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	<title>Sciarra &#187; PARANÁ</title>
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	<description>Blog do Deputado Eduardo Sciarra</description>
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		<title>Sciarra relata opinião dos moradores do entorno do “Caminho do Colono”</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Dec 2011 17:43:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[“Estivemos em Serranópolis do Iguaçu e em Capanema, ouvimos a população do entorno do parque, e eles querem, sim, que seja possível uma forma ambientalmente correta de utilização da antiga estrada do Colono. Eles gostam do Parque Nacional do Iguaçu. Só não conseguem entender porque não seria possível um convívio harmônico entre uma estrada que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Estivemos em Serranópolis do Iguaçu e em Capanema, ouvimos a população do entorno do parque, e eles querem, sim, que seja possível uma forma ambientalmente correta de utilização da antiga estrada do Colono. Eles gostam do Parque Nacional do Iguaçu. Só não conseguem entender porque não seria possível um convívio harmônico entre uma estrada que atenda as condições ambientais, o parque e a população”.</p>
<p>O relato foi feito pelo deputado federal Eduardo Sciarra (PSD), presidente da Comissão Especial que analisa o projeto de Lei que cria a Estrada-Parque Caminho do Colono, durante audiência pública realizada na última terça-feira (29), na Câmara dos Deputados, em Brasília, com as presenças do desembargador Álvaro Eduardo Junqueira, do Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região, e do engenheiro florestal e pesquisador Arnaldo Carlos Muller.</p>
<p>A manifestação de Sciarra ocorreu ao comentar o depoimento do desembargador Álvaro Junqueira para quem o modelo atual de gerência do parque, carregado de imposições, gera na população que vive em seus arredores “um mal-estar”. Para o magistrado, a gestão deveria, em contraposição, “motivar o povo do entorno a conservar e ter amor pelo parque”.</p>
<p>Ainda sobre os encontros em Capanema e Serranópolis do Iguaçu, o deputado Eduardo Sciarra disse que foi “perceptível” o interesse da população em participar dos debates sobre os destinos da via de 17 quilômetros entre os dois municípios. Segundo Sciarra, nas duas audiências públicas no interior paranaense, nos dias 11 e 25 de novembro, ocorreu uma série de manifestações emocionadas a respeito da história e da relação do povo local com o próprio Parque.</p>
<p>Regulamentação &#8211; O pesquisador Arnaldo Muller atentou para o fato de que não existe hoje a figura da “estrada-parque” na legislação brasileira. Sugeriu que fosse criada, na Lei 9985/2000, esta figura. “Temos, para ser enquadrada nessa categoria, uma série de estradas como a da Graciosa, de Guaraqueçaba, do Monastério da Serra, o caminho de Gabiru, a estrada velha de Foz-Guarapuava, a estrada Paraty-Cunha, a do Rio do Rastro, as estradas imperiais de Petrópolis e Teresópolis, dentre outras”, exemplificou. </p>
<p>A ideia da estrada-parque seria intensificar a relação entre os moradores do entorno e a preservação do Parque Nacional do Iguaçu. No novo modelo de estrada, seriam criadas guaritas para controle do fluxo de veículos, controle do tempo de entrada e saída, mirantes naturais, proibição de circulação noturna, facilitadores de passagem de animais, telas de proteção ao longo do curso, pavimentação ecológica, entre outros investimentos para assegurar a conservação da biodiversidade da região. </p>
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		<title>Em Capanema, moradores intensificam defesa da estrada-parque</title>
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		<pubDate>Tue, 29 Nov 2011 17:01:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerca de 400 pessoas participaram na tarde de sexta-feira (25) da
audiência pública realizada na Casa da Cultura de Capanema, no Sudoeste do
Paraná, para debater o projeto de Lei do deputado federal Assis do Couto
(PT) criando a Estrada-Parque “Caminho do Colono”, trecho de 17,5
quilômetros que corta o Parque Nacional do Iguaçu e que se encontra sob
