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	<title>Sciarra &#187; ÉTICA NA POLÍTICA</title>
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	<description>Blog do Deputado Eduardo Sciarra</description>
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		<title>“Máquina pública inchada e a ética banalizada atrapalham o Brasil”, diz Sciarra</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 17:20:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ÉTICA NA POLÍTICA]]></category>

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			<content:encoded><![CDATA[<p>Em palestra que fechou o VIII Ciclo de Estudos da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg), em Cascavel, o deputado federal Eduardo Sciarra (PSD) traçou um histórico dos partidos políticos no Brasil e relatou aspectos da criação do seu novo partido. “Lamentavelmente, a globalização e o exercício do Poder fizeram com que muitos partidos, quando no Governo, passassem a adotar práticas muito diferentes daquelas que defendiam quando na oposição”.</p>
<p>Numa alusão direta ao PT, o parlamentar acentuou que o partido, hoje governista, historicamente sempre praticou a democracia interna e que, para se manter no poder, tem abandonado essa prática. “Agora acabou até mesmo com as prévias para escolha do candidato a prefeito de São Paulo, impondo um nome através dos caciques partidários”, afirmou-se, referindo-se à imposição do ex-presidente Lula do nome do ministro da Educação, Fernando Haddad, como pré-candidato a prefeito paulistano. <em></em></p>
<p>De acordo com Sciarra, o PSD vai cumprir o caminho inverso, valorizando a democracia interna. O Partido, que foi criado no prazo recorde de seis meses, tem hoje a terceira maior bancada na Câmara, com 52 deputados titulares, atrás apenas do PT e do PMDB. Veja, abaixo, algumas das frases ditas por Eduardo Sciarra em sua palestra:</p>
<p><strong>FRASES DE SCIARRA</strong></p>
<p>“Os políticos têm ouvido cada vez menos o que a sociedade organizada pensa a respeito de tudo, inclusive a respeito da própria atuação da classe política”.</p>
<p><em>“Há um descrédito muito grande, mas ao mesmo tempo há também mais transparência, a sociedade começa a reagir. A Lei da Ficha Limpa, por exemplo, só foi aprovada devido à pressão popular, que impediu também o retorno da CPMF”.</em></p>
<p>“Hoje a sociedade cobra mais, exige, denuncia. E isso pode conduzir a uma postura mais ética da classe política”.</p>
<p><em>“No Governo Lula tivemos um grande retrocesso nas questões éticas, talvez tenha sido esse o fato mais negativo daqueles oito anos: a banalização da ética”.</em></p>
<p>“A impunidade é o pior dos exemplos. Os 40 réus do processo do Mensalão, por exemplo, muito deles ocupam cargos importantes, seja em comissão ou mesmo eletivo”.</p>
<p><em>“Lula, com todo o carisma que tem, poderia ter assumido e comandado as grandes reformas que o Brasil precisa, como a Reforma Tributária, Reforma do Estado, Reforma Política e Trabalhista.  Mas não teve coragem para isso, preferiu utilizar os problemas como moeda de troca”</em></p>
<p>“O Brasil tem hoje 39 Ministérios, com dois ou três tratando da mesma área e eu duvido que a Presidente da República lembre-se de cabeça os nomes de todos os seus ministros”.</p>
<p><em>“Há um oneroso inchaço da máquina pública, com gastos excessivos no custeio e manutenção, por isso falta dinheiro para investimentos em logística e infra-estrutura”</em></p>
<p>“O Brasil investe apenas 1% do seu PIB em infra-estrutura, metade pelo Poder Público, metade pela iniciativa privada. Outros países, como o Chile, a Índia e a China, investem muito mais e nós estamos perdendo espaço”.</p>
<p><em>“É um paradoxo: somos os mais produtivos no setor agropecuário, mas nosso custo logístico nos impede de sermos competitivos no mercado internacional”. </em></p>
<p>“Infelizmente muita gente está na política para fazer negócios e não para servir a sociedade”.</p>
<p><em>“Ainda assim sou um otimista em relação às transformações, a partir do momento que estamos vivendo hoje. Acredito que estamos próximos de uma ruptura em que a sociedade vai exigir o fim da impunidade”. </em></p>
<p>“Reconheço que houve avanços no Governo Lula na área de distribuição de renda, o que, aliás, começou no Governo FHC, com a estabilização da economia”.</p>
