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	<title>Sciarra &#187; EMPREENDEDORISMO</title>
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	<description>Blog do Deputado Eduardo Sciarra</description>
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		<title>Empresários reivindicam ao governador Beto Richa obras para Foz do Iguaçu</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Mar 2012 17:54:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[EMPREENDEDORISMO]]></category>
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		<description><![CDATA[Deputado Eduardo Sciarra e dirigente municipal do PSD, Wanderley Teixeira, acompanham audiência em que ACIFI apresenta soluções para trânsito na BR-277 
O presidente da Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu (Acifi), Roni Carlos Temp, e o presidente do Conselho Superior da entidade, Danilo Vendruscolo, formalizaram nesta segunda-feira (12) ao governador Beto Richa, em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Deputado Eduardo Sciarra e dirigente municipal do PSD, Wanderley Teixeira, acompanham audiência em que ACIFI apresenta soluções para trânsito na BR-277</em> </p>
<p>O presidente da Associação Comercial e Industrial de Foz do Iguaçu (Acifi), Roni Carlos Temp, e o presidente do Conselho Superior da entidade, Danilo Vendruscolo, formalizaram nesta segunda-feira (12) ao governador Beto Richa, em audiência no Palácio Iguaçu, pedidos para a construção de quatro trincheiras ou viadutos sobre a BR-277, a revitalização da Avenida Beira Rio com iluminação da Ponte da Amizade e investimentos em segurança pública.</p>
<p>“As quatro passagens sobre a BR-277 são essenciais para ordenar o crescimento da cidade e evitar mais congestionamentos nos cruzamentos com a rodovia, que hoje divide a área urbana ao meio”, explicou Roni Temp. Segundo ele, as rotatórias que hoje servem a BR-277 têm provocado engarrafamentos gigantescos. “Em alguns pontos é preciso aguardar de 30 a 40 minutos para atravessar a rodovia no horário de pico se não houver nenhum acidente”, destacou. </p>
<p>Para o líder empresarial, a obra prioritária situa-se na Avenida Paraná que facilitaria o fluxo numa das principais vias da cidade, além de interligar os dois maiores hospitais de Foz do Iguaçu. As demais trincheiras ou viadutos reivindicados devem ser construídos na Avenida Costa e Silva, entre a Vila Portes e o Jardim Jupira e no acesso ao bairro Portal da Foz. </p>
<p>Os empresários também apresentaram ao governador o pré-projeto da revitalização da Avenida Beira Rio e de iluminação da Ponte da Amizade. “Além de mais uma atração turística, a urbanização do local certamente servirá para combater o contrabando noturno, feito pelas águas do rio Paraná”, afirmou Danilo Vendruscolo, referindo-se ao intenso tráfico noturno de produtos trazidos do Paraguai por canoeiros. </p>
<p>SEGURANÇA – Acompanhados do presidente da Executiva Estadual do PSD, deputado federal Eduardo Sciarra, e do presidente do partido em Foz do Iguaçu, Wanderley Teixeira, os empresários também reivindicaram melhorias nos equipamentos e reforço no efetivo das Polícias Militar e Civil. “Hoje parte da frota das duas polícias está paralisada por falta de manutenção”, disse Vendruscolo. O governador assegurou investimentos no setor a partir de julho, incluindo um helicóptero para o policiamento aéreo, quando também colocará mais policiais nas ruas.</p>
<p>De acordo com o deputado federal Eduardo Sciarra, o governador Beto Richa encaminhou os pedidos de construção das trincheiras ou viadutos ao secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho. “O governo do estado deverá firmar parcerias com a empresa concessionária da rodovia para realizar essas obras de passagens de veículos sobre a BR-277”, destacou. Do mesmo modo, a revitalização da Beira Rio e a iluminação da Ponte da Amizade deverão contar com parcerias da prefeitura de Foz do Iguaçu e do governo federal.</p>
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		<title>“Frimesa é exemplo da vitalidade do agronegócio paranaense”, diz Sciarra</title>
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		<pubDate>Wed, 29 Feb 2012 18:09:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[COOPERATIVAS]]></category>
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		<category><![CDATA[MEDIANEIRA]]></category>

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		<description><![CDATA[A Frimesa Cooperativa Central, a segunda maior agroindústria de produtos suínos e lácteos do Paraná, apresentou um crescimento de 20,7% no faturamento durante 2011, com aumento de 9,9% em sua produção, conforme o balanço anual apresentado pelo presidente, Valter Vanzella, e o diretor-executivo, Elias José Zydek, durante assembleia geral dos cooperativados na última sexta-feira (24), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Frimesa Cooperativa Central, a segunda maior agroindústria de produtos suínos e lácteos do Paraná, apresentou um crescimento de 20,7% no faturamento durante 2011, com aumento de 9,9% em sua produção, conforme o balanço anual apresentado pelo presidente, Valter Vanzella, e o diretor-executivo, Elias José Zydek, durante assembleia geral dos cooperativados na última sexta-feira (24), em Medianeira, no Oeste do Paraná.</p>