interdição [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<pre>Cerca de 400 pessoas participaram na tarde de sexta-feira (25) da</pre>
<pre>audiência pública realizada na Casa da Cultura de Capanema, no Sudoeste do</pre>
<pre>Paraná, para debater o projeto de Lei do deputado federal Assis do Couto</pre>
<pre>(PT) criando a Estrada-Parque “Caminho do Colono”, trecho de 17,5</pre>
<pre>quilômetros que corta o Parque Nacional do Iguaçu e que se encontra sob</pre>
<pre>interdição judicial desde 1986. “A casa cheia mostra a importância deste</pre>
<pre>tema para as populações do Oeste e Sudoeste do Paraná”, afirmou o deputado</pre>
<pre>federal Eduardo Sciarra (PSD), presidente da Comissão Especial criada pela</pre>
<pre>Câmara para aprofundar os debates em torno do assunto.</pre>
<pre></pre>
<pre>Além de Couto e Sciarra, estiveram presentes os deputados federais Moacir</pre>
<pre>Micheletto, Alfredo Kaefer, Dilceu Sperafico e Nelson Padovani, relator da</pre>
<pre>Comissão. A Assembleia Legislativa do Paraná estava representada pelos</pre>
<pre>deputados estaduais Nelson Luersen, de Planalto, e Luciana Rafagnin, de</pre>
<pre>Francisco Beltrão.</pre>
<pre></pre>
<pre>O traçado da antiga “Estrada do Colono” existe desde séculos atrás, com</pre>
<pre>relatos de passagens de personagens como o espanhol “Cabeza de Vaca”,</pre>
<pre>descobridor das Cataratas do Iguaçu, e posteriormente de indígenas. No</pre>
<pre>início do século XX serviu de passagem para a famosa Coluna Prestes e</pre>
<pre>depois foi largamente utilizada, durante décadas, pelos colonizadores de</pre>
<pre>ambas as regiões paranaenses. Acabou fechada no final dos anos 1990 por</pre>
<pre>ação do Ministério Público e sob pressão de ambientalistas e Organizações</pre>
<pre>Não Governamentais.</pre>
<pre></pre>
<pre>DIREITO</pre>
<pre>“É muito fácil defender o meio-ambiente em salas refrigeradas, com apoio</pre>
<pre>da grande mídia e distante da realidade regional”, observou o juiz de</pre>
<pre>Direito da Comarca de Capanema, Márcio Geron. Para ele, “defender a</pre>
<pre>estrada-parque é defender aquilo que é garantido por Deus aos homens e</pre>
<pre>também pela nossa Constituição Federal”.</pre>
<pre></pre>
<pre>O magistrado lembrou que “buscar a felicidade, o conforto e a vida são</pre>
<pre>direitos legítimos do povo, que neste caso, através de seus</pre>
<pre>representantes, age de forma pacífica em uma questão que deve ser tratada</pre>
<pre>com diálogo, no campo político”. Dirigindo-se aos deputados federais</pre>
<pre>presentes , o juiz afirmou que “os senhores estão recuperando uma ligação</pre>
<pre>histórica rompida por um ato de violência da grande mídia e dos</pre>
<pre>ambientalistas de conveniência”.</pre>
<pre></pre>
<pre>SOCIEDADE ORGANIZADA</pre>
<pre>Durante a audiência, falaram representantes de mais de uma centena de</pre>
<pre>entidades organizadas do Sudoeste, todos a favor da reabertura do trecho</pre>
<pre>como forma de preservar o meio ambiente e promover a interação da</pre>
<pre>população do entorno com o Parque Nacional. “Trata-se de lutar pelo nosso</pre>
<pre>direito constitucional de ir e vir, que não pode ser negado por meia dúzia</pre>
<pre>de burocratas do Rio, São Paulo ou Brasília” afirmou o deputado Moacir</pre>
<pre>Micheletto, acentuando que “na Argentina, por exemplo, o mesmo Parque é</pre>
<pre>aberto à população”.</pre>
<pre></pre>
<pre>O autor do projeto de lei, deputado Assis do Couto, reforçou que “todo</pre>
<pre>este esforço parlamentar significa uma luta para pagar a dívida que o</pre>
<pre>Estado brasileiro tem com as populações do Oeste e Sudoeste do Paraná”.</pre>
<pre>Segundo ele, “o que se propõe é utilizar o traçado original de uma estrada</pre>
<pre>que existia muito antes do Parque ser criado, adotando todos os cuidados</pre>
<pre>ambientais possíveis”.</pre>
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		<title>Caminho do Colono é tema de audiência pública em Capanema</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 17:26:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[PARANÁ]]></category>