<p><em>“O Brasil se encaminha para ser a sexta economia do mundo, mas ainda temos que melhorar muito, sermos mais seletivos nos gastos, nas despesas”.</em></p>
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		<title>“Governo quer cheque em branco de bilhões de reais”, diz Sciarra</title>
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		<pubDate>Fri, 17 Jun 2011 16:08:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[COPA 2014]]></category>
		<category><![CDATA[ÉTICA NA POLÍTICA]]></category>
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		<description><![CDATA[“O governo deveria ter seguido o caminho natural do processo democrático e ter colocado em votação o projeto de Lei que atualiza e moderniza a Lei das Licitações, já aprovado na Câmara dos Deputados e que tramita no Senado”. A avaliação foi feita pelo deputado federal Eduardo Sciarra ao explicar o voto contrário à aprovação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“O governo deveria ter seguido o caminho natural do processo democrático e ter colocado em votação o projeto de Lei que atualiza e moderniza a Lei das Licitações, já aprovado na Câmara dos Deputados e que tramita no Senado”. A avaliação foi feita pelo deputado federal Eduardo Sciarra ao explicar o voto contrário à aprovação na noite de quarta-feira (15) pela Câmara dos Deputados da Medida Provisória 527, que altera e flexibiliza a legislação das licitações para as obras da Copa do Mundo de 2014 e das Olimpíadas de 2016. O texto prevê ainda o sigilo dos orçamentos a serem contratados durante o processo licitatório. “O governo quer um cheque em branco de bilhões e bilhões de reais”, definiu.</p>
<p>Para o deputado paranaense, a Lei 8.666/93, conhecida como Lei das Licitações, foi aprovada como “medida moralizadora e que avançou muito em relação ao que acontecia anteriormente, quando as regras das concorrências permitiam as mais diversas fraudes”. A Lei das Licitações surgiu em 1.993 logo após o escândalo dos “Anões do Orçamento”, em que diversos deputados foram denunciados por desvio de recursos públicos ao acertarem propinas com grandes empreiteiras manipulando emendas parlamentares. “Mas a Lei das Licitações engessou demais o governo e realmente precisava ser atualizada”, analisou.</p>
<p>Segundo Eduardo Sciarra, a medida aprovada nesta semana, porém, contraria os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade e publicidade, que deveriam reger a administração pública brasileira de acordo com a Constituição. “O que foi aprovado fere princípios constitucionais que o governo deveria zelar e defender”. Ele também criticou a prática conhecida como “contrabando das MPs”, expediente em que são incluídos assuntos que nada têm nada a ver com o texto original, como aconteceu com as regras para as licitações dos eventos esportivos mundiais. “O governo, mais uma vez, atropelou o Congresso Nacional com essa prática”, disse. A MP 527 tratava exclusivamente da criação Secretaria Nacional de Aviação Civil.</p>
<p>No lugar da Lei das Licitações, as obras da Copa e das Olimpíadas ficarão sujeitas às novas regras chamadas de Regime Diferenciado de Contratações (RDC). Para Sciarra, os riscos de irregularidades ficam ainda maiores se a Câmara não derrubar, no próximo dia 28, o artigo que possibilita o sigilo dos orçamentos das obras. Pela proposta aprovada, somente órgãos de fiscalização, como o Tribunal de Contas da União (TCU), terão acesso aos orçamentos sob a condição de manter o sigilo dos valores disputados pelas concorrentes. A divulgação ocorreria somente após definido o vencedor.</p>
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		<title>“Palocci deve explicações ao país”, afirma Sciarra</title>
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		<pubDate>Mon, 23 May 2011 21:21:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O deputado federal Eduardo Sciarra reafirmou, no sábado, 21, em entrevista à Rádio Tarobá Digital, em Cascavel, que o PSD se prepara para lançar candidatos a prefeito nos principais municípios paranaenses. “Estamos trabalhando nomes que venham a ter possibilidade de disputar as eleições municipais”, disse. Para ele, o crescimento do novo partido “passa necessariamente pela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Eduardo Sciarra reafirmou, no sábado, 21, em entrevista à Rádio Tarobá Digital, em Cascavel, que o PSD se prepara para lançar candidatos a prefeito nos principais municípios paranaenses. “Estamos trabalhando nomes que venham a ter possibilidade de disputar as eleições municipais”, disse. Para ele, o crescimento do novo partido “passa necessariamente pela sua participação já nas eleições de 2012”.</p>