<p>O deputado federal Eduardo Sciarra (PSD), presente à reunião, elogiou o desempenho da empresa pela ampliação de sua participação no mercado brasileiro. “A Frimesa é um exemplo da vitalidade e capacidade do agronegócio paranaense, que avança com modelos de gestão adequados ao momento econômico favorável e aos modernos conceitos de responsabilidade socioambiental”, afirmou Sciarra.</p>
<p>De acordo com o relatório anual da Frimesa, a empresa faturou R$ 1,047 bilhão, tendo realizado investimentos da ordem de R$ 23,568 milhões. Com isso, a empresa lançou 40 itens de novos produtos sendo reconhecida com diversas premiações ao longo do ano, como o título de Fornecedor Nota Dez concedido pelos supermercados paranaenses.</p>
<p>Outro ponto de destaque foi a inauguração do Parque Ambiental, com área de 50 hectares de floresta nativa, próximo à unidade industrial de Medianeira, destinado à preservação e educação ambiental. A Frimesa possui mais de 6 mil produtores que atuam como parceiros e fornecedores da matéria-prima de alta qualidade utilizada na industrialização de seus produtos.</p>
<p>A Frimesa é resultado da união de cinco cooperativas: Cooperativa Agroindustrial Lar, C-Vale Cooperativa Agroindustrial, Cooperativa Agroindustrial Consolata, Primato Cooperativa Agroindustrial e Cooperativa Agroindustrial Copagrill.</p>
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		<title>Sciarra destaca elevado nível tecnológico do Show Rural</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Feb 2012 14:31:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[CASCAVEL]]></category>
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		<category><![CDATA[TECNOLOGIA]]></category>

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		<description><![CDATA[“Cascavel consagra-se mais uma vez como palco do melhor evento de inovação tecnológica do setor agropecuário, reunindo os trabalhos de ponta tanto das empresas públicas, como da iniciativa privada”. A opinião é do presidente da Executiva Estadual do PSD, deputado federal Eduardo Sciarra, que visitou as instalações do Show Rural na semana passada, em Cascavel. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Cascavel consagra-se mais uma vez como palco do melhor evento de inovação tecnológica do setor agropecuário, reunindo os trabalhos de ponta tanto das empresas públicas, como da iniciativa privada”. A opinião é do presidente da Executiva Estadual do PSD, deputado federal Eduardo Sciarra, que visitou as instalações do Show Rural na semana passada, em Cascavel. Em sua opinião, o sucesso de público e de participação nas atividades do evento deve-se “ao elevado nível científico e tecnológico alcançado pelo setor rural do Paraná e do país nos últimos anos”.</p>
<p>“Estamos na era do conhecimento e o Show Rural é um difusor de informações que melhoram a produtividade e a qualidade da produção, além de identificar alternativas de cultivo e renda para o produtor”. De acordo com dados divulgados nesta terça-feira (14) pela organização do Show Rural, foram registradas 197.906 visitas nos cinco dias do evento, o maior público desde a sua criação em 1989. “Todo esse sucesso é consequência do competente trabalho da Coopavel, sob o comando do agropecuarista Dilvo Grolli”, afirmou Sciarra.</p>
<p>O Show Rural realizou, entre os últimos dias 6 e 10, cerca de 4,8 mil apresentações técnicas nas parcelas experimentais e demonstrativas, dentre as quais de 200 variedades de soja, 45 híbridos de sorgo, 55 variedades de feijão e 11 variedades de sementes de outras culturas. Destaque ainda para “a passarela da Emater”, que proporcionou uma viagem pelo tempo, promovendo a conscientização ambiental.</p>
<p>Não há dados oficiais de comercialização, uma vez que no local acontecem apenas 20% dos negócios que se concretizam ao longo do ano. Mas os expositores calculam, extra-oficialmente, terem movimentado cerca de R$ 800 milhões. Estiveram presentes comitivas de vários países, como da África do Sul, Nigéria, França, Holanda, Alemanha, Itália, Estados Unidos, Paraguay, Chile e Argentina. O evento recebeu o ministro da Agricultura, Mendes Ribeiro, o governador Beto Richa, o vice-governador Flávio Arns, e dezenas de autoridades nacionais e estaduais.</p>
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		<title>Paraná já registrou 30 Eirelis, a nova categoria de empresa no país</title>
