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	<title>Sciarra &#187; ELEIÇÕES</title>
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	<description>Blog do Deputado Eduardo Sciarra</description>
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		<title>PSD realiza convenção e elege Diretório e Executiva no Paraná</title>
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		<pubDate>Mon, 18 Jul 2011 17:45:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>
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		<description><![CDATA[Foi realizada nesta sexta-feira (15) a primeira convenção estadual do Partido Social Democrático (PSD) no Paraná que elegeu os membros do seu Diretório e da Executiva estaduais. Com isso, foi cumprida mais uma etapa no processo de criação do novo partido para a obtenção do registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), previsto para acontecer [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Foi realizada nesta sexta-feira (15) a primeira convenção estadual do Partido Social Democrático (PSD) no Paraná que elegeu os membros do seu Diretório e da Executiva estaduais. Com isso, foi cumprida mais uma etapa no processo de criação do novo partido para a obtenção do registro definitivo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), previsto para acontecer até o final de agosto.  Com presença de cerca de 100 autoridades, lideranças e apoiadores, a convenção mantém a ata aberta até a próxima segunda-feira para coleta de assinaturas dos membros do interior.</p>
<p>Foram eleitos os integrantes do Diretório Estadual e da Executiva, que será presidida pelo deputado federal Eduardo Sciarra. A chapa é completada pelo ex-ministro Alceni Guerra (1º vice-presidente), deputado federal André Zacharow (2º vice), deputado estadual Ney Leprevost (secretário-geral), prefeito de São José dos Pinhais, Ivan Rodrigues (1º tesoureiro), e deputada estadual Marla Tureck (2ª tesoureira). “Além de nascer com grande número de lideranças em todo o Paraná, o PSD tem conseguido reunir pessoas de muita qualidade”, disse Eduardo Sciarra. </p>
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		<title>DEM monta chapa de consenso</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 16:02:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o objetivo de unir o partido, os membros do Democratas (DEM) trabalharam na última semana para criar uma chapa de consenso para disputar a eleição da Comissão Executiva Nacional da legenda, marcada para o próximo dia 15 de março.
O deputado federal Eduardo Sciarra, do Paraná, vice presidente nacional do partido, envolveu-se diretamente neste processo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Com o objetivo de unir o partido, os membros do Democratas (DEM) trabalharam na última semana para criar uma chapa de consenso para disputar a eleição da Comissão Executiva Nacional da legenda, marcada para o próximo dia 15 de março.</p>
<p>O deputado federal Eduardo Sciarra, do Paraná, vice presidente nacional do partido, envolveu-se diretamente neste processo. “Essa nova chapa é fruto do entendimento e reflete a união buscada para o fortalecimento do partido para as próximas eleições.”, afirmou.</p>
<p>Segundo o paranaense, após a eleição da liderança do partido na Câmara Federal, buscou-se criar um consenso para que não houvesse “bate-chapa” na disputa de março. “Todos saímos vitoriosos deste processo.”, avaliou Sciarra.</p>
<p>A nova chapa tem como presidente o senador José Agripino, do Rio Grande no Norte, e o senador pernambucano Marco Maciel como presidente do Conselho Político.</p>
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		<title>Deputados eleitos mais votados na região falam de conquistas e projetos futuros</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Dec 2010 17:27:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Deu no Hoje Centro Sul Paraná

Centro Sul – No dia 03 de outubro os paranaenses escolherem os 54 deputados estaduais e os 30 deputados federais que vão representar os interesses da população dentro da Assembleia Legislativa do Paraná e na Câmara dos Deputados. O Jornal Hoje Centro Sul entrevistou os deputados eleitos e que tiveram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Deu no Hoje Centro Sul Paraná<br />
</strong></p>
<p>Centro Sul – No dia 03 de outubro os paranaenses escolherem os 54 deputados estaduais e os 30 deputados federais que vão representar os interesses da população dentro da Assembleia Legislativa do Paraná e na Câmara dos Deputados. O Jornal Hoje Centro Sul entrevistou os deputados eleitos e que tiveram maior número de votos na região.</p>
<p>Eduardo Sciarra (DEM) – 102.232 votos</p>