<p>Ouça a íntegra da entrevista <a href="http://migre.me/4C8AB">http://migre.me/4C8AB</a></p>
<p>O deputado opina ainda sobre o escândalo envolvendo o ministro da Casa Civil, Antonio Palocci. “O ministro Palocci deve uma explicação ao país”, afirma. Em sua opinião, sob o ponto de vista ético, Palocci precisa esclarecer sobre a denúncia do jornal “Folha de S. Paulo” de que a consultoria rendeu faturamento de R$ 20 milhões em 2010, ano em que o ministro foi coordenador da campanha eleitoral da presidente Dilma Roussef. A entrevista foi concedida ao radialista Márcio Pina.</p>
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		<title>PT abocanha a Vale. Discurso do deputado Sciarra</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 18:55:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Senhor Presidente,
Senhoras Deputadas, Senhores Deputados,
O que se temia, aconteceu. O governo petista desta vez ousou mais e ultrapassou todos os limites. Além de “ocupar” politicamente a administração direta, as empresas estatais e entidades públicas, o governo resolveu abocanhar até empresas privadas, nas quais ele tem participação acionária. O alvo da vez é a Vale. O [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Senhor Presidente,<br />
Senhoras Deputadas, Senhores Deputados,</p>
<p>O que se temia, aconteceu. O governo petista desta vez ousou mais e ultrapassou todos os limites. Além de “ocupar” politicamente a administração direta, as empresas estatais e entidades públicas, o governo resolveu abocanhar até empresas privadas, nas quais ele tem participação acionária. O alvo da vez é a Vale. O próprio Ministro da Fazenda, aquele mesmo que patrocinou a gastança no governo Lula e ajudou a “liberar” o dragão da inflação, usou todo o poder de “convencimento” do governo e na prática obrigou a troca do Presidente do Vale, Dr. Roger Agnelli. </p>
<p>É um triste episódio que mancha indelevelmente este início do governo Dilma e é um divisor de águas na própria concepção do papel do estado na economia brasileira. O governo rasga a “Carta ao Povo Brasileiro”, pela qual se comprometia, na prática, a não implementar o programa do PT (ruptura com o sistema financeiro internacional, fora FMI, calote na dívida externa, etc) e que possibilitou o apoio do empresariado e da classe média ao governo Lula e Dilma. Com a tentativa de reestatizar a Vale, o PT tenta fazer um retorno extemporâneo ao seu programa partidário.</p>
<p>A indignação e o assombro tomam conta daqueles brasileiros que, para além de qualquer ideologia ou posição política, querem o bem maior do nosso País.  A Vale fez crescer a confiança na capacidade empresarial brasileira e tornou-se o símbolo de sua competência, uma referência em todo mundo.<br />
De fato, sob qualquer medida, os números da Vale são impactantes: o seu faturamento passou de R$8,8 bilhões, no ano 2000 para R$ 70,5 bilhões em 208. O lucro saiu de R$ 2,1 bilhões para R$ 21,3 bilhões. Os números de investimento são gigantescos, cresceu 18 vezes de 1997 a 2010.  A criação de empregos também impressiona. Antes da privatização a Vale empregava 11.000 pessoas, hoje são cerca de 70 mil postos de trabalho. Até 1997 recolhia R$31 milhões em impostos aos cofres públicos, de 2001 a 2010 a média anual foi de R$ 2,325 bilhões. Sem sua contribuição, a balança comercial brasileira estaria deficitária. As exportações da Vale saltaram de US1,1 bilhão em 1996 para US 24,0 bilhões em 2010.</p>
<p>Com tal desempenho, o que leva o governo a fazer tal truculência contra a Vale, a afrontar as normas do mercado, a desrespeitar os acionistas minoritários e a colocar em risco a sua própria credibilidade? </p>
<p>Não podem ser alegadas razões econômico-financeiras, administrativas, de falta de transparência e muito menos carência de sintonia com as políticas sociais do País. Ora, se não existem razões desta ordem, resta-nos a concluir que os motivos reais são tanto de natureza ideológica, pois o PT nunca suportou o sucesso da Vale, que, por contraposição, se tornou o símbolo da incompetência do estado-empresário, quanto o próprio poder inerente ao comando da segunda maior empresa de mineração do mundo.<br />