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		<description><![CDATA[A proposta de criação da Estrada-Parque “Caminho do Colono”, de autoria do deputado federal Assis do Couto (PT), será debatida em audiência pública nesta sexta-feira (25) à tarde na cidade de Capanema, no Sudoeste do estado. Capanema e Serranópolis do Iguaçu foram as duas cidades  mais impactadas com o fechamento judicial do trecho de17,5 quilômetros, que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de criação da Estrada-Parque “Caminho do Colono”, de autoria do deputado federal Assis do Couto (PT), será debatida em audiência pública nesta sexta-feira (25) à tarde na cidade de Capanema, no Sudoeste do estado. Capanema e Serranópolis do Iguaçu foram as duas cidades  mais impactadas com o fechamento judicial do trecho de17,5 quilômetros, que corta o Parque Nacional do Iguaçu.</p>
<p>A audiência será coordenada pelo deputado federal Eduardo Sciarra (PSD), presidente da Comissão Especial criada pela Câmara dos Deputados para aprofundar os debates sobre o tema. Até agora foram realizadas oito audiências em Brasília e uma em Serranópolis do Iguaçu. Em Capanema, o encontro terá início às 14 horas, no Centro de Eventos, localizado no Parque de Exposições.</p>
<p>Para o prefeito de Capanema, Milton Kafer, “a ação que culminou com o fechamento da Estrada foi um ato de violência contra as duas regiões, que em nada contribuiu para a preservação ambiental”. Kafer acredita no comparecimento maciço da população de Capanema, além de moradores da região e a quase totalidade dos prefeitos da Associação dos Municípios do Sudoeste do Paraná (Amsop).</p>
<p>GERNOTE KIRINUS – Na terça-feira passada (22), a Comissão realizou audiência pública que teve como convidado o ex-deputado estadual Gernote Kirinus, conhecedor da região Oeste e defensor da adoção de um modelo turístico e sustentável que permita a reabertura da estrada-parque. O ex-deputado apresentou o debate sob a ótica daqueles que moram no entorno do Parque.</p>
<p>Segundo ele, a estrada sempre teve uma função econômica e cultural para o colono ribeirinho, que subsistia da agricultura familiar. “Se houve uma razão ambiental para decretar o fechamento da estrada, também há pela mesma razão ambiental acrescida de razões culturais, históricas e socioeconômicas um motivo maior para sua reabertura”, afirmou Gernote Kirinus.</p>
<p>A Comissão busca uma proposta que possa atender não apenas os aspectos ambientais, como também os sociais, econômicos e culturais que envolvam a matéria. “Essa situação só se resolverá através de conciliação e não porconflito, pois pelo conflito não sairemos desse impasse, e o projeto do deputado Assis do Couto nos traz a oportunidade de fazê-lo aqui, no Congresso Nacional”, afirmou o deputado Eduardo Sciarra.</p>
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		<title>Moradores reivindicam criação da estrada-parque Caminho do Colono</title>
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		<pubDate>Fri, 11 Nov 2011 19:49:03 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Cerca de 200 moradores de Serranópolis do Iguaçu e região participaram nesta sexta-feira (11) da audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a criação da estrada-parque “Caminho do Colono”, proposta pelo deputado federal Assis do Couto (PT). A sessão, na Casa da Cultura do município, foi presidida pelo deputado federal Eduardo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 200 moradores de Serranópolis do Iguaçu e região participaram nesta sexta-feira (11) da audiência pública da Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a criação da estrada-parque “Caminho do Colono”, proposta pelo deputado federal Assis do Couto (PT). A sessão, na Casa da Cultura do município, foi presidida pelo deputado federal Eduardo Sciarra e contou com a participação dos deputados federais Dilceu Sperafico, vice-presidente da Comissão, e Nelson Padovani, relator do projeto de Lei, além dos estaduais Professor Lemos, Elton Welter e Ademir Bier.</p>
<p>A maioria das manifestações foi de lideranças e populares favoráveis à implantação de um modelo turístico e sustentável, que permita o tráfego apenas de moradores e visitantes. Para o deputado Eduardo Sciarra, a intenção nesse sentido “é bastante clara”. “A proposta é de uma estrada turística, com funcionamento só durante o dia, sendo equipada com guaritas de controle de acesso de veículos e pessoas, controladores de velocidade, alternativas para passagem de animais e pavimentação ecológica”, explicou.</p>