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		<pubDate>Tue, 24 Jan 2012 17:37:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[EMPREENDEDORISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[Em apenas duas semanas, 30 empresas do estado já foram certificadas pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar) como Empresa Individual de Responsabilidade Limitada, ou Eireli, sendo 24 do interior e seis de Curitiba. A Lei que criou a nova categoria de empresa entrou em vigor no último dia 9 de janeiro, de autoria dos deputados [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em apenas duas semanas, 30 empresas do estado já foram certificadas pela Junta Comercial do Paraná (Jucepar) como Empresa Individual de Responsabilidade Limitada, ou Eireli, sendo 24 do interior e seis de Curitiba. A Lei que criou a nova categoria de empresa entrou em vigor no último dia 9 de janeiro, de autoria dos deputados federais Eduardo Sciarra, do Paraná, e Marco Montes, de Minas Gerais, ambos do PSD. Para Sciarra, a principal vantagem é que o empresário pode dispensar o sócio “laranja” com participação societária ínfima. “É uma opção ao empreendedorismo porque não há mais obrigatoriedade de se ter um sócio para abrir uma empresa”, explica.<br />
O presidente da Jucepar, Ardisson Naim Akel, também apoia a medida. “Acho que é benéfica porque traz para a formalidade o que já é uma realidade”, afirma, referindo-se a empresas criadas com sócios com cotas de 1% ou menos. Além disso, ele destaca que a Eireli é criada sem comprometer o patrimônio pessoal do empresário. Pela nova Lei, o capital mínimo de uma Eireli deve ser de 100 salários mínimos (hoje, cerca de R$ 62 mil) totalmente integralizados na empresa no ato da certificação pela Junta Comercial. Em sua opinião, muitas pessoas deixavam de criar uma empresa individual para evitar que seu patrimônio pessoal fosse envolvido no negócio. “Essa medida estimula o empreendedorismo e vai movimentar a economia”, avalia.<br />
Para Ardisson Akel, a proteção do patrimônio pessoal não significa que empresas serão criadas com intenções fraudulentas. “Golpes e fraudes partem de pessoas de má-fé e acontecem a todo momento”, afirma. Segundo ele, a primeira medida da Jucemat neste ano foi exatamente a edição de uma Resolução que obriga o reconhecimento de firma em Cartório para qualquer tipo de certificação na Jucepar. Somente em 2011 foram abertas 42 ações para anulação de certificações ou alterações societárias por causa de documentos falsificados. “É preciso desburocratizar mas não podemos deixar a porta aberta para as fraudes”, conclui.<br />
PRIMEIRA EIRELI DO PARANÁ – A jovem estudante Patrícia Muchau, de 20 anos, foi a primeira pessoa no Paraná a ter uma Eireli registrada na Jucepar. No dia 11 de janeiro, apenas uma hora e meia depois de protocolar os documentos, ela recebeu das mãos de Ardisson Akel o registro da Muchau Comércio de Calçados Eireli, cujo nome fantasia é Cristina Calçados, de Irati. O pai de Patrícia, Oscar Luiz Muchau, é reconhecido empreendedor na cidade, criou quatro lojas e sempre quis estimular as duas filhas a seguir o mesmo caminho. “Já pensava em transferir uma das empresas para a Patrícia e no ano passado, quando soube da possibilidade de haver uma nova categoria de empresa, decidi aguardar”, conta. “Acho que tomei a decisão correta, sem precisar criar uma sociedade”.<br />
O conselho de aguardar o surgimento da Eireli partiu da Alvorada Contabilidade e Assessoria, também de Irati, cujo sócio Anselmo Krupeizaki aponta a proteção do patrimônio pessoal como grande vantagem do novo enquadramento. “Assim o empresário fica mais seguro, por exemplo, para pleitear uma liberação de crédito bancário”, explica. Em sua opinião, o mercado ainda está reticente em relação à nova Lei mas essas dúvidas vão se dissipar ao longo do tempo. “Com certeza, esta Lei vai pegar porque é um estímulo às pessoas que querem abrir uma empresa e ter seu próprio negócio”, afirma.</p>
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		<title>Lei da Empresa Individual, proposta por Sciarra, entra em vigor na segunda</title>
		<link>http://eduardosciarra.com.br/lei-da-empresa-individual-proposta-por-sciarra-entra-em-vigor-na-segunda/</link>
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		<pubDate>Fri, 13 Jan 2012 13:35:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[EMPREENDEDORISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[Nova categoria empresarial acaba com sócios “laranjas”, evita burocracia e estimula empreendedorismo
Entrou em vigor nesta segunda-feira (09) a Lei 12.441/2011 que autoriza a criação no Brasil da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada ou EIRELI. A nova categoria empresarial será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, que não poderá ser inferior [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Nova categoria empresarial acaba com sócios “laranjas”, evita burocracia e estimula empreendedorismo</em></p>