<p>O deputado federal mais votado da região assumirá em 2011 seu terceiro mandato. Para Irati Sciarra já destinou mais de R$ 7,3 milhões em emendas parlamentares. Esses recursos foram convertidos em obras, melhorias, equipamentos e outros benefícios para a população. Um dos investimentos mais importantes foi a aquisição de equipamentos para a Santa Casa em 2009, quando o centro cirúrgico foi equipado. Sciarra lembra que ao longo da sua trajetória, já repassou mais de R$ 4 milhões para os hospitais da região.</p>
<p>“Não basta apenas destinar a emenda, tem que acompanhar, visitar, ver se está sendo conduzido corretamente. A população está vendo as melhorias e sente na pele que nossa proposta está dando resultados concretos, atribuo a isto o fato de ter sido o deputado federal mais votado em toda a região”, afirma o deputado.</p>
<p>Sciarra defende a aprovação do novo Código Florestal. Na área da agricultura também lutou contra a exigência de emplacamento de tratores e se colocou ao lado dos produtores de fumo da região na hora de defender o preço da produção. “Também levamos recursos para a educação, para a compra de equipamentos agrícolas, para construção de uma usina de biodiesel, para construção do fórum eleitoral, pavimentação de ruas e outras obras de infraestrutura urbana. Enfim, desenvolvemos um trabalho continuado em diversas áreas para trazer melhorias para a qualidade de vida dos moradores”, acrescenta.</p>
<p>Para a nova legislatura o deputado disse que há temas para os quais ele vai se dedicar com bastante afinco, além da aprovação do novo Código Florestal lutará pela instalação de um Tribunal Regional Federal no Paraná. “Estes são temas em que me empenhei muito nesta última legislatura e vou continuar acompanhando de perto no Congresso Nacional. Especificamente para a região de Irati, vou trabalhar para levar um Centro de Oncologia (para tratamento de pacientes com câncer), uma demanda urgente da população que merece atenção especial”, finaliza Sciarra. </p>
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		<title>Dilma decide pôr superexecutivo na Infraero</title>
		<link>http://eduardosciarra.com.br/dilma-decide-por-superexecutivo-na-infraero/</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Dec 2010 17:33:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Para resolver os problemas de infraestrutura aeroportuária, evitar o caos aéreo e tornar a Infraero eficiente há que mudar completamente o modelo de gestão do PT. Não há superexecutivo que consiga &#8220;consertar&#8221; a gestão ideológica do PT.&#8221;

Deu no O Globo (06/12/10)

Dilma decide pôr superexecutivo na Infraero

Decisão cria nova área de atrito da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Para resolver os problemas de infraestrutura aeroportuária, evitar o caos aéreo e tornar a Infraero eficiente há que mudar completamente o modelo de gestão do PT. Não há superexecutivo que consiga &#8220;consertar&#8221; a gestão ideológica do PT.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu no O Globo (06/12/10)<br />
</em><br />
<strong>Dilma decide pôr superexecutivo na Infraero<br />
</strong><br />
Decisão cria nova área de atrito da presidente eleita com PMDB, que cobiça a estatal responsável por aeroportos</p>
<p>BRASÍLIA. Mais um ponto de atrito está surgindo na já desgastada relação do futuro governo com o PMDB e com o ex-ministro Geddel Vieira Lima, do PMDB baiano. A Infraero, foco permanente de denúncias de corrupção e uma das mais cobiçadas estatais do país, pelo volume de verbas que movimenta, está fora da partilha política e, portanto, sem chance de ser entregue a um peemedebista, como quer o partido.</p>
<p>A presidente eleita, Dilma Rousseff, decidiu que vai chamar um superexecutivo do mercado para comandar a empresa encarregada de preparar os aeroportos brasileiros para a Copa do Mundo de 2014. Ela deverá criar a Secretaria de Aviação Civil, que terá a atribuição de comandar a Infraero, cujo orçamento para 2011 é de R$1,2 bilhão.</p>
<p>Novo secretário terá que tornar estatal eficiente</p>
<p>Hoje, a presidente Dilma e o ministro da Defesa, Nelson Jobim, se reúnem para tratar do assunto. A ampliação e o reforço da segurança nos aeroportos brasileiros com vistas à Copa e, depois, às Olimpíadas de 2016, são dois dos maiores desafios do governo. A presidente eleita espera encontrar um técnico que desate os nós da eterna ineficiência da estatal.</p>
<p>Para integrantes da equipe de transição, muito mais do que as denúncias de corrupção, os problemas da Infraero são resultado de falhas na administração e do grande aparelhamento político nos últimos anos.</p>
<p>Mas a procura pelo executivo ideal não é uma tarefa fácil. Integrantes da transição acham que os salários pagos pelo governo não são nada atraentes, ainda mais para executivos bem-sucedidos. Em geral, executivos aceitam convites para o governo sabendo que, no futuro, poderão voltar ao mercado com passe ainda mais valorizado. No setor financeiro, essa é uma alternativa real. Quase todos os ex-integrantes de equipes econômicas retornaram ao mercado com sucesso.</p>