A comparação do desempenho da Vale com as empresas estatais como os Correios, a Infraero, os portos tornou-se inevitável. Mas, o temor maior dos petistas é a comparação com a Petrobras, uma empresa de porte assemelhado. A Petrobras foi fatiada entre partidos e grupelhos políticos, com nomeações partidárias para cargos técnicos. Investimentos multimilionários foram condicionados a decisões políticas, como é o caso da associação com a PDVSA venezuelana na construção da refinaria no Nordeste. A Vale, após a privatização, conseguiu se livrar do fisiologismo e tornou-se referência de competência, de transparência e gestão de resultados.</p>
<p>O próprio sucesso da Vale e os números grandiosos que apresenta aguçou o apetite e a voracidade de diversos setores do PT e seus aliados. </p>
<p>Após o fato consumado, todos os brasileiros, especialmente os milhares que adquiriram as ações da Vale, estão apreensivos, pois, o que vem à lembrança é a forma de atuação predatória do governo na Petrobrás e nas outras empresas estatais. Para o bem do Brasil é preciso que a nova administração da Vale  consiga resistir bravamente às investidas do governo que certamente virão. </p>
<p>Deputado EDUARDO SCIARRA</p>
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		<title>Sciarra destaca projetos importantes para a nova legislatura</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Feb 2011 11:08:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[ÉTICA NA POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[Deputado paranaense tomou posse nesta terça-feira

O paranaense Eduardo Sciarra (DEM) tomou posse de seu terceiro mandato na Câmara Federal em Brasília nesta terça-feira (01). Sciarra afirmou que vai trabalhar para aprovar projetos importantes, como o novo Código Florestal. “Sei da importância desse projeto para o país, por isso vou me dedicar intensamente à aprovação da [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Deputado paranaense tomou posse nesta terça-feira<br />
</em></p>
<p>O paranaense Eduardo Sciarra (DEM) tomou posse de seu terceiro mandato na Câmara Federal em Brasília nesta terça-feira (01). Sciarra afirmou que vai trabalhar para aprovar projetos importantes, como o novo Código Florestal. “Sei da importância desse projeto para o país, por isso vou me dedicar intensamente à aprovação da proposta”, afirmou Sciarra.</p>
<p>Outro projeto de extrema importância para a população do Paraná é a instalação de um Tribunal Regional Federal (TRF 6ª Região) no Estado. Na última legislatura, Sciarra articulou para colocar em votação a PEC 544/02 que cria quatro novos Tribunais Regionais Federais (TRF’s) no país. Segundo ele, a criação dos TRFs ajudará na democratização do acesso à Justiça. “Essa é uma demanda antiga do nosso Paraná que acompanhei de perto nos últimos anos. Espero ver sua concretização neste mandato”, ressaltou.</p>
<p>Segundo Sciarra, outra proposta que merece destaque nessa legislatura é o Projeto de Lei Complementar 591/10, aperfeiçoa a Lei Geral da Micro e Pequena Empresa. Eduardo Sciarra é co-autor desse projeto e defende o aumento do teto da receita bruta anual das micro e pequenas empresas para a inclusão no Simples Nacional, que passaria dos atuais R$ 2,4 milhões para R$ 3,6 milhões para as pequenas empresas, e de R$ 240 mil para R$ 360 mil, para as microempresas. “A Lei Geral possibilitou a formalização de milhares de trabalhadores informais. Com o aperfeiçoamento dessa lei, acredito que mais pessoas serão beneficiadas”, enfatizou.</p>
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		<title>UNE se tornou uma entidade chapa-branca, diz Sciarra</title>
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		<pubDate>Thu, 23 Dec 2010 10:58:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
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		<description><![CDATA[“A União Nacional dos Estudantes (UNE) foi uma das entidades que mais se beneficiaram dos oito anos do governo Lula, fato este que a tornou uma legítima entidade chapa-branca”, afirmou o deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) ao criticar a primeira indenização coletiva paga pelo governo brasileiro por danos sofridos durante a ditadura militar.