<p>Entrou em vigor nesta segunda-feira (09) a Lei 12.441/2011 que autoriza a criação no Brasil da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada ou EIRELI. A nova categoria empresarial será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, que não poderá ser inferior a 100 vezes o salário mínimo (hoje R$ 62,2 mil). A Lei, de autoria dos deputados federais EduardoSciarra, do Paraná, e Marcos Montes, de Minas Gerais, foi sancionada pela presidente Dilma Roussef em julho do ano passado.</p>
<p>Para Eduardo Sciarra, a grande vantagem será eliminar a figura do “sócio fictício” ou “laranja”. “Como no Brasil essa modalidade de empresa não era permitida, muitas vezes o empreendedor criava sociedades de faz-de-conta, com um sócio minoritário que não decide ou nem chega a participar do negócio”, constata Sciarra.</p>
<p>A empresa enquadrada na nova Lei deverá ter a expressão EIRELI em seu nome jurídico, do mesmo modo como ocorre com as empresas limitadas (Ltda) e sociedades anônimas (S/A). Os registros serão feitos pelas Juntas Comerciais dos Estados e Distrito Federal. Segundo Sciarra, o projeto vai dinamizar e flexibilizar a atividade negocial, inclusive como forma de impulsionar a economia brasileira.</p>
<p>Para o deputado paranaense, a nova categoria empresarial facilita a vida do empreendedor. “Antes, havia muita burocracia e problemas nas Juntas Comerciais, tanto na hora de constituir a sociedade, como em cada alteração societária, momentos em que são necessários exames apurados nesses órgãos”, explica. “Com certeza, haverá redução também nas disputas judiciais provocadas por sócios minoritários, além de não comprometer o patrimônio de uma empresa quando um dos sócios falece e a sua cota entra no inventário”.</p>
<p>Pelo projeto de Lei, o empresário poderá constituir e participar apenas de uma empresa dessa modalidade. A EIRELI poderá resultar também da concentração de quotas de outra modalidade societária num único sócio, não importando os motivos que levaram a esse acúmulo. A proposta assegura às EIRELI prestadoras de serviços “a remuneração decorrente da cessão de direitos patrimoniais de autor ou de imagem, nome, marca ou voz” de que a pessoa jurídica seja detentora.</p>
<p>Segundo Sciarra, o projeto vai dinamizar e flexibilizar a atividade negocial, inclusive como forma de impulsionar a economia brasileira. “Tenho a certeza de que a proposta terá grande êxito, a exemplo do que aconteceu com a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e com a recente introdução, no ordenamento jurídico brasileiro, do microempreendedor individual”, afirmou Sciarra.</p>
<p>SEGUE ABAIXO ÍNTEGRA DA LEI 12.441/2011</p>
<p>LEI Nº 12.441, DE 11 DE JULHO DE 2011.<br />
Altera a Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil),<br />
para permitir a constituição de empresa individual<br />
de responsabilidade limitada.</p>
<p>A PRESIDENTA DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:<br />
Art. 1º Esta Lei acrescenta inciso VI ao art. 44, acrescenta art. 980-A ao Livro II da Parte Especial e altera o parágrafo único do art. 1.033, todos da Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), de modo a instituir a empresa individual de responsabilidade limitada, nas condições que especifica.<br />
Art. 2º A Lei nº 10.406, de 10 de janeiro de 2002 (Código Civil), passa a vigorar com as seguintes alterações:<br />
&#8220;Art. 44. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<br />
VI &#8211; as empresas individuais de responsabilidade limitada.<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;..&#8221; (NR)<br />
&#8220;LIVRO II<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<br />
TÍTULO I-A<br />
DA EMPRESA INDIVIDUAL DE RESPONSABILIDADE LIMITADA<br />
Art. 980-A. A empresa individual de responsabilidade limitada será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, devidamente integralizado, que não será inferior a 100 (cem) vezes o maior salário-mínimo vigente no País.<br />
§ 1º O nome empresarial deverá ser formado pela inclusão da expressão &#8220;EIRELI&#8221; após a firma ou a denominação social da empresa individual de responsabilidade limitada.<br />
§ 2º A pessoa natural que constituir empresa individual de responsabilidade limitada somente poderá figurar em uma única empresa dessa modalidade.<br />
§ 3º A empresa individual de responsabilidade limitada também poderá resultar da concentração das quotas de outra modalidade societária num único sócio, independentemente das razões que motivaram tal concentração.<br />
§ 4º ( VETADO).<br />
§ 5º Poderá ser atribuída à empresa individual de responsabilidade limitada constituída para a prestação de serviços de qualquer natureza a remuneração decorrente da cessão de direitos patrimoniais de autor ou de imagem, nome, marca ou voz de que seja detentor o titular da pessoa jurídica, vinculados à atividade profissional.<br />