<p>Auxiliares de Dilma chegam até a citar os casos do presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, e do ex-presidente da instituição Armínio Fraga. Os dois deixaram a iniciativa privada, onde tinham elevada remuneração, para atuar no serviço público.</p>
<p>Depois de deixar o BC, Armínio ampliou seus negócios e, certamente, recuperou as perdas financeiras que teve no período em que estava no governo. Pela credibilidade internacional conquistada, Meirelles pode sonhar ainda mais alto. Antes da campanha, ele chegou a pensar em se candidatar a presidente da República.</p>
<p>Geddel tem influência sobre parte do PMDB</p>
<p>Este tipo de promoção pessoal não é automática no caso da infraestrutura e da Infraero. Nem todos os executivos que se destacam no setor têm garantia de sucesso no retorno à iniciativa privada.</p>
<p>A disputa em torno da Infraero tornou-se mais acirrada porque o ex-ministro da Integração Nacional Geddel Vieira Lima, derrotado nas eleições ao governo da Bahia, decidiu pleitear o comando da estatal na divisão de cargos entre PT e PMDB para a formação do governo Dilma. Geddel ainda tem influência em parcela considerável do PMDB.</p>
<p>A ideia de Dilma de criar a Secretaria de Aviação Civil está dentro do propósito de profissionalizar a Infraero. A pasta, que será desvinculada do Ministério da Defesa, administraria a aviação comercial. O setor tem crescido de forma exponencial nos últimos anos e a estrutura existente, abrigada na Defesa, não tem tido força suficiente para responder às crescentes demandas de passageiros e empresas. A área é estratégica nesta fase de preparação para a Copa e as Olimpíadas de 2016. O ministro Nelson Jobim concorda com a mudança.</p>
<p>- O Jobim quer sossego para tocar os assuntos específicos da Defesa &#8211; afirmou um petista que mantém linha direta com Dilma.</p>
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		<title>Dilma na encruzilhada</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Nov 2010 17:27:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Se seguir as &#8220;ordens&#8221; do seu tutor Lula e sua feliz turma da gastança, o País pagará mais cedo ou mais tarde uma conta muito salgada (mesmo com o todo pré-sal). Se tiver bom senso e autonomia, espera-se que dê um basta à gastança desenfreada. É ver para crer!!!&#8221;

Deu no O Estado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Se seguir as &#8220;ordens&#8221; do seu tutor Lula e sua feliz turma da gastança, o País pagará mais cedo ou mais tarde uma conta muito salgada (mesmo com o todo pré-sal). Se tiver bom senso e autonomia, espera-se que dê um basta à gastança desenfreada. É ver para crer!!!&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu no O Estado de S. Paulo (11/11/10)<br />
</em><br />
<strong>Dilma na encruzilhada<br />
</strong><br />
A presidente eleita, Dilma Rousseff, ainda não explicou de forma clara e convincente se manterá a política de gastança e de aumento da carga tributária ou se escolherá o caminho da seriedade e do equilíbrio fiscal. Ela parecia comprometer-se com a segunda alternativa, em seu primeiro pronunciamento depois da eleição. Mas logo em seguida anunciou a disposição de conversar com vários governadores sobre a recriação da CPMF, o imposto sobre o cheque, ainda agora defendido pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O novo governo seguirá o caminho da responsabilidade se aceitar o roteiro esboçado pelo ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, e certamente apoiado pelo ex-ministro e deputado Antonio Palocci, um dos conselheiros da ex-ministra durante a campanha eleitoral. Do outro lado vêm as pressões para a manutenção da farra fiscal, mais ao gosto do padrinho político da presidente eleita. </p>
<p>O plano sugerido pelo ministro Paulo Bernardo reproduz, no essencial, a proposta apresentada há cinco anos por ele e por seu colega da Fazenda, Antonio Palocci. A ideia era conter a expansão do gasto corrente para equilibrar as contas públicas em poucos anos. A pretensão era mesmo eliminar o déficit nominal, zerando o resultado global da administração nos três níveis de governo. O plano foi derrubado pela ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, com apoio de colegas do primeiro escalão e do então presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Guido Mantega. </p>
<p>A presidente eleita ainda não se comprometeu com o plano agora defendido pelo ministro Paulo Bernardo, muito parecido com aquele por ela qualificado como &#8220;rudimentar&#8221; em 2005. Mas não poderá seguir um roteiro muito diferente, se estiver disposta a trabalhar pela expansão do investimento governamental, pelo aumento da eficiência do setor público, pela valorização da meritocracia na administração e pelo uso responsável do dinheiro arrecadado.</p>
