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	<title>Sciarra &#187; INFRAESTRUTURA</title>
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	<description>Blog do Deputado Eduardo Sciarra</description>
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		<title>Ministro da Aviação Civil recebe proposta de construção da nova pista do Afonso Pena</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Dec 2011 16:20:36 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O prefeito de São José dos Pinhais, Ivan Rodrigues, apresentou a proposta para construção da nova pista e do terminal de cargas do Aeroporto Internacional Afonso Pena ao ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, e ao presidente da Infraero, Gustavo do Vale, na tarde desta terça-feira (13), em Brasília. A resposta das autoridades [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O prefeito de São José dos Pinhais, Ivan Rodrigues, apresentou a proposta para construção da nova pista e do terminal de cargas do Aeroporto Internacional Afonso Pena ao ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, e ao presidente da Infraero, Gustavo do Vale, na tarde desta terça-feira (13), em Brasília. A resposta das autoridades da aviação às propostas foi bastante positiva, no entender do prefeito.</p>
<p>O projeto inovador mantém a atual pista de 2.215 metros e desativa a pista auxiliar, que possui 1.800 metros. A nova pista a ser construída teria 3.400 metros e poderia receber aeronaves sem limitações de peso, já que as condições atuais do Afonso Pena não permitem que grandes aviões de carga pousem ou decolem com 100% da sua capacidade.</p>
<p>No espaço da pista auxiliar, o objetivo é instalar um terminal de logística de cargas, para receber as demandas de toda a região Sul do país, que hoje utilizam o aeroporto de Guarulhos (SP). O novo terminal de cargas aliviaria também o trafego pesado na BR-116 entre Curitiba e São Paulo e facilitará a ligação com os portos marítimos da região, além de gerar divisas para São José dos Pinhais e facilitar a exportação de produtos locais.</p>
<p>O ministro-chefe da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, disse que irá solicitar um estudo mais aprofundado para viabilizar essas obras, mas em princípio recebeu bem a iniciativa. “Essa parceria entre a União, a cidade de São José dos Pinhais e o Estado do Paraná é extremamente importante, pois o trabalho conjunto tornará nossas ações mais proveitosas”, afirmou o ministro. Apoio que foi reforçado pelo prefeito Ivan. “Estamos dispostos a trabalhar no que for possível para viabilizar esse projeto de ampliação, aquilo que couber à Prefeitura será realizado”, comentou.</p>
<p>O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, se entusiasmou com a proposta. “O Aeroporto de Guarulhos está esgotado e o de Campinas é muito longe do Sul do país. Este em São José dos Pinhais tem tudo para ser um grande terminal de cargas. Ele fica perto de três grandes portos (Paranaguá, Itajaí e São Francisco do Sul) o que facilita ainda mais a viabilização desse terminal”, reforçou Vale. O movimento de cargas aéreas dos estados do Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina – que seriam atendidos pelo terminal de cargas de SJP &#8211; representa aproximadamente 30% do movimento de cargas do aeroporto de Guarulhos.</p>
<p>O deputado federal Eduardo Sciarra (PSD) também comentou as propostas. “A ampliação do aeroporto, com a construção da nova pista e do terminal de cargas, representará grande avanço para o país. Será um importante apoio logístico para o setor produtivo paranaense e da região Sul”, afirmou.</p>
<p>A construção de uma pista paralela à principal beneficiaria também a mobilidade no aeroporto. Aviões convencionais de passageiros e os aviões de cargas poderão pousar ou decolar simultaneamente, fato que hoje não ocorre em São José dos Pinhais porque as pistas atuais se cruzam. “A pista auxiliar quase não opera aqui. Então a nova pista melhorará muito as condições do Afonso Pena”, disse o prefeito de São José dos Pinhais. </p>
<p>O prefeito Ivan também mostrou o projeto da Prefeitura para melhorar a mobilidade entre o Aeroporto e a capital Curitiba, através de um veículo sobre trilhos. A idéia é ceder a construção e exploração à iniciativa privada.</p>