<p>“Não será permitida pavimentação asfáltica”, disse Sciarra, para quem o tráfego deverá ser restrito a veículos de passeio, de turismo, da unidade de conservação e oficiais, inclusive do Exército Brasileiro. “É um momento histórico para a construção do nosso futuro”, completou. O autor do projeto de Lei, deputado Assis do Couto, também destaca o apelo histórico que poderá ser incorporado na divulgação do lugar. “Nós estamos mostrando, inclusive à UNESCO, que a estrada parque pode ser um atrativo turístico a mais, um ícone à preservação ambiental”, opinou.</p>
<p>“O leito original da estrada faz parte da história e da cultura de todo um povo”, disse. Segundo Couto, há relatos de séculos passados quando era utilizada por indígenas que fugiam dos espanhóis em Salto Del Guayrá e iam ao encontro dos Sete Povos, no Rio Grande do Sul. “Depois serviu de passagem para a Coluna Prestes, nos anos de 1920, e posteriormente para os colonizadores que desbravaram o Oeste e Sudoeste do Paraná”, lembrou. Os prefeitos de Serranópolis do Iguaçu, José Arlindo, e de Capanema, Milton Kaefer, mostraram-se francamente favoráveis à proposta.</p>
<p>Os dois municípios foram os mais impactados pelo fechamento judicial ocorrido em 1986. Desde então, os moradores dos dois municípios precisam contornar a reserva num percurso de 200  quilômetros. O trecho que corta o Parque Nacional do Iguaçu e que foi interditado ocupa apenas 17 quilômetros da PR-495 (antiga BR-163), sendo necessária travessia de balsa no rio Iguaçu. O contraditório esteve representado pelo ambientalista André Aliana, representante da organização não governamental que obteve a sentença favorável ao fechamento da Estrada do Colono, em 1986.</p>
<p>Aliana,embora contrário a qualquer forma de reabertura, admite que a proposta atual contempla avanços, não permitindo veículos de transporte coletivo, nem de cargas. O bispo emérito de Foz do Iguaçu, Dom Laurindo Guizzardi, manifestou o seu apoio pessoal e da Igreja Católica ao projeto de Lei. “Deus colocou a natureza a serviço do homem”, afirmou. “No exterior, podemos visitar estradas-parques, o que não querem que aconteça aqui, e nossa posição é por maior amor à ecologia e não contra a ecologia”.</p>
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		<title>Audiência pública em Serranópolis debate “Caminho do Colono”</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 19:25:39 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[PARANÁ]]></category>

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		<description><![CDATA[A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a criação da estrada-parque “Caminho do Colono” realiza audiência pública nesta sexta-feira (11), na Casa da Cultura de Serranópolis do Iguaçu, a partir das 9 horas. A informação é do presidente da Comissão, deputado federal Eduardo Sciarra (PSD), que vem conduzindo há mais de um mês [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">A Comissão Especial da Câmara dos Deputados que analisa a criação da estrada-parque “Caminho do Colono” realiza audiência pública nesta sexta-feira (11), na Casa da Cultura de Serranópolis do Iguaçu, </span></span></span></strong><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">a partir das 9 horas. </span></span></span><strong><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">A informação é do presidente da Comissão, deputado federal Eduardo Sciarra (PSD), que vem conduzindo há mais de um mês os debates sobre a adoção de um modelo turístico e sustentável que possibilite a reabertura da antiga estrada, interditada judicialmente desde 1986. O projeto de Lei é de autoria do deputado Assis do Couto (PT), tendo como relator na Comissão o deputado Nelson Padovani (PSC).</span></span></span></strong></p>