<p>Além disso, a presidente eleita comprometeu-se explicitamente com o controle da inflação. O povo brasileiro, disse ela depois de eleita, não aceita mais o aumento geral de preços como forma de acomodação dos desajustes profundos da economia. Esses desajustes, poderia ter acrescentado, são normalmente criados pela imprudência das autoridades, frequentemente propensas a pensar mais nas vantagens políticas imediatas do que nos interesses nacionais de longo prazo. </p>
<p>O novo governo poderá promover uma arrumação das contas públicas sem grandes cortes e sacrifícios, tem dito o ministro Paulo Bernardo. A presidente eleita já disse algo semelhante. Mas a situação é um pouco mais complicada e menos tranquilizadora. </p>
<p>Falta negociar o salário mínimo para o próximo ano, e a presidente eleita insinuou a possibilidade de um reajuste maior do que seria possível com a mera aplicação da fórmula em vigor. Deverá haver também aumento real para todos os aposentados. </p>
<p>Além disso, o Tesouro Nacional assumiu compromissos pesados para capitalizar o BNDES e a Petrobrás, elevando seu endividamento. Novos compromissos deverão surgir, se o Congresso não derrubar a Medida Provisória (MP) n.º 511, assinada na última sexta-feira pelo presidente Lula. Com essa MP, o governo assume o risco de gastar até R$ 45 bilhões para garantir os financiamentos concedidos pelo BNDES à concessionária do trem-bala e aos envolvidos em outros projetos de infraestrutura. </p>
<p>Recursos públicos também serão drenados, certamente, para projetos relacionados com a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos. É ingenuidade aceitar sem reserva a hipótese contrária, apesar das declarações do presidente Lula. </p>
<p>O Orçamento federal já está muito menos equilibrado, de fato, do que indica o discurso oficial. O superávit primário exibido pelo governo, em 2010, só foi obtido graças a mirabolantes artifícios contábeis. O novo governo herdará contas públicas em condições nada brilhantes. Se quiser ajustá-las sem recorrer a truques e sem depender só do aumento da carga tributária, terá de agir com uma seriedade nunca vista nos últimos oito anos. Estará disposta a isso a presidente eleita?</p>
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		<title>Cenário trabalhista com Dilma</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Nov 2010 20:18:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Artigo publicado no O Estado de S. Paulo (09/11/10)
José Pastore
É prematuro e arriscado querer saber o que fará Dilma Rousseff na área trabalhista.
O novo cenário do trabalho no País decorrerá, é óbvio, do que acontecer nos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. O que dizer de Dilma? Numa reunião realizada durante a campanha com empresários de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Artigo publicado no O Estado de S. Paulo (09/11/10)</p>
<p>José Pastore</p>
<p>É prematuro e arriscado querer saber o que fará Dilma Rousseff na área trabalhista.<br />
O novo cenário do trabalho no País decorrerá, é óbvio, do que acontecer nos Poderes Executivo, Judiciário e Legislativo. O que dizer de Dilma? Numa reunião realizada durante a campanha com empresários de Santa Catarina, a então candidata disse que a reforma trabalhista está fora de sua agenda por não considerá-la urgente ou imprescindível. Em visita a uma das centrais sindicais, Dilma revelou ser contra a redução da jornada de trabalho por lei. Nos dois casos ela preocupou os seus interlocutores. Depois de eleita, disse que levará adiante a ideia de desonerar a folha de pagamento.</p>
<p>A saudável melhoria do emprego formal nos últimos anos parece insuficiente para dispensar mudanças no campo do trabalho. Há muitos problemas pendentes. Quando se consideram empregados de empresa, empregados domésticos e trabalhadores por conta própria, 50% dos brasileiros continuam trabalhando na informalidade, sem nenhuma proteção. Os jovens seguem enfrentando imensas dificuldades para começar a trabalhar. As despesas de contratação continuam exorbitantes (102,43% do salário), o que contribui para a informalidade na agricultura, na construção civil e nas pequenas e microempresas e dificulta a competitividade das empresas (já agravada pelo câmbio).</p>
<p>No campo do Poder Judiciário, a insegurança campeia. Interpretações divergentes dos magistrados desorientam os investidores e os trabalhadores. E o relacionamento entre as partes continua conflituoso (são mais de 2 milhões de ações todos os anos), o que gera um passivo trabalhista incalculável. Os custos são altos. A demora é intolerável.</p>