<p>As sugestões de projeto de São José dos Pinhais já foram apresentadas e receberam elogios de diversas autoridades como a ministra-chefe da Casa Civil Gleisi Hoffmann, o governador Beto Richa, o secretário estadual de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, o secretário estadual de Planejamento e Coordenação Geral, Cassio Taniguchi, o ex-governador do Rio Grande do Sul, Germano Rigotto, o superintendente da Infraero, Antonio Pallu, o presidente do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia do Paraná (CREA-PR), Álvaro Cabrini Júnior, o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP), Edson Campagnolo, o chefe do Escritório de Representação do Paraná em Brasília, Alceni Guerra e o ex-secretário e integrante da Câmara Técnica da FIEP, Mário Stamm.</p>
<p>A reunião de terça-feira, realizada no Centro Cultural Banco do Brasil em Brasília, contou ainda com as presenças do diretor de aeroportos da Infraero, João Marcio Jordão e do Secretário de Comunicação de São José dos Pinhais, Luiz Carlos da Rocha.</p>
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		<title>Sciarra destaca importância de obras do Oeste</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 16:11:05 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[“Dois grandes momentos com reflexos diretos na melhoria da infraestrutura da região Oeste e consequente aumento da qualidade de vida da população na região”. A avaliação é do deputado federal Eduardo  Sciarra (PSD) que acompanhou nesta quinta-feira (03) o governador Beto Richa (PSDB) nas cerimônias de autorização da duplicação do primeiro lote de 14 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Dois grandes momentos com reflexos diretos na melhoria da infraestrutura da região Oeste e consequente aumento da qualidade de vida da população na região”. A avaliação é do deputado federal Eduardo  Sciarra (PSD) que acompanhou nesta quinta-feira (03) o governador Beto Richa (PSDB) nas cerimônias de autorização da duplicação do primeiro lote de 14  quilômetros da BR-277, entre Matelândia e Medianeira, bem como do reinício das atividades do Porto Seco de Cascavel, localizado na Estação Aduaneira do Interior (Eadi).</p>
<p>“Esta autorização para o início das obras de duplicação da BR-277 é uma verdadeira marca o fim da era das bravatas e o início das conquistas obtidas através do diálogo e da negociação”, afirmou o parlamentar, para quem “além de salvar vidas, a duplicação – que se inicia neste trecho – irá servir para alavancar o desenvolvimento regional”.</p>
<p>O parlamentar, que tem base em Cascavel, reforçou a importância da autorização dada pelo governador Beto Richa para o início das obras: “Após muitos anos de atraso e mortes, decorrentes da falta de sensibilidade do ex-governador, já podemos vislumbrar, inclusive, um novo lote duplicado, ligando Cascavel a Matelândia”.</p>
<p><strong>PORTO SECO</strong></p>
<p>Sobre o Porto Seco de Cascavel, que retoma atividades após dois anos do incêndio que consumiu suas instalações, Eduardo  Sciarra elogiou a capacidade de articulação do Governo, através das parcerias firmadas com as cooperativas regionais e outros setores do agronegócio, as quais irão assegurar a sua utilização no desembaraço de produtos destinados à exportação. “Essas conquistas demonstram o poder do diálogo e reforçam os novos tempos que o Paraná está vivendo desde a posse do governador Beto Richa”, acrescentou.</p>
<p>Para o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, o complexo de silos, o terminal de transbordo com tombador para caminhões bi-trem e o armazém alfandegado para carga geral restabelecerão um canal com o Porto de Paranaguá visando à movimentação de mercadorias entre o terminal marítimo paranaense e o Paraguai.</p>
<p>As novas instalações da Estação Aduaneira Interior iniciam com capacidade de transbordo de 200 mil toneladas de grãos, contando ainda com uma câmara frigorífica para inspeção de cargas de congelados de origem animal.</p>
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		<title>Sciarra defende revisão da legislação do licenciamento ambiental</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Nov 2011 15:58:41 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O deputado federal Eduardo  Sciarra (PSD-PR) defendeu nesta semana, em pronunciamento na Câmara dos Deputados, em Brasília, a simplificação do processo de licenciamento ambiental como solução para acelerar os investimentos públicos e privados em infraestrutura. De acordo com Sciarra, embora o governo federal tenha editado uma série de medidas nesse sentido e o Senado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Eduardo  Sciarra (PSD-PR) defendeu nesta semana, em pronunciamento na Câmara dos Deputados, em Brasília, a simplificação do processo de licenciamento ambiental como solução para acelerar os investimentos públicos e privados em infraestrutura. De acordo com Sciarra, embora o governo federal tenha editado uma série de medidas nesse sentido e o Senado tenha aprovado a Lei Complementar 01/2010 que estabelece a cooperação entre União, estados e municípios, não foram criadas as condições plenas para um melhor fluxo dos processos de liberação de obras pelos órgãos ambientais.</p>
