordens&#8221; do seu tutor Lula e sua feliz turma da gastança, o País pagará mais cedo ou mais tarde uma conta muito salgada (mesmo com o todo pré-sal). Se tiver bom senso e autonomia, espera-se que dê um basta à gastança desenfreada. É ver para crer!!!&#8221;

Deu no O Estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Se seguir as &#8220;ordens&#8221; do seu tutor Lula e sua feliz turma da gastança, o País pagará mais cedo ou mais tarde uma conta muito salgada (mesmo com o todo pré-sal). Se tiver bom senso e autonomia, espera-se que dê um basta à gastança desenfreada. É ver para crer!!!&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu no O Estado de S. Paulo (11/11/10)<br />
</em><br />
<strong>Dilma na encruzilhada<br />
</strong><br />
A presidente eleita, Dilma Rousseff, ainda não explicou de forma clara e convincente se manterá a política de gastança e de aumento da carga tributária ou se escolherá o caminho da seriedade e do equilíbrio fiscal. Ela parecia comprometer-se com a segunda alternativa, em seu primeiro pronunciamento depois da eleição. Mas logo em seguida anunciou a disposição de conversar com vários governadores sobre a recriação da CPMF, o imposto sobre o cheque, ainda agora defendido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O novo governo seguirá o caminho da responsabilidade se aceitar o roteiro esboçado pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e certamente apoiado pelo ex-ministro e deputado Antonio Palocci, um dos conselheiros da ex-ministra durante a campanha eleitoral. Do outro lado vêm as pressões para a manutenção da farra fiscal, mais ao gosto do padrinho político da presidente eleita. </p>
<p>O plano sugerido pelo ministro Paulo Bernardo reproduz, no essencial, a proposta apresentada há cinco anos por ele e por seu colega da Fazenda, Antonio Palocci. A ideia era conter a expansão do gasto corrente para equilibrar as contas públicas em poucos anos. A pretensão era mesmo eliminar o déficit nominal, zerando o resultado global da administração nos três níveis de governo. O plano foi derrubado pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, com apoio de colegas do primeiro escalão e do então presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Guido Mantega. </p>
<p>A presidente eleita ainda não se comprometeu com o plano agora defendido pelo ministro Paulo Bernardo, muito parecido com aquele por ela qualificado como &#8220;rudimentar&#8221; em 2005. Mas não poderá seguir um roteiro muito diferente, se estiver disposta a trabalhar pela expansão do investimento governamental, pelo aumento da eficiência do setor público, pela valorização da meritocracia na administração e pelo uso responsável do dinheiro arrecadado.</p>
<p>Além disso, a presidente eleita comprometeu-se explicitamente com o controle da inflação. O povo brasileiro, disse ela depois de eleita, não aceita mais o aumento geral de preços como forma de acomodação dos desajustes profundos da economia. Esses desajustes, poderia ter acrescentado, são normalmente criados pela imprudência das autoridades, frequentemente propensas a pensar mais nas vantagens políticas imediatas do que nos interesses nacionais de longo prazo. </p>
<p>O novo governo poderá promover uma arrumação das contas públicas sem grandes cortes e sacrifícios, tem dito o ministro Paulo Bernardo. A presidente eleita já disse algo semelhante. Mas a situação é um pouco mais complicada e menos tranquilizadora. </p>
<p>Falta negociar o salário mínimo para o próximo ano, e a presidente eleita insinuou a possibilidade de um reajuste maior do que seria possível com a mera aplicação da fórmula em vigor. Deverá haver também aumento real para todos os aposentados. </p>
<p>Além disso, o Tesouro Nacional assumiu compromissos pesados para capitalizar o BNDES e a Petrobrás, elevando seu endividamento. Novos compromissos deverão surgir, se o Congresso não derrubar a Medida Provisória (MP) n.º 511, assinada na última sexta-feira pelo presidente Lula. Com essa MP, o governo assume o risco de gastar até R$ 45 bilhões para garantir os financiamentos concedidos pelo BNDES à concessionária do trem-bala e aos envolvidos em outros projetos de infraestrutura. </p>
<p>Recursos públicos também serão drenados, certamente, para projetos relacionados com a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. É ingenuidade aceitar sem reserva a hipótese contrária, apesar das declarações do presidente Lula. </p>
<p>O Orçamento federal já está muito menos equilibrado, de fato, do que indica o discurso oficial. O superávit primário exibido pelo governo, em 2010, só foi obtido graças a mirabolantes artifícios contábeis. O novo governo herdará contas públicas em condições nada brilhantes. Se quiser ajustá-las sem recorrer a truques e sem depender só do aumento da carga tributária, terá de agir com uma seriedade nunca vista nos últimos oito anos. Estará disposta a isso a presidente eleita?</p>
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		<title>Cenário trabalhista com Dilma</title>
		<link>http://eduardosciarra.com.br/cenario-trabalhista-com-dilma/</link>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 20:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo publicado no O Estado de S. Paulo (09/11/10)
José Pastore
É prematuro e arriscado querer saber o que fará Dilma Rousseff na área trabalhista.