<p>No âmbito do Poder Legislativo há centenas de projetos de lei que ampliam licenças e benefícios. Se aprovados, a jornada de trabalho no Brasil tenderá a zero e as despesas, ao infinito. Há vários projetos &#8220;no forno&#8221; que também encarecem a contratação, como são os casos da redução da jornada de trabalho, da ampliação da licença-maternidade para 180 dias, do impedimento da dispensa sem justa causa (Convenção 158 da OIT), do bloqueio dos contratos de terceirização e vários outros. Todos eles, apesar de seus bons propósitos, engrossam a burocracia atual e oneram ainda mais a folha de pagamentos.</p>
<p>Além disso, há uma enorme quantidade de medidas administrativas igualmente onerosas que vêm sendo tomadas pelos ministros do Trabalho, da Previdência Social e até do Meio Ambiente. Esse é o caso do Fator Acidentário Previdenciário (FAP) e seus reflexos sobre o seguro de acidentes do trabalho (SAT); da obrigatoriedade da compra de um só modelo de equipamento para registrar o ponto dos empregados; e da exigência de parecer das centrais sindicais para aprovar licenças ambientais (Portaria n.º 259/2009 do Ministério do Meio Ambiente).</p>
<p>As centrais sindicais, por sua vez, levam avante bandeiras que igualmente enrijecem e encarecem a contratação, tais como a que torna &#8220;eternas&#8221; as cláusulas dos acordos e convenções coletivas (ultratividade); a pretendida extinção dos trabalhos aos domingos e feriados; o impedimento do trabalho como pessoa jurídica (PJ); o aumento do valor dos pisos estaduais e o estabelecimento de porcentuais obrigatórios para a participação dos lucros ou resultados (hoje negociados); e a participação de dirigentes sindicais nas visitas dos fiscais às empresas.</p>
<p>Dilma foi eleita com o decisivo apoio das centrais sindicais, assim como ocorreu com Lula. Mas ninguém sabe qual é a profundidade dos seus compromissos com aquelas organizações. Se ela vier a abrigar todas ou a maioria das ideias que moram nas centrais sindicais, nos Ministérios da área e no Congresso Nacional, será inevitável a instalação entre nós de um peronismo à brasileira, com o sério risco de realizar o sucateamento que foi feito na Argentina. Se ela for cautelosa, terá de enfrentar a reação dos que pensam e agem mais como oportunistas do que como estadistas. Quem viver verá.</p>
<p>PROFESSOR DE RELAÇÕES DO TRABALHO DA FEA-USP SITE: WWW.JOSEPASTORE.COM.BR </p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cobrada por sindicalistas, Dilma terá primeiro teste fiscal com novo mínimo</title>
		<link>http://eduardosciarra.com.br/cobrada-por-sindicalistas-dilma-tera-primeiro-teste-fiscal-com-novo-minimo/</link>
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		<pubDate>Mon, 08 Nov 2010 17:18:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Vários governos, durante muitos anos, impuseram sacrifícios ao povo brasileiro para a transparência e o ajuste das contas públicas. Nos últimos anos, o governo Lula pôs em risco este patrimônio. A presidente eleita tem a responsabilidade histórica de recuperar tanto a transparência quanto a saúde da gestão pública.&#8221;

Deu no O Globo (08/11/10)

Cobrada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Vários governos, durante muitos anos, impuseram sacrifícios ao povo brasileiro para a transparência e o ajuste das contas públicas. Nos últimos anos, o governo Lula pôs em risco este patrimônio. A presidente eleita tem a responsabilidade histórica de recuperar tanto a transparência quanto a saúde da gestão pública.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu no O Globo (08/11/10)<br />
</em><br />
<strong>Cobrada por sindicalistas, Dilma terá primeiro teste fiscal com novo mínimo<br />
</strong><br />
Contas públicas. Definição do valor do salário para 2011 envolve uma intrincada negociação entre governo, Congresso e centrais, que terão reunião esta semana com representantes da atual gestão e da equipe de transição da presidente eleita, Dilma Rousseff</p>
<p>O primeiro teste sobre a disposição da presidente eleita, Dilma Rousseff, de promover o ajuste fiscal defendido por integrantes do governo e da equipe de transição ocorrerá nesta semana: a reunião com as centrais sindicais sobre o reajuste do salário mínimo e das aposentadorias acima do mínimo. </p>
<p>Esses são os dois itens que mais pesam nos gastos do governo, sem contar os juros da dívida pública. O assunto será discutido pelos representantes dos trabalhadores, do atual governo e da equipe de transição, que trabalhará no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB).</p>
<p>Se quiser mesmo segurar o crescimento dos gastos, ela terá de conter o ímpeto dos sindicalistas. Para cada R$ 1 a mais concedido ao mínimo, as despesas do governo com o pagamento de benefícios previdenciários e assistenciais vinculados ao piso nacional aumentarão em R$ 286,4 milhões, segundo cálculos do Ministério do Planejamento.</p>