<p>“Ninguém está satisfeito com o atual sistema: o governo que não consegue executar obras importantes, os órgãos ambientais que se encontram sem condições operacionais para responder à alta demanda, os investidores que se frustram por verem os custos dos projetos explodir pela demora e insegurança jurídica e, na ponta, o povo brasileiro que paga a conta e sofre as conseqüências”, afirmou. “Em poucos anos, passamos de um extremo ao outro. Se há algum tempo o fator ambiental sequer era levado em conta, hoje atrasa e mesmo impede a construção de obras da mais alta relevância para o povo brasileiro”.</p>
<p>Sciarra destacou que os próprios profissionais da área do licenciamento fazem críticas ao sistema, de acordo com uma recente pesquisa conduzida pelo Instituto Acende Brasil. Esses profissionais apontaram diversas falhas no sistema de licenciamento, destacando-se a ausência de um marco regulatório rígido, provocando problemas como ausência da definição de competências, a insegurança jurídica dos empresários, a subjetividade dos critérios, normas e da própria legislação, a possibilidade de revogação das licenças e a quantidade excessiva e a dispersão das normas legais.</p>
<p>O parlamentar paranaense lembrou que há um único dispositivo disciplinando as licenças ambientais no país, o art. 10 da Lei nº 6.938/1981, a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente. “Esse dispositivo é claramente insuficiente para regular o tema no plano nacional”, afirmou. Segundo ele, o licenciamento ambiental ganhou nos últimos anos diversas complementações via decretos presidenciais e um conjunto extenso de resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama). Sciarra questionou se há realmente necessidade de tantas normas. Outra evidência de que o licenciamento ambiental merece melhores definições legais são os inúmeros projetos de Lei em  tramitação na Câmara e no Senado tratando do mesmo assunto.</p>
<p>MEDIDAS PALIATIVAS – Para Eduardo Sciarra, o pacote de medidas editadas na semana passada pelo governo federal, embora não resolva o problema estruturalmente, já deveria ter sido adotado.  “O que surpreende é porque muitas delas não foram tomadas antes, porque são baseadas apenas no bom senso”, disse. Citou, como exemplo, a dispensa de licenciamento para as obras dentro da faixa de domínio das rodovias já licenciadas; o licenciamento de exploração de petróleo por meio de polígonos e não mais por poço; e o prazo de 90 dias para os diversos órgãos federais (Funai, Anvisa, Iphan) apresentarem seu parecer.</p>
<p>Sciarra considerou também “um passo importante mas insuficiente” a aprovação conclusiva no Senado do Projeto de Lei Complementar 01/2010, que se limita a regular a cooperação entre os entes federados em termos de política ambiental. A lei complementar ajudará a resolver, entre outros pontos, os impasses sobre a divisão de atribuições entre União, Estados, Distrito Federal e Municípios para a emissão das licenças e autorizações a cargo dos órgãos ambientais, mas não poderá tratar de outras relevantes questões.</p>
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		<title>Sciarra e prefeitos reivindicam asfaltamento da PR-364</title>
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		<pubDate>Tue, 09 Aug 2011 14:06:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[As autoridades de Irati e São Mateus do Sul estão unindo forças para reivindicar o asfaltamento da rodovia PR-364 entre os dois municípios. Os prefeitos Sergio Luiz Stoklos e Luiz Adyr Gonçalves Pereira, com o apoio do deputado federal Eduardo Sciarra, estiveram nesta segunda-feira (08) em audiência com o governador Beto Richa, no Palácio das [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">As autoridades de Irati e São Mateus do Sul estão unindo forças para reivindicar o asfaltamento da rodovia PR-364 entre os dois municípios. Os prefeitos Sergio Luiz Stoklos e Luiz Adyr Gonçalves Pereira, com o apoio do deputado federal Eduardo Sciarra, estiveram nesta segunda-feira (08) em audiência com o governador Beto Richa, no Palácio das Araucárias, em Curitiba, e pediram a inclusão da obra no Orçamento do Estado para 2012. “Esta é uma rodovia fundamental para incrementar a economia e a produção das regiões Centro-Sul e Sul. Não podemos mais adiá-la”, afirmou Sciarra.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div></div>