Nesta semana, durante a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“A União Nacional dos Estudantes (UNE) foi uma das entidades que mais se beneficiaram dos oito anos do governo Lula, fato este que a tornou uma legítima entidade chapa-branca”, afirmou o deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) ao criticar a primeira indenização coletiva paga pelo governo brasileiro por danos sofridos durante a ditadura militar.</p>
<p>Nesta semana, durante a inauguração da pedra fundamental da sede da UNE, no Rio de Janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que podem ser liberados, ainda este ano, por meio de medida provisória, os R$ 14 milhões que faltam ser pagos a UNE. Dos R$ 44,6 milhões, valor da indenização, o governo já depositou R$ 30 milhões na conta da entidade. “Essa indenização milionária veio para coroar a ação de cooptação, tanto que a UNE, sempre atuante, nunca se manifestou diante os diversos casos de corrupção no governo Lula, nem nas ameaças evidentes à liberdade de imprensa”, ressaltou Sciarra.</p>
<p>De acordo com o deputado, no episódio do ENEM (Exame Nacional do Ensino Médio), em que diversas fraudes foram comprovadas, a UNE se manifestou de forma tão suave que parecia apoio. “Atitude muito distante da UNE aguerrida que lutava contra a corrupção, ditadura e desmandos dos governos”, disse o deputado paranaense.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Erenice usou carta a Dilma para pressionar Anatel a dar concessão</title>
		<link>http://eduardosciarra.com.br/erenice-usou-carta-a-dilma-para-pressionar-anatel-a-dar-concessao/</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Oct 2010 13:45:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ELEIÇÕES]]></category>
		<category><![CDATA[ÉTICA NA POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Este caso, além de demonstrar o pesado tráfico de influência na Casa Civil, mostra porque o governo petista quer estrangular as Agências Reguladoras: se bem estruturadas ficam imunes à pressões políticas do Executivo.&#8221;

Deu na Folha de S. Paulo (28/10/10)

Erenice usou carta a Dilma para pressionar Anatel a dar concessão

Ex-ministra pressionou agência para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Este caso, além de demonstrar o pesado tráfico de influência na Casa Civil, mostra porque o governo petista quer estrangular as Agências Reguladoras: se bem estruturadas ficam imunes à pressões políticas do Executivo.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu na Folha de S. Paulo (28/10/10)<br />
</em><br />
<strong>Erenice usou carta a Dilma para pressionar Anatel a dar concessão<br />
</strong><br />
Ex-ministra pressionou agência para favorecer a Unicel, empresa na qual seu marido atuava</p>
<p>Firma de padrinho de casamento de Erenice ganhou concessão para entrar no mercado de telefonia celular em SP</p>
<p>Erenice Guerra usou uma carta enviada à então titular da Casa Civil, Dilma Rousseff, para pressionar a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) em 2007 em favor da Unicel Telecomunicações. O marido de Erenice, José Roberto Campos, era consultor da empresa.</p>
<p>Em janeiro de 2007, o presidente da Unicel, José Roberto Melo e Silva -padrinho de casamento de Erenice e Campos- mandou uma carta para Dilma com graves acusações à Anatel.</p>
<p>Erenice, que era secretária-executiva da Casa Civil, mandou cópia da carta ao então presidente da Anatel, Plínio Aguiar Júnior, e cobrou explicação urgente.</p>
<p>O empresário acusava a comissão de licitação e a procuradoria da Anatel de mentirem à Justiça Federal, de vazarem informações para empresas de fora da licitação e de coagirem o advogado da Unicel, Gabriel Laender -que depois foi nomeado assessor na Casa Civil.</p>