<p>Se fosse implementada a promessa do candidato do PSDB, José Serra, de R$ 600, o gasto adicional seria de R$ 17,7 bilhões. É dinheiro suficiente para pagar 15 meses do Bolsa-Família.</p>
<p>As centrais, porém, têm um argumento que cala fundo no coração desenvolvimentista de Dilma: foi a política de dar ganhos reais ao mínimo que impulsionou o consumo nos últimos anos e permitiu ao Brasil escapar dos efeitos mais negativos da crise econômica de 2008 e 2009. </p>
<p>&#8220;A Dilma já disse duas ou três coisas que indicam que a política de valorização do salário mínimo vai continuar&#8221;, disse o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Artur Henrique. &#8220;Ela disse que é preciso fortalecer o mercado interno e reforçou a importância do salário mínimo nesse processo.&#8221;</p>
<p>Além disso, a própria presidente eleita já demarcou as linhas de um eventual aperto. &#8220;Recusamos as visões de ajustes que recaem sobre os programas sociais, os serviços essenciais à população e os necessários investimentos&#8221;, afirmou, após a divulgação do resultado das eleições.</p>
<p>Acordo. Apesar do discurso favorável a aumentos generosos para o mínimo, manobras nos bastidores procuram controlar maiores danos nas contas públicas. Por orientação do governo, o relator do Orçamento de 2011, senador Gim Argello (PTB-DF), disse aos sindicalistas que poderá dar um reajuste mais generoso em 2011, mas ele será descontado do aumento para 2012. </p>
<p>Explica-se: por uma regra acertada entre governo e centrais, ainda não convertida em lei, o mínimo é corrigido conforme a inflação e o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos atrás. Por esse mecanismo, o valor para 2011 seria R$ 538,15, que é o piso atual (R$ 510) corrigido pela inflação, mas sem o acréscimo do PIB porque em 2009 a economia encolheu 0,2%. </p>
<p>Em 2012, porém, o mínimo já tem garantido aumento da ordem de 7,5% acima da inflação, pois essa deve ser a taxa de crescimento do PIB em 2010. O que Argello propôs foi pagar em 2011 parte do que será dado em 2012.</p>
<p>Resistência. As centrais são contra. Elas querem aumento real para o mínimo agora, mas não abrem mão do reajuste grande de 2012. &#8220;Essa história de parcelar parece coisa de Casas Bahia&#8221;, brincou o presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP). &#8220;É loucura, porque o reajuste de 2012 vai refletir o bom momento de 2010&#8243;, disse Artur Henrique. </p>
<p>Diante da resistência, Argello não sabe se insistirá na ideia. &#8220;Vou conversar com o presidente Lula e com Dilma&#8221;, disse ele, na semana passada. &#8220;Mas a orientação partiu do Executivo.&#8221; </p>
<p>O relator avisa que não tem como acomodar um aumento muito grande de despesas. A análise da proposta para 2011 mostrou que a arrecadação pode ficar R$ 17,7 bilhões acima do previsto, mas a lista de gastos não contemplados passa dos R$ 30 bilhões. Argello acha que, com esforço, dá para elevar o valor para R$ 550.</p>
<p>Para Paulinho, é questão de decidir como serão gastos os R$ 17,7 bilhões. Pelo sim, pelo não, ele já tem elaboradas emendas ao Orçamento. Se as negociações com o governo chegarem a bom termo, ótimo. Do contrário, ele proporá um mínimo de R$ 580 e caberá aos parlamentares decidir o novo valor no voto.</p>
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		<title>Questão de sintonia</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Nov 2010 17:06:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>
		<category><![CDATA[PARANÁ]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;O diálogo e a união de esforços dos paranaenses vão fazer a diferença no desenvolvimento do Estado.&#8221;

Deu no Documento Reservado (04/11/10)

Questão de sintonia

Ao final da primeira reunião entre o governador eleito Beto Richa (PSDB) e os deputados federais da bancada paranaense, na segunda-feira (1º), o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) disse que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;O diálogo e a união de esforços dos paranaenses vão fazer a diferença no desenvolvimento do Estado.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu no Documento Reservado (04/11/10)<br />
</em><br />
<strong>Questão de sintonia<br />
</strong><br />