<div>Para o prefeito Sergio Stoklos, de Irati, além da importância econômica, a rodovia facilitará o acesso da região a Santa Catarina. O asfaltamento reivindicado fica na PR-364 e possui 47,7 Km entre o entroncamento da BR-153, saindo de Irati, e a sede de São Mateus do Sul. Logo após o encontro com o governador, os prefeitos e o deputado se reuniram com o secretário de Infraestrutura e Logística, José Richa Filho, para quem a obra poderá ser incluida no Plano Plurianual do Estado, que estabelecerá as metas do governo estadual para os próximos cinco anos.</div>
<div id="_mcePaste"></div>
<div></div>
<div>De acordo com o prefeito Luiz Adyr, de São Mateus do Sul, existe previsão orçamentária de R$ 2 milhões no Orçamento deste ano, o que poderia dar início ao processo licitatório e à readequação o projeto de engenharia existente. &#8220;Esta estrada servirá como ligação entre o Mercosul, a Região Metropolitana de Curitiba e o Porto de Paranaguá”, destacou. De acordo com os dois prefeitos, a obra tem sido “longamente aguardada” pelos moradores dos dois municípios.</div>
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		<title>Senado aprova MP sobre consórcios com emenda do deputado Sciarra</title>
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		<pubDate>Fri, 08 Apr 2011 17:12:12 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O Senado Federal aprovou nesta semana a Medida Provisória 510/10 que regula as obrigações tributárias de consórcios que contratarem pessoas físicas e jurídicas, exigindo solidariedade tributária no pagamento dos tributos federais relacionados ao empreendimento. A redação final contém emenda apresentada pelo deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) que saneou problemas contidos na redação original, convertendo a responsabilidade [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Senado Federal aprovou nesta semana a Medida Provisória 510/10 que regula as obrigações tributárias de consórcios que contratarem pessoas físicas e jurídicas, exigindo solidariedade tributária no pagamento dos tributos federais relacionados ao empreendimento. A redação final contém emenda apresentada pelo deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) que saneou problemas contidos na redação original, convertendo a responsabilidade solidária em responsabilidade subsidiária. “Importante assinalar que a alteração introduzida pela Câmara dos Deputados representou um aperfeiçoamento da redação original”, destacou o senador Gim Argelo (PTB-DF), relator da matéria no Senado.</p>
<p>De acordo com Argelo, sem a emenda de Sciarra, a proposta geraria “um grande desestímulo ao consorciamento de empresas, instituto tão necessário à realização de grandes obras e empreendimentos”. “Com a alteração produzida, restou absolutamente claro que cada empresa responde tributariamente por sua parte no empreendimento, ficando solidária apenas no respeitante às obrigações tributárias originadas da contratação de pessoas físicas e jurídicas pelo consórcio ou pela empresa líder”, escreveu Argelo. Para Sciarra, a aprovação da MP 510/10 com a emenda “restabelece o ordenamento jurídico correto em relação aos consórcios empresariais”. O texto final agora segue para sanção da presidência da República. </p>
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		<title>Emenda do deputado Sciarra à MP 510/2010 foi aprovada</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 18:43:38 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[DESENVOLVIMENTO URBANO]]></category>
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		<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou parcialmente essa semana em Brasília a Emenda nº 2 do deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) ao art. 1º da Medida Provisória nº 510/2010, que regulamenta o cumprimento das obrigações tributárias dos Consórcios que realizam negócios jurídicos em nome próprio. A emenda tem por objetivo sanar problemas criados em sua redação original, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou parcialmente essa semana em Brasília a Emenda nº 2 do deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR) ao art. 1º da Medida Provisória nº 510/2010, que regulamenta o cumprimento das obrigações tributárias dos Consórcios que realizam negócios jurídicos em nome próprio. A emenda tem por objetivo sanar problemas criados em sua redação original, convertendo a responsabilidade solidária em responsabilidade subsidiária.</p>
<p>Tal problema consistia no fato de que a MP estabeleceu solidariedade tributária ampla e irrestrita das empresas consorciadas, alcançando todos e quaisquer negócios jurídicos, colocando em risco a própria figura do consórcio, problema esse reconhecido, em seu relatório, pelo próprio deputado Hugo Leal (PSC-RJ), relator da MP.</p>