<p>A empresa tentava obter concessão para oferecer telefonia celular na Grande São Paulo, numa licitação iniciada pela Anatel, em 2005. Foi a única a apresentar proposta, mas depositou garantia aquém da exigida no edital -R$ 930 mil em vez dos R$ 9,3 milhões, graças a uma liminar obtida na Justiça.</p>
<p>A pressão da Casa Civil na Anatel, agora comprovada por documentos obtidos pela Folha, foi relatada em setembro pela revista &#8220;Veja&#8221;.</p>
<p>Começou uma disputa judicial que levou a Anatel a cancelar a licitação. Quando a acusação do empresário chegou à Casa Civil, no dia 17 de janeiro de 2007, a licitação havia sido retomada. A empresa ganhara, em segunda instância, o direito de completar a garantia exigida.</p>
<p>A carta foi escrita um dia depois de a comissão de licitação adiar a abertura da proposta de preço, para averiguar pontos da garantia oferecida pela Unicel. A Intec, empresa que estava fora da licitação, alegara que a garantia estava vencida. O presidente da Unicel diz desconfiar que a Anatel iria beneficiar outra empresa, caso a disputa fosse anulada.</p>
<p>Na carta a Dilma Rousseff, o presidente da Unicel diz que o Brasil estava &#8220;a ponto de perder US$ 1 bilhão em investimentos&#8221;, por culpa da Anatel, e que a agência tinha uma burocracia &#8220;capturada e descomprometida com os interesses do país&#8221;.</p>
<p>O empresário acusou a Anatel de abuso de poder e de ter &#8220;propósitos escusos&#8221;. A carta deixa claro que ele discutiu a questão previamente com a assessoria da Casa Civil antes de enviar as denúncias à ex-ministra.</p>
<p>&#8220;REPULSA&#8221;</p>
<p>A ingerência da Casa Civil criou um clima de revolta na Anatel. &#8220;É com total repulsa que esta CEL [Comissão Especial de Licitação] analisa o texto narrado na correspondência da Unicel&#8221;, diz o relatório remetido à Casa Civil, também obtido pela Folha.</p>
<p>A comissão de licitação era formada por três gerentes e um advogado da União. Ela alegou, em sua defesa, que a Lei Geral de Telecomunicações exige depósito de garantia de 10% nas licitações da Anatel, e que a Unicel teria mentido à Justiça ao dizer que a agência teria de cumprir a Lei das Licitações, que estabelece garantia de 1%.</p>
<p>Para o ex-conselheiro da Anatel José Leite Pereira Filho -que ocupou o cargo de novembro de 1997 a novembro de 2007-, houve interferência indevida de Erenice Guerra, o que &#8220;causou mal-estar em pessoas sérias&#8221; da agência, como disse à Folha.</p>
<p>Sem ter experiência num mercado dominado por grandes corporações, a Unicel ganhou o direito de explorar telefonia celular no maior mercado do país -a Grande São Paulo. Hoje a empresa está em estado pré-falimentar.</p>
<p>Segundo o conselheiro, era visível que a Unicel não teria capacidade financeira para implantar a telefonia celular em São Paulo, como se provou mais tarde. </p>
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		<title>PF realiza investigação de conveniência</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 18:26:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ÉTICA NA POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Não é tolerável que as instituições de Estado ajam em favor de partidos ou facções políticas. Estão a serviço do País e não dos Partidos ou de governos.&#8221;

Deu na Folha de S. Paulo (22/10/10)

PF realiza investigação de conveniência

JOSIAS DE SOUZA
Órgão se submete a interesses do PT ao afirmar não ter sido comprovado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Não é tolerável que as instituições de Estado ajam em favor de partidos ou facções políticas. Estão a serviço do País e não dos Partidos ou de governos.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu na Folha de S. Paulo (22/10/10)<br />
</em><br />
<strong>PF realiza investigação de conveniência<br />
</strong><br />
JOSIAS DE SOUZA</p>
<p>Órgão se submete a interesses do PT ao afirmar não ter sido comprovado o uso de dados fiscais em campanha</p>