Ao final da primeira reunião entre o governador eleito Beto Richa (PSDB) e os deputados federais da bancada paranaense, na segunda-feira (1º), o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) disse que “estamos inaugurando um novo tempo na relação entre o governo estadual e a bancada federal, onde o diálogo e a sintonia vão fazer a diferença no desenvolvimento do nosso Estado”. No encontro, realizado na Fecomércio, em Curitiba, foram levadas aos parlamentares as demandas das entidades e órgãos federais presentes no Estado e os projetos do governo estadual para que sejam incluídos no Orçamento Geral da União de 2011, por meio de emendas parlamentares. Segundo o deputado, para que a alocação de recursos federais no Paraná seja mais efetiva, é estratégica a sintonia com o governador eleito. “A atuação política do Beto será fundamental para a liberação das emendas”, disse. Dentre os projetos para os quais o governador eleito pediu o apoio da bancada federal estão obras de rodovias, ferrovias, portos, saneamento, além de saúde, segurança e educação, num total de R$ 771 milhões. Também participaram da reunião representantes de várias instituições e entidades como Tribunal Regional do Trabalho, Ministério Público, as universidades Federal (UFPR) e Tecnológica Federal (UTFPR) e as estaduais de Londrina (UEL) e Maringá (UEM), dos hospitais Cajuru, Pequeno Príncipe, Erasto Gaertner e Evangélico e da Polícia Rodoviária Federal. </p>
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		<title>Erenice usou carta a Dilma para pressionar Anatel a dar concessão</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 13:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>
		<category><![CDATA[ÉTICA NA POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Este caso, além de demonstrar o pesado tráfico de influência na Casa Civil, mostra porque o governo petista quer estrangular as Agências Reguladoras: se bem estruturadas ficam imunes à pressões políticas do Executivo.&#8221;

Deu na Folha de S. Paulo (28/10/10)

Erenice usou carta a Dilma para pressionar Anatel a dar concessão

Ex-ministra pressionou agência para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Este caso, além de demonstrar o pesado tráfico de influência na Casa Civil, mostra porque o governo petista quer estrangular as Agências Reguladoras: se bem estruturadas ficam imunes à pressões políticas do Executivo.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu na Folha de S. Paulo (28/10/10)<br />
</em><br />
<strong>Erenice usou carta a Dilma para pressionar Anatel a dar concessão<br />
</strong><br />
Ex-ministra pressionou agência para favorecer a Unicel, empresa na qual seu marido atuava</p>
<p>Firma de padrinho de casamento de Erenice ganhou concessão para entrar no mercado de telefonia celular em SP</p>
<p>Erenice Guerra usou uma carta enviada à então titular da Casa Civil, Dilma Rousseff, para pressionar a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em 2007 em favor da Unicel Telecomunicações. O marido de Erenice, José Roberto Campos, era consultor da empresa.</p>
<p>Em janeiro de 2007, o presidente da Unicel, José Roberto Melo e Silva -padrinho de casamento de Erenice e Campos- mandou uma carta para Dilma com graves acusações à Anatel.</p>
<p>Erenice, que era secretária-executiva da Casa Civil, mandou cópia da carta ao então presidente da Anatel, Plínio Aguiar Júnior, e cobrou explicação urgente.</p>
<p>O empresário acusava a comissão de licitação e a procuradoria da Anatel de mentirem à Justiça Federal, de vazarem informações para empresas de fora da licitação e de coagirem o advogado da Unicel, Gabriel Laender -que depois foi nomeado assessor na Casa Civil.</p>
<p>A empresa tentava obter concessão para oferecer telefonia celular na Grande São Paulo, numa licitação iniciada pela Anatel, em 2005. Foi a única a apresentar proposta, mas depositou garantia aquém da exigida no edital -R$ 930 mil em vez dos R$ 9,3 milhões, graças a uma liminar obtida na Justiça.</p>
<p>A pressão da Casa Civil na Anatel, agora comprovada por documentos obtidos pela Folha, foi relatada em setembro pela revista &#8220;Veja&#8221;.</p>
<p>Começou uma disputa judicial que levou a Anatel a cancelar a licitação. Quando a acusação do empresário chegou à Casa Civil, no dia 17 de janeiro de 2007, a licitação havia sido retomada. A empresa ganhara, em segunda instância, o direito de completar a garantia exigida.</p>
<p>A carta foi escrita um dia depois de a comissão de licitação adiar a abertura da proposta de preço, para averiguar pontos da garantia oferecida pela Unicel. A Intec, empresa que estava fora da licitação, alegara que a garantia estava vencida. O presidente da Unicel diz desconfiar que a Anatel iria beneficiar outra empresa, caso a disputa fosse anulada.</p>
<p>Na carta a Dilma Rousseff, o presidente da Unicel diz que o Brasil estava &#8220;a ponto de perder US$ 1 bilhão em investimentos&#8221;, por culpa da Anatel, e que a agência tinha uma burocracia &#8220;capturada e descomprometida com os interesses do país&#8221;.</p>
<p>O empresário acusou a Anatel de abuso de poder e de ter &#8220;propósitos escusos&#8221;. A carta deixa claro que ele discutiu a questão previamente com a assessoria da Casa Civil antes de enviar as denúncias à ex-ministra.</p>