<p>Acatando parcialmente a referida emenda, o relator modificou a redação do art. 1º da MP 510/2010, estabelecendo que “As empresas integrantes de consórcio constituído nos termos do disposto nos arts. 278 e 279 da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro de 1976, respondem pelos tributos devidos, em relação às operações praticadas pelo consórcio, na proporção de sua participação no empreendimento, observado o disposto nos § 1º a 4º.”</p>
<p>Com essa redação, ficou claro que a empresa integrante de consórcio somente poderá ser responsabilizada pelos débitos tributários que cabem a ela na proporção de sua participação no empreendimento.</p>
<p>Finalmente, o consórcio que realizar a contratação em nome próprio de pessoas jurídicas e físicas, com ou sem vínculo empregatício, poderá efetuar a retenção de tributos e o cumprimento das respectivas obrigações acessórias, ficando as empresas consorciadas solidariamente responsáveis. </p>
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		<title>Exigência da Caixa inviabiliza o &#8220;Minha Casa Minha Vida&#8221;</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Feb 2011 13:52:11 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[INFRAESTRUTURA]]></category>

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		<description><![CDATA[“OU QUEREM ASFALTAR TODO O BRASIL OU ACABAR COM O PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA”.
Deputado Federal Eduardo Sciarra comentando a norma da Caixa Econômica Federal para financiar construções do programa Minha Casa Minha Vida apenas em terrenos com asfalto. No Brasil mais de 60% dos terrenos urbanos estão foram desta norma, essa realidade inviabiliza o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“OU QUEREM ASFALTAR TODO O BRASIL OU ACABAR COM O PROGRAMA MINHA CASA MINHA VIDA”.</p>
<p>Deputado Federal Eduardo Sciarra comentando a norma da Caixa Econômica Federal para financiar construções do programa Minha Casa Minha Vida apenas em terrenos com asfalto. No Brasil mais de 60% dos terrenos urbanos estão foram desta norma, essa realidade inviabiliza o próprio programa.</p>
<p>Casa própria só com asfalto</p>
<p>O deputado federal Eduardo Sciarra vai encaminhar requerimento para a presidente da Caixa Econômica Federal pedindo explicações sobre a  Informação RSGOV/CT 003/2011 que cria regras de financiamentos para a construção de moradias populares do programa Minha Casa Minha Vida. Segundo a norma apenas terrenos com rua asfaltada é que receberão financiamento, isso inviabiliza o programa, já que a grande maioria dos municípios brasileiros não se enquadram nesta nova “regra” da Caixa.</p>
<p>“Baixar uma norma dessa só pode ser coisa de quem não conhece a realidade dos bairros populares do Brasil”, salientou Sciarra.</p>
<p>O deputado federal do Democratas do Paraná está auxiliando prefeitos do seu Estado na tentativa de sensibilizar os dirigentes da Caixa Econômico e também a presidente Dilma, “temos que parar de complicar a vida das pessoas, a Caixa tem que cuidar para que espertalhões não fraudem o programa e revendam as casas em busca de lucro fácil. Temos que continuar financiando a casa própria do povo brasileiro. É uma ajuda enorme para a nossa economia, movimento o comércio de materiais, as pequenas construtoras, além de promover a ocupação ordenada do espaço urbano”, salientou Eduardo Sciarra.</p>
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		<title>Estrangulamento nos portos</title>
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		<pubDate>Tue, 18 Jan 2011 13:23:33 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[INFRAESTRUTURA]]></category>
		<category><![CDATA[PORTOS]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Além da inflação em alta, do descontrole fiscal e do caso Battisti, a herança maldita do ex-Presidente Lula inclui também os gargalos na infraestrutura, especialmente nos portos e aeroportos.&#8221;

Deu no O Estado de S. Paulo (18/01/11)
Estrangulamento nos portos
Apesar de uma grande abertura em relação aos portos, com a Lei de Modernização de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Além da inflação em alta, do descontrole fiscal e do caso Battisti, a herança maldita do ex-Presidente Lula inclui também os gargalos na infraestrutura, especialmente nos portos e aeroportos.&#8221;<br />
</strong><em><br />
Deu no O Estado de S. Paulo (18/01/11)</p>
<p>Estrangulamento nos portos</p>