<p>&#8220;INVESTIGADORES&#8221;, GOVERNO E PARTIDO NEGLIGENCIAM HIPÓTESE QUE ACOMODA CASO NO COMITÊ DE DILMA</p>
<p>Na condução de um inquérito policial, o investigador precisa raciocinar com hipóteses. Desde as mais amplas até as mais específicas.<br />
No Fiscogate, o campo para a escolha de hipóteses é vasto, já que ninguém sabe aonde quer chegar a Polícia Federal de Lula.<br />
Ao &#8220;investigar&#8221; a violação fiscal de pessoas ligadas ao tucano José Serra, a PF reuniu indícios relevantes.<br />
Na melhor das hipóteses, a encrenca estaria elucidada. Na pior das hipóteses, não. Tomada pela fala de seu diretor-geral, a PF agarrou-se à primeira alternativa.<br />
&#8220;Não foi comprovada utilização [dos dados fiscais] em campanha política&#8221;, disse Luiz Fernando Corrêa.<br />
Com essa frase, o manda-chuva da PF revelou-se um delegado precário. Submete o trabalho de sua corporação às conveniências do comitê petista de Dilma Rousseff.<br />
Chama-se Amaury Ribeiro Jr. o pivô do inquérito da PF. Descobriu-se que ele encomendou dados fiscais. Coisa de outubro de 2009.<br />
O PT vendeu a tese de que Amaury, em depoimento, dissera ter agido para &#8220;proteger&#8221; Aécio Neves de Serra. Hoje sabe-se que não há menção a Aécio no inquérito.<br />
Mas a PF, o PT e Lula decretaram: os sigilos foram violados em meio a uma disputa de Aécio e Serra. Mediam forças pela vaga de presidenciável do PSDB.<br />
Agarrados à hipótese específica, &#8220;investigadores&#8221;, governo e partido negligenciam a mais ampla, que evolui para 2010 e acomoda o caso no comitê de Dilma.<br />
Amaury Ribeiro Jr. tomou parte de reuniões de um &#8220;grupo de inteligência&#8221; da pré-campanha da pupila de Lula. Mas isso não parece interessar à PF.<br />
Ao ser inquirido, Amaury disse que Rui Falcão (PT-SP), personagem da campanha de Dilma, roubou informações de seu laptop. A PF dá de ombros.<br />
Amaury insinua que os dados surrupiados de seu computador foram convertidos em dossiê. Não deu queixa à polícia. Faltou-lhe nexo.<br />
Para o governo, Amaury só merece ser ouvido nos trechos em que fala de Aécio. Os pedaços do inquérito que remetem ao comitê não merecem existir.<br />
O que a PF faz em reação às pressões do governo e do PT é o que deixa de fazer por convicção, compromisso com a verdade ou precaução.</p>
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		<title>Promotoria acusa tesoureiro do PT de desvio</title>
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		<pubDate>Wed, 20 Oct 2010 17:15:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[ÉTICA NA POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Diante de tantos escândalos, o mensalão parece pequeno. É a impunidade alimentando e estimulando a cultura dos aloprados.&#8221;

Deu na Folha de S. Paulo (20/10/10)

Promotoria acusa tesoureiro do PT de desvio

Vaccari é denunciado sob suspeita de crimes como lavagem de dinheiro e estelionato quando dirigia a Bancoop
Segundo o promotor, R$ 70 milhões foram [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Diante de tantos escândalos, o mensalão parece pequeno. É a impunidade alimentando e estimulando a cultura dos aloprados.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu na Folha de S. Paulo (20/10/10)<br />
</em><br />
<strong>Promotoria acusa tesoureiro do PT de desvio<br />
</strong><br />
Vaccari é denunciado sob suspeita de crimes como lavagem de dinheiro e estelionato quando dirigia a Bancoop</p>
<p>Segundo o promotor, R$ 70 milhões foram desviados dos cofres da cooperativa; defesa de petista nega acusações</p>
<p>O Ministério Público denunciou à Justiça o tesoureiro do PT João Vaccari Neto sob a acusação de envolvimento em desvios de recursos da Bancoop (Cooperativa Habitacional dos Bancários de São Paulo) para ex-dirigentes da entidade e para campanhas do PT.</p>