§ 6º Aplicam-se à empresa individual de responsabilidade limitada, no que couber, as regras previstas para as sociedades limitadas.<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8221;<br />
&#8220;Art. 1.033. &#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;<br />
&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;&#8230;.<br />
Parágrafo único. Não se aplica o disposto no inciso IV caso o sócio remanescente, inclusive na hipótese de concentração de todas as cotas da sociedade sob sua titularidade, requeira, no Registro Público de Empresas Mercantis, a transformação do registro da sociedade para empresário individual ou para empresa individual de responsabilidade limitada, observado, no que couber, o disposto nos arts. 1.113 a 1.115 deste Código.&#8221; (NR)<br />
Art. 3º Esta Lei entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após a data de sua publicação.<br />
Brasília, 11 de julho de 2011; 190º da Independência e 123º da República.<br />
DILMA ROUSSEFF<br />
José Eduardo Cardozo<br />
Nelson Henrique Barbosa Filho<br />
Paulo Roberto dos Santos Pinto<br />
Luis Inácio Lucena Adams</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Frente Parlamentar prioriza inclusão de novas categorias no Simples Nacional</title>
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		<pubDate>Fri, 09 Dec 2011 16:05:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depois de um balanço positivo das atividades da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no ano de 2011, os deputados e senadores que compõem a frente estabeleceram, na manhã desta quinta-feira (08), em reunião em Brasília, algumas diretrizes gerais de atuação conjunta para o próximo ano.  
A principal vitória da Frente, segundo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Depois de um balanço positivo das atividades da Frente Parlamentar Mista da Micro e Pequena Empresa no ano de 2011, os deputados e senadores que compõem a frente estabeleceram, na manhã desta quinta-feira (08), em reunião em Brasília, algumas diretrizes gerais de atuação conjunta para o próximo ano.  </p>
<p>A principal vitória da Frente, segundo o presidente da Frente, o deputado Pepe Vargas (PT), foi a aprovação da Lei Complementar 591 que altera e facilita procedimentos relativos a micro e pequenas empresas como abertura, registro, funcionamento, exclusão de ofício, recuperação judicial especial, valores da receita bruta, recolhimento de tributos e contribuições; negativação de empresas e sócios; e prevê a participação, em sociedades de propósito específico, a equiparação do produtor rural (pessoa física) à empresa de pequeno porte e cria a figura do trabalhador rural avulso.</p>
<p>Esteve presente o Ministro da Previdência Social, Garibaldi Alves Filho, que se posicionou como parceiro da Frente e apoiador dos projetos que favoreçam as micro e pequenas empresas. O ministro destacou a necessidade de se somar esforços da União, dos estados e dos municípios para a defesa dos micro e pequenos empresários.</p>
<p>Paraná – O deputado federal Eduardo Sciarra (PSD) analisou a importância da proteção ao micro e pequeno empresário no Paraná. “Se olharmos os dados do Dieese que foram publicados esta semana no Anuário do Trabalho na Micro e Pequena Empresa, veremos que, em nosso estado, esses estabelecimentos geraram mais empregos que aqueles de médio e grande porte. No ano passado, mais de 1,9 milhão de empregos foram gerados no Paraná, dos quais 1,1 milhão foram pelo micro e pequeno empresário”.</p>
<p>Para Sciarra as empresas de micro e pequeno porte podem vir a ter papel decisivo no crescimento econômico do país “Este segmento é responsável por cerca de 60% do PIB em países como Itália e Espanha. No Brasil a parcela ainda é de 20%, mas existe potencial para crescimento. Temos que buscar incentivá-lo”.  </p>
<p>Metas para 2012 – Algumas das proposições da Frente para o próximo ano são a inclusão de novas categorias no Simples nacional; o fim da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) dos pequenos negócios por meio de substituição tributária; aprovação do Projeto de Lei 865/11 que cria a Secretaria Nacional da Micro e Pequena Empresa e possibilita que os participantes do Simples Nacional do setor de serviços também sejam beneficiados pelos incentivos à exportação da Lei Complementar 139/11. </p>
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		<title>Projeto de Sciarra dá mais segurança ao proprietário de máquinas agrícolas</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Sep 2011 17:34:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[EMPREENDEDORISMO]]></category>

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A Comissão de Viação e Transportes (CVT), da Câmara dos Deputados, aprovou nesta quarta-feira (31) o projeto de Lei de autoria do deputado federal Eduardo  Sciarra que dispõe sobre o registro de veículos agrícolas e rodoviários. 