<p>Apesar de uma grande abertura em relação aos portos, com a Lei de Modernização de 1993, um decreto federal de 2008 mudou o quadro. Cedendo a pressões de sindicatos de portuários e de algumas empresas concessionárias, esse decreto estabeleceu que novos terminais do setor privado só seriam concedidos para empreendimentos que visassem a atender, majoritariamente, cargas próprias &#8211; na maioria, de empresas exportadoras &#8211; e não de terceiros. A medida praticamente interrompeu investimentos que vinham se dirigindo para a ampliação e a implantação de novos terminais portuários. Só três novas concessões foram feitas desde então, ocasionando, nos terminais marítimos, nos últimos anos, um congestionamento de contêineres que estrangula gravemente o fluxo de mercadorias.</p>
<p>Apesar dos danos que produziram, as limitações não eliminaram totalmente o interesse dos investidores nacionais e estrangeiros nos nossos portos. Prova disso foi a aquisição por US$ 500 milhões de 50% do Terminal de Contêineres de Paranaguá (TCP), o terceiro maior do País, pelo fundo Advent International, na semana passada. Em parceria com o consórcio de cinco empresas nacionais que continua a ter participação paritária no empreendimento, são programados investimentos para dobrar a capacidade do terminal para a movimentação de 3 milhões de unidades equivalentes de contêineres de 20 pés, ou TEU, na sigla em inglês.</p>
<p>Novos investimentos privados poderiam ser feitos em outros portos do País, e deveria haver grande interesse do governo em estimulá-los. Com os cortes previstos no orçamento, e que dificilmente poderão deixar de atingir os investimentos públicos, já escassos, é improvável que haja condições de investir R$ 9,8 bilhões nos portos até 2013, como apontam as projeções oficiais. Além disso, deve-se levar em conta que os investimentos para manejo, embarque e desembarque de contêineres hoje requerem a incorporação de novas tecnologias, o que acarreta dispêndios adicionais. A partir de julho de 2012, todas as exportações em contêineres para os Estados Unidos devem passar obrigatoriamente por inspeção por scanners de última geração. A exigência representa também uma medida de segurança para o País, principalmente para evitar importações irregulares, ou de materiais perigosos, ou mesmo de lixo, como já tem ocorrido.</p>
<p>Contudo, em vista da burocracia hoje existente, que dificulta novas concessões de terminais, a saída para os investidores é adquirir participação nos terminais privados já em operação, como fez o fundo Advent. Na verdade, o decreto de 2008 instituiu um sistema cartorial. Como informou o Estado (14/1), hoje o investidor que quiser ingressar no setor tem de disputar os leilões dos terminais que tiveram ou vão ter os seus contratos de arrendamento vencidos. Em Santos, o maior porto do País, 12 contratos de arrendamento de terminais vão vencer até 2014.</p>
<p>É bastante provável que já existam interessados em investir nessas concessões, mas o fato é que, com uma corrente de comércio que somou US$ 383,55 bilhões em 2010, apresentando um crescimento de 36,6% em relação a 2009, com tendência a aumentar 15% ao ano, pelo menos, o País não pode esperar mais três anos para começar a modernizar a sua estrutura portuária, que gera tantos desperdícios e perdas, afetando gravemente a competitividade internacional do Brasil.</p>
<p>A solução ideal seria privatizar os portos, acabando com a atual distinção entre portos públicos e terminais privativos. Para controle do setor, especialistas recomendam a criação de uma agência reguladora. Admitindo, contudo, que o atual governo não consiga vencer os preconceitos existentes quanto a esse modelo, o que se espera é que, no mínimo, acabe, de vez, com o congelamento na prática da concessão à iniciativa privada da operação e administração de terminais marítimos, recuperando o espírito da Lei de Modernização dos Portos. Interesses corporativos e cartoriais não podem prevalecer sobre o desenvolvimento nacional.</p>
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		<title>Sciarra participa de missão oficial para conhecer portos da China</title>
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		<pubDate>Wed, 15 Dec 2010 12:21:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[INFRAESTRUTURA]]></category>
		<category><![CDATA[PORTOS]]></category>

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		<description><![CDATA[Comprometido com o desenvolvimento da infraestrutura brasileira, que passa invariavelmente pelo aperfeiçoamento da logística hidroviária e marítima, o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) foi escalado para integrar a delegação de uma missão oficial da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) à República Popular da China.