<p>A acusação formal, de autoria do promotor José Carlos Blat, apontou que Vaccari cometeu crimes de lavagem de dinheiro, estelionato, formação de quadrilha e falsidade ideológica quando atuou na direção da cooperativa.</p>
<p>Vaccari foi diretor da Bancoop de 1999 a 2004 e presidiu a cooperativa de 2005 até o início deste ano, quando assumiu o cargo de tesoureiro do PT. Outras cinco pessoas ligadas à entidade foram denunciadas (veja quadro abaixo).</p>
<p>Segundo o promotor, a ação dos acusados resultou em desvios de R$ 70 milhões dos cofres da entidade e em prejuízos de R$ 100 milhões aos cooperados da Bancoop.</p>
<p>Criada para viabilizar a construção de unidades habitacionais a preço de custo, a Bancoop não tirou do papel 19 dos 53 empreendimentos oferecidos aos cooperados.</p>
<p>Blat divulgou a denúncia ontem na CPI da Bancoop da Assembleia Legislativa de São Paulo. Vaccari também foi convocado para depor, mas não compareceu.</p>
<p>De acordo com a denúncia, parte dos desvios ocorreu por intermédio de empresas que tinham como sócios ex-dirigentes da cooperativa, principalmente as companhias Germany e Mizu.</p>
<p>Blat disse que foi possível identificar o repasse de R$ 200 mil para o PT, mas o valor das transferências ao partido pode ser maior.</p>
<p>&#8220;Há uma série de outros levantamentos e cheques que foram sacados na boca do caixa cujos destinos são impossíveis de ser apurados nas investigações&#8221;, afirmou.</p>
<p>O promotor disse ter indícios do uso indevido de cerca de R$ 100 mil da Bancoop para financiar a hospedagem em hotel de luxo de espectadores da etapa da Fórmula 1 em São Paulo, além de transferências para um centro espírita e uma entidade assistencial.</p>
<p>Questionado sobre a afirmação do deputado Vanderlei Siraque (PT) de que a denúncia tinha &#8220;tintas tucanas&#8221;, Blat disse: &#8220;Na verdade ela está carregada com as tintas da Justiça e das lágrimas das mais de 3.000 pessoas que não vão ver seu dinheiro e suas moradias de volta&#8221;. </p>
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		<title>Proposta de Sciarra prevê fim de suspensão da ação penal para deputados e senadores</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Sep 2010 13:31:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[DEMOCRACIA]]></category>
		<category><![CDATA[ÉTICA NA POLÍTICA]]></category>

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		<description><![CDATA[O deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) apresentou Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 484/2010, que revoga a possibilidade de sustação de ação penal no caso de crime comum quando o acusado for deputado ou senador. O objetivo é dificultar ainda mais a candidatura de pessoas com ficha suja.
A medida dá nova redação ao parágrafo 3º e revoga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) apresentou Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 484/2010, que revoga a possibilidade de sustação de ação penal no caso de crime comum quando o acusado for deputado ou senador. O objetivo é dificultar ainda mais a candidatura de pessoas com ficha suja.</p>
<p>A medida dá nova redação ao parágrafo 3º e revoga o 4º e o 5º do art. 53 da Constituição Federal. “Creio ser de grande injustiça que parlamentares, envolvidos em crimes comuns, tenham como escudo o seu mandato para ver-se livre da ação penal”, afirmou.</p>
<p>Para Sciarra, os artigos referidos da Constituição não estão de acordo com a atual conjuntura política do nosso país, ainda mais depois de toda a mobilização popular para que o projeto Ficha Limpa fosse colocado em prática.  “Se o deputado ou senador for denunciado por delito, principalmente os de natureza grave, não é aceitável que o Parlamento suste a ação penal. Acredito que esta PEC corrigirá esta incongruência”, afirmou Sciarra. A matéria está sendo analisada na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados, em Brasília.</p>
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