O projeto tem como finalidade dar segurança aos proprietários de máquinas agrícolas, fornecendo-lhes um documento oficial que comprove [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Calibri;">A Comissão de Viação e Transportes (CVT), da Câmara dos Deputados, aprovou nesta quarta-feira (31) o projeto de Lei de autoria do deputado federal Eduardo  Sciarra que dispõe sobre o registro de veículos agrícolas e rodoviários. </span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Calibri;">O projeto tem como finalidade dar segurança aos proprietários de máquinas agrícolas, fornecendo-lhes um documento oficial que comprove a sua propriedade. O certificado de propriedade será útil tanto no transporte, quanto na transferência de propriedade de equipamentos como tratores e similares.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Calibri;">Mas a preocupação maior foi com a segurança.  Crescem os roubos de máquinas e o proprietário sequer tem como comprovar que é o legítimo dono.  Este certificado poderá inclusive garantir redução do preço do seguro, pois dificulta a comercialização em casos de roubo.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12.0pt; text-align: justify; line-height: 150%;"><span style="font-family: Calibri;">O projeto do deputado Sciarra tem o cuidado de evitar despesas e custos adicionais, sem necessidade de IPVA ou de emplacamento. “O objetivo do projeto é não criar nenhuma burocracia, nenhum custo a mais, apenas dar segurança”, disse. “Com este documento a propriedade do equipamento poderá ser comprovada”. Além disso, ao ser transformado em Lei, impedirá que os órgãos de trânsito criem ônus e burocracias desnecessárias para o proprietário. O projeto segue agora para apreciação da Comissão de Constituição e Justiça.</span></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-top: 6.0pt; margin-right: 0cm; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; text-align: justify;"><span style="font-family: Calibri;"> </span></p>
</div>
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		<title>Acordo vai ampliar limites do SuperSimples, diz Sciarra</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Aug 2011 12:28:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[EMPREENDEDORISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[A presidente Dilma Rousseff fechou acordo com a Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa e enviou ao Congresso Nacional um novo projeto de Lei que aperfeiçoa a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. O projeto vai tramitar conjuntamente com o Projeto de Lei Complementar 591/10, que trata do mesmo assunto. O deputado Eduardo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A presidente Dilma Rousseff fechou acordo com a Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa e enviou ao Congresso Nacional um novo projeto de Lei que aperfeiçoa a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. O projeto vai tramitar conjuntamente com o Projeto de Lei Complementar 591/10, que trata do mesmo assunto. O deputado Eduardo Sciarra, que é co-autor do projeto e membro da Frente, esteve presente na solenidade de anúncio do acordo no Palácio do Planalto nesta terça-feira (09), em Brasília.</p>
<p>Entre outras ações, a proposta reajusta em 50% os limites de enquadramento das micro e pequenas empresas no SuperSimples, de R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões para as pequenas empresas, e de R$ 240 mil para R$ 360 mil, para as microempresas. Calcula-se que, com essa correção, 500 mil empresas deverão aderir ao SuperSimples. Até agora, 3,9 milhões aderiram ao Simples Nacional. “A ampliação dos limites retira as amarras que impedem os pequenos negócios de crescer, ajudando-os a aquecer a economia”, ressaltou Sciarra.</p>
<p>Outro ponto negociado entre governo e parlamentares foi a possibilidade das micro e pequenas empresas poderem parcelar os seus débitos com o governo em até 60 meses, o que não estava previsto na Lei anterior. A proposta também prevê a ampliação do enquadramento do Microempreendedor Individual (MEI), passando de R$ 36 mil para R$ 60 mil o teto da receita bruta do empreendedor ao ano.  Segundo o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), até agora, 1,4 milhão de empreendedores aderiram ao MEI.</p>
<p>O governo federal se comprometeu a dar mais incentivos às pequenas empresas que exportam seus produtos. Segundo o ministro da Fazenda, Guido Mantega, as empresas que têm faturamento de R$ 3,6 milhões no mercado interno poderão ter o mesmo faturamento com exportações. </p>