A missão, realizada entre os dias 13 e 17 de dezembro, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste"><span style="font-size: 11.6667px;">Comprometido com o desenvolvimento da infraestrutura brasileira, que passa invariavelmente pelo aperfeiçoamento da logística hidroviária e marítima, o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) foi escalado para integrar a delegação de uma missão oficial da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) à República Popular da China.</span></div>
<div id="_mcePaste">A missão, realizada entre os dias 13 e 17 de dezembro, tem como destino as cidades de Xangai e Hong Kong, onde serão realizadas visitas técnicas para intercâmbio de informações. O objetivo é conhecer as instalações dos portos de carga e de conteineres, seu modelo institucional e as operações dos diversos agentes públicos e privados que atuam nestes terminais.</div>
<div id="_mcePaste">Do ponto de vista técnico, a missão tem interesse na forma como são feitas as integrações multimodais nos portos, além do processo de modernização e aparelhamento instalados nestas áreas.</div>
<div id="_mcePaste">“O Brasil tem dado muita pouca atenção aos seus portos. Se quisermos enfrentar os desafios do mercado mundial, teremos que nos atualizar.”, avalia Sciarra.</div>
<div id="_mcePaste">Dentre os principais destinos da missão estão o Porto de Xangai, maior terminal do país, que possui características marítimas e fluviais (tem acesso tanto ao Mar da China Oriental e a Baía de Hangzhou quanto os rios Yangtzé e Huangpu) e é considerado o mais ativo do mundo em toneladas transportadas, e o porto de Hong Kong, terceiro porto do mundo em movimentação de contêineres e considerado modelo de administração portuária.</div>
<div id="_mcePaste">A missão da Antaq é composta por 32 integrantes entre parlamentares, especialistas, empresários, secretários de Estado e outras autoridades.</div>
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		<title>Tempo perdido pelos navios nos portos subiu 20% este ano</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Nov 2010 17:52:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[INFRAESTRUTURA]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Não fosse a &#8220;gestão temerária&#8221; dos irmãos Requião, o Porto de Paranaguá poderia estar se aproveitando e crescendo a sua participação. Estamos pagando o preço da incompetência e da falta de investimentos.&#8221;

Deu no Valor Econômico (22/11/10)

Tempo perdido pelos navios nos portos subiu 20% este ano

Os navios de carga que escalam o Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
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<strong>&#8220;Não fosse a &#8220;gestão temerária&#8221; dos irmãos Requião, o Porto de Paranaguá poderia estar se aproveitando e crescendo a sua participação. Estamos pagando o preço da incompetência e da falta de investimentos.&#8221;<br />
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<em>Deu no Valor Econômico (22/11/10)<br />
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<strong>Tempo perdido pelos navios nos portos subiu 20% este ano<br />
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Os navios de carga que escalam o Brasil esperaram o equivalente a 3 mil horas (ou 8,2 anos) para atracar nos portos nacionais entre janeiro e setembro, de acordo com levantamento realizado pelo Centro Nacional de Navegação (Centronave). Segundo a associação, o número é quase 20% superior ao registrado no mesmo período de 2009 e diz respeito à soma das horas que as embarcações dos armadores filiados à entidade aguardaram para atracar ou desatracar em 5 mil escalas realizadas. &#8220;Ao mesmo tempo em que é um indicador de que a economia está aquecida, demonstra que a infraestrutura não acompanha a velocidade desse crescimento. É um gargalo que exige investimentos urgentes&#8221;, afirma o diretor executivo do Centronave, Elias Gedeon.</p>