O novo cenário do trabalho no País decorrerá, é óbvio, do que acontecer nos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. O que dizer de Dilma? Numa reunião realizada durante a campanha com empresários de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo publicado no O Estado de S. Paulo (09/11/10)</p>
<p>José Pastore</p>
<p>É prematuro e arriscado querer saber o que fará Dilma Rousseff na área trabalhista.<br />
O novo cenário do trabalho no País decorrerá, é óbvio, do que acontecer nos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. O que dizer de Dilma? Numa reunião realizada durante a campanha com empresários de Santa Catarina, a então candidata disse que a reforma trabalhista está fora de sua agenda por não considerá-la urgente ou imprescindível. Em visita a uma das centrais sindicais, Dilma revelou ser contra a redução da jornada de trabalho por lei. Nos dois casos ela preocupou os seus interlocutores. Depois de eleita, disse que levará adiante a ideia de desonerar a folha de pagamento.</p>
<p>A saudável melhoria do emprego formal nos últimos anos parece insuficiente para dispensar mudanças no campo do trabalho. Há muitos problemas pendentes. Quando se consideram empregados de empresa, empregados domésticos e trabalhadores por conta própria, 50% dos brasileiros continuam trabalhando na informalidade, sem nenhuma proteção. Os jovens seguem enfrentando imensas dificuldades para começar a trabalhar. As despesas de contratação continuam exorbitantes (102,43% do salário), o que contribui para a informalidade na agricultura, na construção civil e nas pequenas e microempresas e dificulta a competitividade das empresas (já agravada pelo câmbio).</p>
<p>No campo do Poder Judiciário, a insegurança campeia. Interpretações divergentes dos magistrados desorientam os investidores e os trabalhadores. E o relacionamento entre as partes continua conflituoso (são mais de 2 milhões de ações todos os anos), o que gera um passivo trabalhista incalculável. Os custos são altos. A demora é intolerável.</p>
<p>No âmbito do Poder Legislativo há centenas de projetos de lei que ampliam licenças e benefícios. Se aprovados, a jornada de trabalho no Brasil tenderá a zero e as despesas, ao infinito. Há vários projetos &#8220;no forno&#8221; que também encarecem a contratação, como são os casos da redução da jornada de trabalho, da ampliação da licença-maternidade para 180 dias, do impedimento da dispensa sem justa causa (Convenção 158 da OIT), do bloqueio dos contratos de terceirização e vários outros. Todos eles, apesar de seus bons propósitos, engrossam a burocracia atual e oneram ainda mais a folha de pagamentos.</p>
<p>Além disso, há uma enorme quantidade de medidas administrativas igualmente onerosas que vêm sendo tomadas pelos ministros do Trabalho, da Previdência Social e até do Meio Ambiente. Esse é o caso do Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e seus reflexos sobre o seguro de acidentes do trabalho (SAT); da obrigatoriedade da compra de um só modelo de equipamento para registrar o ponto dos empregados; e da exigência de parecer das centrais sindicais para aprovar licenças ambientais (Portaria n.º 259/2009 do Ministério do Meio Ambiente).</p>
<p>As centrais sindicais, por sua vez, levam avante bandeiras que igualmente enrijecem e encarecem a contratação, tais como a que torna &#8220;eternas&#8221; as cláusulas dos acordos e convenções coletivas (ultratividade); a pretendida extinção dos trabalhos aos domingos e feriados; o impedimento do trabalho como pessoa jurídica (PJ); o aumento do valor dos pisos estaduais e o estabelecimento de porcentuais obrigatórios para a participação dos lucros ou resultados (hoje negociados); e a participação de dirigentes sindicais nas visitas dos fiscais às empresas.</p>
<p>Dilma foi eleita com o decisivo apoio das centrais sindicais, assim como ocorreu com Lula. Mas ninguém sabe qual é a profundidade dos seus compromissos com aquelas organizações. Se ela vier a abrigar todas ou a maioria das ideias que moram nas centrais sindicais, nos Ministérios da área e no Congresso Nacional, será inevitável a instalação entre nós de um peronismo à brasileira, com o sério risco de realizar o sucateamento que foi feito na Argentina. Se ela for cautelosa, terá de enfrentar a reação dos que pensam e agem mais como oportunistas do que como estadistas. Quem viver verá.</p>