<p>O projeto prevê também a simplificação na abertura e fechamento de empresas, e a criação de uma guia única para recolher os tributos. O projeto do governo não prevê a inclusão de novas categorias, porém o Congresso Nacional vai tentar adicionar esse item no projeto. O deputado Sciarra, que sempre apoiou os micro e pequenos empresários, afirmou que o aperfeiçoamento da Lei Geral vai possibilitar a formalização de milhares de empreendedores. “Precisamos aprovar essa matéria para vivenciarmos na prática as vantagens desse projeto, que vai contribuir no desenvolvimento do nosso país”, pontuou Sciarra.</p>
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		<title>Presidente sanciona Lei da empresa individual</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 13:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[EMPREENDEDORISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[De autoria do deputado paranaense Eduardo Sciarra, nova Lei facilita vida empresarial de autônomos e empreendedores
A presidente Dilma Roussef sancionou nesta semana a Lei 12.441/2011 que autoriza a criação no Brasil da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada ou EIRELI. A nova categoria empresarial será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De autoria do deputado paranaense Eduardo Sciarra, nova Lei facilita vida empresarial de autônomos e empreendedores</p>
<p>A presidente Dilma Roussef sancionou nesta semana a Lei 12.441/2011 que autoriza a criação no Brasil da Empresa Individual de Responsabilidade Limitada ou EIRELI. A nova categoria empresarial será constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social, que não poderá ser inferior a 100 vezes o salário mínimo. A Lei, de autoria dos deputados federais Eduardo Sciarra, do Paraná, e Marcos Montes, de Minas Gerais, entra em vigor em 180 dias.</p>
<p>Para Eduardo Sciarra, a grande vantagem será eliminar a figura do “sócio fictício” ou “laranja”. “Como no Brasil essa modalidade de empresa não era permitida, muitas vezes o empreendedor criava sociedades de faz-de-conta, com um sócio minoritário que não decide ou nem chega a participar do negócio”, constata Sciarra.</p>
<p>A empresa enquadrada na nova Lei deverá ter a expressão EIRELI em seu nome jurídico, do mesmo modo como ocorre com as empresas limitadas (Ltda) e sociedades anônimas (S/A). Os registros serão feitos pelas Juntas Comerciais dos Estados e Distrito Federal.</p>
<p>O Palácio do Planalto vetou o dispositivo que previa a proteção total dos bens pessoais do empreendedor, que, na versão original, não poderia ser confundido com o patrimônio da empresa. Segundo Sciarra, o projeto vai dinamizar e flexibilizar a atividade negocial, inclusive como forma de impulsionar a economia brasileira.</p>
<p>“Tenho a certeza de que a proposta terá grande êxito, a exemplo do que aconteceu com a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa e com a recente introdução, no ordenamento jurídico brasileiro, do microempreendedor individual”, afirmou Sciarra. “Essa Lei vai pegar”.</p>
<p>Antes da sanção presidencial, o texto foi avaliado pelos Ministérios da Fazenda; da Justiça; do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior; do Trabalho e Emprego; da Previdência Social; e pela Advocacia Geral da União.</p>
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		<title>Empreendedorismo: chave para um Brasil desenvolvido</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 13:23:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[artigos]]></category>
		<category><![CDATA[EMPREENDEDORISMO]]></category>

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		<description><![CDATA[Eduardo Sciarra*
Em países desenvolvidos, a força da economia e o fundamento da estabilidade financeira e social provêm em grande parte da micro e pequena empresa. É ela que difunde o desenvolvimento e o bem estar econômico e social, pois, atinge todas as classes sociais e está presente, com maior ou menor intensidade, em todo o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eduardo Sciarra*</p>
<p>Em países desenvolvidos, a força da economia e o fundamento da estabilidade financeira e social provêm em grande parte da micro e pequena empresa. É ela que difunde o desenvolvimento e o bem estar econômico e social, pois, atinge todas as classes sociais e está presente, com maior ou menor intensidade, em todo o território nacional, além de envolver as mais diversas atividades.</p>
<p>No Brasil, até bem pouco tempo atrás, uma micro ou pequena empresa era tratada pela Receita Federal, pela legislação trabalhista, fiscal, previdenciária, ambiental e atuarial da mesma forma como uma grande multinacional com faturamento de bilhões de dólares. Nada mais injusto, nada mais desestimulante para quem ousasse estabelecer seu pequeno negócio.</p>