<p>&#8220;REPULSA&#8221;</p>
<p>A ingerência da Casa Civil criou um clima de revolta na Anatel. &#8220;É com total repulsa que esta CEL [Comissão Especial de Licitação] analisa o texto narrado na correspondência da Unicel&#8221;, diz o relatório remetido à Casa Civil, também obtido pela Folha.</p>
<p>A comissão de licitação era formada por três gerentes e um advogado da União. Ela alegou, em sua defesa, que a Lei Geral de Telecomunicações exige depósito de garantia de 10% nas licitações da Anatel, e que a Unicel teria mentido à Justiça ao dizer que a agência teria de cumprir a Lei das Licitações, que estabelece garantia de 1%.</p>
<p>Para o ex-conselheiro da Anatel José Leite Pereira Filho -que ocupou o cargo de novembro de 1997 a novembro de 2007-, houve interferência indevida de Erenice Guerra, o que &#8220;causou mal-estar em pessoas sérias&#8221; da agência, como disse à Folha.</p>
<p>Sem ter experiência num mercado dominado por grandes corporações, a Unicel ganhou o direito de explorar telefonia celular no maior mercado do país -a Grande São Paulo. Hoje a empresa está em estado pré-falimentar.</p>
<p>Segundo o conselheiro, era visível que a Unicel não teria capacidade financeira para implantar a telefonia celular em São Paulo, como se provou mais tarde. </p>
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		<title>Sciarra na Acic: Paraná vai ter bom ambiente para crescer</title>
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		<pubDate>Wed, 27 Oct 2010 13:50:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>

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		<description><![CDATA[O deputado federal reeleito pelo DEM, Eduardo Francisco Sciarra, participou do encontro empresarial da Acic na noite de quinta-feira. Sciarra, que durante anos esteve na oposição do governo estadual e da presidência da República, diz-se animado com as perspectivas do Paraná a partir de 2011, com a posse do governador eleito Beto Richa (PSDB). &#8220;O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal reeleito pelo DEM, Eduardo Francisco Sciarra, participou do encontro empresarial da Acic na noite de quinta-feira. Sciarra, que durante anos esteve na oposição do governo estadual e da presidência da República, diz-se animado com as perspectivas do Paraná a partir de 2011, com a posse do governador eleito Beto Richa (PSDB). &#8220;O Paraná vai ter um ambiente dos mais propícios para crescer nos mais diversos setores produtivos&#8221;.</p>
<p>Beto, segundo Sciarra, é um líder de fácil diálogo e que tem o interesse de fazer do Paraná um lugar ainda melhor a todos. &#8220;Ele gosta muito de Cascavel e precisamos utilizar isso em benefício de grandes obras, muitas delas reivindicadas há décadas&#8221;. O deputado federal entende que um dos temas mais urgentes do Oeste é resolver de uma vez a questão entorno da duplicação da BR 277 entre Cascavel e Medianeira. Ele também defende a redução de tarifas do pedágio. &#8220;É possível sim, com diálogo e discernimento, equacionar bem essa questão&#8221;.</p>
<p>Sciarra é a favor da reforma do atual aeroporto de Cascavel, mas alerta que não se pode esquecer a luta pelo regional, que será determinante para ditar o ritmo de crescimento de todo o Oeste do Paraná. O parlamentar defende um novo sistema de definição de preços pela Ferroeste que, conforme ele, não pode ter o transporte rodoviário como balizador. Ele citou também sobre a conclusão das obras do Contorno Oeste e da articulação para garantir recursos aos contornos Norte e Sul de Cascavel.</p>
<p>A volta aos trabalhos no Congresso Nacional reserva temas duros aos parlamentares. Um deles, segundo Sciarra, diz respeito à proposta de redução semanal da jornada de trabalho de 44 para 40 horas. &#8220;E só não passou ainda em função do período eleitoral, mas, como sempre, serei contra essa intenção do sindicalismo&#8221;. Ele também reafirmou compromissos com as bandeiras da Acic e disse que é permanentemente um defensor das reformas.</p>
<p>Pedido e agradecimento</p>
<p>O diretor de Patrimônio da Acic, Sérgio Carlos Kasprzak, pediu a Sciarra que seja parceiro de outro projeto estratégico para o futuro da região. Sérgio pede ações em defesa da integração de Cascavel a ramais para a futura rede de distribuição de gás natural para o desenvolvimento de indústrias de ponta.</p>
<p>Alberto Pompeu, diretor do Hospital Universitario, fez um agradecimento público ao deputado: &#8220;Sciarra é o parlamentar que mais ajuda, com suas emendas, para avanços nesse que é um dos mais importantes hospitais públicos do Paraná&#8221;. O presidente do Conselho Superior da Acic, Valdinei Francisco Bobato, ressaltou que Sciarra é um parceiro de primeira hora da associação comercial, e Cascavel e do Oeste. </p>
<p>Fonte: ACIC</p>
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