<p>PROFESSOR DE RELAÇÕES DO TRABALHO DA FEA-USP SITE: WWW.JOSEPASTORE.COM.BR </p>
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		<title>Cobrada por sindicalistas, Dilma terá primeiro teste fiscal com novo mínimo</title>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 17:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Vários governos, durante muitos anos, impuseram sacrifícios ao povo brasileiro para a transparência e o ajuste das contas públicas. Nos últimos anos, o governo Lula pôs em risco este patrimônio. A presidente eleita tem a responsabilidade histórica de recuperar tanto a transparência quanto a saúde da gestão pública.&#8221;

Deu no O Globo (08/11/10)

Cobrada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Vários governos, durante muitos anos, impuseram sacrifícios ao povo brasileiro para a transparência e o ajuste das contas públicas. Nos últimos anos, o governo Lula pôs em risco este patrimônio. A presidente eleita tem a responsabilidade histórica de recuperar tanto a transparência quanto a saúde da gestão pública.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu no O Globo (08/11/10)<br />
</em><br />
<strong>Cobrada por sindicalistas, Dilma terá primeiro teste fiscal com novo mínimo<br />
</strong><br />
Contas públicas. Definição do valor do salário para 2011 envolve uma intrincada negociação entre governo, Congresso e centrais, que terão reunião esta semana com representantes da atual gestão e da equipe de transição da presidente eleita, Dilma Rousseff</p>
<p>O primeiro teste sobre a disposição da presidente eleita, Dilma Rousseff, de promover o ajuste fiscal defendido por integrantes do governo e da equipe de transição ocorrerá nesta semana: a reunião com as centrais sindicais sobre o reajuste do salário mínimo e das aposentadorias acima do mínimo. </p>
<p>Esses são os dois itens que mais pesam nos gastos do governo, sem contar os juros da dívida pública. O assunto será discutido pelos representantes dos trabalhadores, do atual governo e da equipe de transição, que trabalhará no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).</p>
<p>Se quiser mesmo segurar o crescimento dos gastos, ela terá de conter o ímpeto dos sindicalistas. Para cada R$ 1 a mais concedido ao mínimo, as despesas do governo com o pagamento de benefícios previdenciários e assistenciais vinculados ao piso nacional aumentarão em R$ 286,4 milhões, segundo cálculos do Ministério do Planejamento.</p>
<p>Se fosse implementada a promessa do candidato do PSDB, José Serra, de R$ 600, o gasto adicional seria de R$ 17,7 bilhões. É dinheiro suficiente para pagar 15 meses do Bolsa-Família.</p>
<p>As centrais, porém, têm um argumento que cala fundo no coração desenvolvimentista de Dilma: foi a política de dar ganhos reais ao mínimo que impulsionou o consumo nos últimos anos e permitiu ao Brasil escapar dos efeitos mais negativos da crise econômica de 2008 e 2009. </p>
<p>&#8220;A Dilma já disse duas ou três coisas que indicam que a política de valorização do salário mínimo vai continuar&#8221;, disse o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique. &#8220;Ela disse que é preciso fortalecer o mercado interno e reforçou a importância do salário mínimo nesse processo.&#8221;</p>
<p>Além disso, a própria presidente eleita já demarcou as linhas de um eventual aperto. &#8220;Recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos&#8221;, afirmou, após a divulgação do resultado das eleições.</p>
<p>Acordo. Apesar do discurso favorável a aumentos generosos para o mínimo, manobras nos bastidores procuram controlar maiores danos nas contas públicas. Por orientação do governo, o relator do Orçamento de 2011, senador Gim Argello (PTB-DF), disse aos sindicalistas que poderá dar um reajuste mais generoso em 2011, mas ele será descontado do aumento para 2012. </p>