<p>Felizmente, esta situação começou a mudar com os movimentos em defesa de uma legislação específica para as micro e pequenas empresas. Avançou com a edição da emenda constitucional conhecida como reforma tributária promulgada no final de 2003. Seguiu-se a votação da Lei Complementar 123/2006, a Lei Geral da Micro e Pequena empresa, a norma jurídica mais importante e de maior impacto produzida pelo Congresso Nacional nos últimos tempos. Tive a satisfação de participar de todas as fases deste longo e intenso processo. Na condição de vice-presidente da Comissão Especial da Câmara, envolvi-me nas negociações com as áreas de governo, especialmente Receita Federal, Ministério da Previdência e do Planejamento e atuei junto às lideranças da Câmara para viabilizar a sua aprovação. Destaque especial mereceu a profícua participação do SEBRAE em todas as etapas do processo.</p>
<p>Os resultados foram tão auspiciosos que a desconfiança inicial das autoridades do governo que temiam perder arrecadação cedeu lugar a uma franca cooperação. Todos os envolvidos tínhamos a consciência de que a Lei Geral, ainda em estágio inicial, deveria ser aperfeiçoada, conforme a prática e as circunstâncias especiais de sua aplicação indicassem.</p>
<p>Em que pese o grande avanço proporcionado pela Lei Geral, faltavam medidas que ajudassem tantos milhões de trabalhadores informais a usufruir de todos os benefícios de ter um negócio registrado, de exercer sua atividade legalmente e de pagar menos impostos. Ao mesmo tempo era justo e necessário que os benefícios previdenciários e o acesso às linhas de crédito especial alcançassem os trabalhadores informais. Isto foi conseguido através da Lei Complementar 128/2008, que trouxe, entre outros aperfeiçoamentos, a figura do MEI, Microempreendedor Individual, reconhecendo assim o trabalhador autônomo como verdadeiro empreendedor que merece estar inserido na economia formal. A partir de 1º de julho de 2009, os que se registraram ou se registrarem como Empreendedores Individuais pagarão impostos mensais fixos. A obtenção de alvarás é gratuita. As atividades que podem ser enquadradas nesta nova categoria já passam de 500 e esta relação cresce a cada dia.  </p>
<p>Na medida em que se avança neste processo, novos caminhos se descortinam e descobre-se que com melhorias na legislação pode-se estimular ainda mais o empreendedorismo em todos os níveis. A adesão ao Supersimples e o próprio sucesso da Lei Geral que, ao estimular o crescimento de muitas empresas, levaram à urgência e premência de ampliar os limites de enquadramento. O Projeto de Lei Complementar 591/10 em tramitação no Congresso, proposto pela Frente Parlamentar da Micro e Pequena Empresa, resolverá este e outros problemas.</p>
<p>Durante os encontros e debates com as entidades de classes e sindicatos nos municípios paranaenses que represento, foi-me solicitado que apresentasse um projeto de lei instituindo a Empresa Individual de Responsabilidade Limitada &#8211; EIRELI. Trata-se de uma empresa de uma pessoa só, destinada à prestação de serviços de qualquer natureza, inclusive a cessão de direitos autorais ou de imagem, nome, marca ou voz.  O patrimônio pessoal do empreendedor não correrá riscos, dentro de limites claros e bem definidos. Este tipo de empresa já é uma realidade de sucesso em muitos países europeus. O projeto tramitou na Câmara, apensado ao projeto do Dep. Marcos Montes, que também trata deste assunto. Já foi aprovado também no Senado Federal, de onde seguiu para a sanção presidencial. Tenho certeza que a nova lei trará mais dinamismo e flexibilidade nos negócios ao possibilitar que milhares de brasileiros e brasileiras exerçam plenamente os seus talentos como empreendedores, dando-lhe renda, uma vida melhor e mais dignidade.</p>
<p>Outros entraves ao florescimento do espírito empreendedor vão sendo removidos. Um deles, de grande impacto, foi a redução de 11% para 5% da contribuição previdenciária do microempreendedor individual feita através da Medida Provisória nº 529, editada recentemente.</p>
<p>Os resultados já alcançados dão-nos a convicção de que o espírito empreendedor é a chave para o futuro de um Brasil aberto à inovação e à criatividade, com inclusão social, emprego e diminuição das desigualdades regionais. Este espírito se multiplica em milhares de micro e pequenas empresas e nas EIRELI. Mais do que gerar empregos, elas criam empregadores aos milhares, ao tempo em que reduzem as altas taxas de informalidade da economia brasileira. Boa parte dos bons resultados na redução das taxas de desemprego no País podem ser creditados sem dúvida aos efeitos da Lei Geral e ao ambiente um pouco mais favorável às micro e pequenas empresas e ao empreendedorismo.</p>
<p>* Eduardo Sciarra é deputado federal e coordenador de criação do PSD no Paraná</p>
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