<p>O porto de Santos sozinho respondeu por cerca de 50% do volume de paralisação no acumulado dos nove primeiros meses, calcula o dirigente. Não à toa: mesmo em 2009, sentindo os efeitos da crise, a movimentação no complexo cresceu 4,4% sobre 2008, fechando em 83,1 milhões de toneladas, e deve bater recorde neste exercício, com 95,5 milhões de toneladas. </p>
<p>Em agosto, um dos meses mais congestionados do ano, 43,3% das embarcações que estiveram em Santos demoraram 72 horas ou mais para atracar, ante 25,7% do mesmo mês de 2009. Em igual intervalo de 2008, o percentual de espera de três ou mais dias foi de 29,3%. O custo diário de um navio com capacidade entre 4 mil e 5 mil Teus (contêiner de 20 pés) está em US$ 30 mil.</p>
<p>Por ser a origem e destino da maior quantidade das cargas do comércio brasileiro, respondendo por 25% da balança comercial, pular a escala no porto de Santos é o típico &#8220;crime que não compensa&#8221;. Consequentemente, há um efeito em cascata. Rio Grande (RS), geralmente o último porto do serviço, é recordista em cancelamento de escalas, o que tende a diminuir com a recente expansão de um terminal de contêiner, diz Gedeon. </p>
<p>A estimativa da associação, que reúne 30 armadores, é de que são necessários R$ 40 bilhões em investimentos em novos terminais, modernização dos existentes e obras de acesso aos portos em até cinco anos, para evitar o colapso.</p>
<p>Pelo levantamento do Centronave, entre 2001 e 2008 o volume de contêineres movimentados por Santos cresceu de 714 mil unidades (entre cofres de 20 e 40 pés) para 1,74 milhão de unidades, salto de 144%. Mas a capacidade disponível para movimentação e armazenagem aumentou apenas 49%. A oferta de cais, 6%.</p>
<p>O diretor de Planejamento Estratégico da Codesp (estatal que controla o porto de Santos), Renato Barco, destacou que a retomada do comércio exterior após a crise financeira, o crescimento significativo das importações e o contínuo aumento das exportações das commodities agrícolas influenciaram fortemente a movimentação. Mas ponderou que a capacidade instalada tem atendido a demanda atual. Para o médio e longo prazos, pontua: &#8220;Temos num cenário de até quatro anos a entrada em operação dos terminais da Embraport e da BTP, somando, a princípio, mais quatro berços de atracação, além do desenvolvimento de estudos para a implantação de terminais de passageiros, contêineres e líquido a granel&#8221;, disse. Ainda segundo ele, a redução nos tempos de espera para atracação será garantida com a entrega da primeira etapa da dragagem de aprofundamento, a implantação do VTMIS (monitoramento virtual de navios) em 2011 e a remodelação do sistema rodoferroviário do porto. </p>
<p>A Secretaria Especial de Portos (SEP), criada em 2007, destacou que o trabalho para sanar problemas como os tempos de espera tem sido feito. Segundo o secretário-executivo da pasta, Augusto Wagner Martins, o setor portuário conta com quase R$ 40 bilhões em investimentos, sendo R$ 7,8 bilhões de aportes públicos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), cuja carteira de projetos contratados soma quase 60%.</p>
<p>&#8220;É um desafio enorme resgatar investimentos que durante muitos anos não foram feitos. Mas essa é a nossa missão, melhorar a eficiência dos portos. As obras estão em andamento, agora, são medidas que exigem tempo para amadurecer&#8221;, conclui Martins.</p>
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