<p>Explica-se: por uma regra acertada entre governo e centrais, ainda não convertida em lei, o mínimo é corrigido conforme a inflação e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos atrás. Por esse mecanismo, o valor para 2011 seria R$ 538,15, que é o piso atual (R$ 510) corrigido pela inflação, mas sem o acréscimo do PIB porque em 2009 a economia encolheu 0,2%. </p>
<p>Em 2012, porém, o mínimo já tem garantido aumento da ordem de 7,5% acima da inflação, pois essa deve ser a taxa de crescimento do PIB em 2010. O que Argello propôs foi pagar em 2011 parte do que será dado em 2012.</p>
<p>Resistência. As centrais são contra. Elas querem aumento real para o mínimo agora, mas não abrem mão do reajuste grande de 2012. &#8220;Essa história de parcelar parece coisa de Casas Bahia&#8221;, brincou o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). &#8220;É loucura, porque o reajuste de 2012 vai refletir o bom momento de 2010&#8243;, disse Artur Henrique. </p>
<p>Diante da resistência, Argello não sabe se insistirá na ideia. &#8220;Vou conversar com o presidente Lula e com Dilma&#8221;, disse ele, na semana passada. &#8220;Mas a orientação partiu do Executivo.&#8221; </p>
<p>O relator avisa que não tem como acomodar um aumento muito grande de despesas. A análise da proposta para 2011 mostrou que a arrecadação pode ficar R$ 17,7 bilhões acima do previsto, mas a lista de gastos não contemplados passa dos R$ 30 bilhões. Argello acha que, com esforço, dá para elevar o valor para R$ 550.</p>
<p>Para Paulinho, é questão de decidir como serão gastos os R$ 17,7 bilhões. Pelo sim, pelo não, ele já tem elaboradas emendas ao Orçamento. Se as negociações com o governo chegarem a bom termo, ótimo. Do contrário, ele proporá um mínimo de R$ 580 e caberá aos parlamentares decidir o novo valor no voto.</p>
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		<title>Questão de sintonia</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 17:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>
		<category><![CDATA[PARANÁ]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;O diálogo e a união de esforços dos paranaenses vão fazer a diferença no desenvolvimento do Estado.&#8221;

Deu no Documento Reservado (04/11/10)

Questão de sintonia

Ao final da primeira reunião entre o governador eleito Beto Richa (PSDB) e os deputados federais da bancada paranaense, na segunda-feira (1º), o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) disse que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
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<strong>&#8220;O diálogo e a união de esforços dos paranaenses vão fazer a diferença no desenvolvimento do Estado.&#8221;<br />
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<em>Deu no Documento Reservado (04/11/10)<br />
</em><br />
<strong>Questão de sintonia<br />
</strong><br />
Ao final da primeira reunião entre o governador eleito Beto Richa (PSDB) e os deputados federais da bancada paranaense, na segunda-feira (1º), o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) disse que “estamos inaugurando um novo tempo na relação entre o governo estadual e a bancada federal, onde o diálogo e a sintonia vão fazer a diferença no desenvolvimento do nosso Estado”. No encontro, realizado na Fecomércio, em Curitiba, foram levadas aos parlamentares as demandas das entidades e órgãos federais presentes no Estado e os projetos do governo estadual para que sejam incluídos no Orçamento Geral da União de 2011, por meio de emendas parlamentares. Segundo o deputado, para que a alocação de recursos federais no Paraná seja mais efetiva, é estratégica a sintonia com o governador eleito. “A atuação política do Beto será fundamental para a liberação das emendas”, disse. Dentre os projetos para os quais o governador eleito pediu o apoio da bancada federal estão obras de rodovias, ferrovias, portos, saneamento, além de saúde, segurança e educação, num total de R$ 771 milhões. Também participaram da reunião representantes de várias instituições e entidades como Tribunal Regional do Trabalho, Ministério Público, as universidades Federal (UFPR) e Tecnológica Federal (UTFPR) e as estaduais de Londrina (UEL) e Maringá (UEM), dos hospitais Cajuru, Pequeno Príncipe, Erasto Gaertner e Evangélico e da Polícia Rodoviária Federal. </p>
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