<p><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Conforme a proposta, a estrada-parque seria implantada no trecho inicial de 17 quilômetros da PR-495, antiga BR-163, no leito histórico da antiga estrada do colono. A estrada-parque seria criada com guaritas para controle do fluxo de veículos, pavimentação ecológica, mirantes naturais, facilitadores de passagem de animais, telas ao longo do curso, entre outros equipamentos e investimentos que assegurem a conservação da biodiversidade da região e a circulação dos moradores e visitantes apenas durante o período diurno. O transporte de carga e veículos pesados seriam vetados no local.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">As audiências públicas já realizadas na Câmara dos Deputados tiveram a participação de biólogos, procuradores da República, ambientalistas, representantes da Unesco e do Parque Nacional do Iguaçu, abrindo espaço para manifestações favoráveis e contrárias ao projeto de Lei. “O importante é assegurar um debate saudável, permitindo sempre o contraditório”, afirma o deputado Eduardo Sciarra.</span></span></span></p>
<p><strong><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;"><strong>ENTORNO</strong></span></span></span></strong></p>
<p><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Nesta sexta-feira, em Serranópolis do Iguaçu, o objetivo é iniciar o debate com a população do entorno da estrada. Nas próximas semanas, outra audiência pública será realizada em Capanema. As duas cidades, situadas nas margens opostas do Rio Iguaçu (regiões Oeste e Sudoeste do Paraná), foram as mais impactadas com o fechamento judicial. “Esta Comissão está também abrindo a participação da população local, que nunca foi ouvida em todo esse tempo”, esclarece Sciarra.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: 'Times New Roman';"><span style="font-size: small;"><span style="font-family: Calibri;">De acordo com informações do governo do Paraná, o caminho existe desde 1924. O trecho liga os municípios de Serranópolis do Iguaçu e Capanema. Sem a estrada, os moradores dessas localidades têm de percorrer um caminho de 200 quilômetros para ir de uma cidade a outra, contornando o Parque.</span> <span style="font-family: Calibri;">Ambientalistas, no entanto, alegam que o caminho divide a reserva ecológica e impede a livre circulação dos animais de um lado para o outro. Este fator, segundo argumentam, poderia levar à extinção de certas espécies que necessitam de área ampla para sobreviver.</span></span></span></span></p>
<p><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">O prefeito de Serranópolis do Iguaçu, José Arlindo, anfitrião nesta sexta-feira, está animado com o Projeto de Lei do deputado Assis do Couto e com o trabalho da Comissão Especial. “O assunto pelo menos voltou à pauta, está novamente na ordem do dia”, frisa Arlindo, para quem “reabrir na forma de uma estrada-parque é medida fundamental para a preservação do Parque Nacional e a educação ambiental das crianças, jovens e adultos”. Para José Arlindo, o fechamento da estrada, além de facilitar a ação de caçadores e extrativistas de madeira e palmito, “sacrificou a economia regional”. Ele acredita que haverá expressiva participação na audiência pública.</span></span></span></p>
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		<title>Sciarra preside Comissão que cria estrada-parque “Caminho do Colono”</title>
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		<pubDate>Fri, 16 Sep 2011 20:38:25 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[PARANÁ]]></category>

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		<description><![CDATA[O deputado federal Eduardo Sciarra assume na próxima terça-feira (20) a presidência da Comissão Especial que vai analisar o Projeto de Lei 7123/2010 que cria a estrada-parque “Caminho do Colono”, no Parque Nacional do Igauçu. A proposta, de autoria do deputado Assis do Couto, terá como relator na Comissão o deputado Nelson Padovani.
Pelo projeto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Eduardo Sciarra assume na próxima terça-feira (20) a presidência da Comissão Especial que vai analisar o Projeto de Lei 7123/2010 que cria a estrada-parque “Caminho do Colono”, no Parque Nacional do Igauçu. A proposta, de autoria do deputado Assis do Couto, terá como relator na Comissão o deputado Nelson Padovani.</p>
<p>Pelo projeto de Lei, a estrada-parque “Caminho do Colono” contará com guaritas para controle do fluxo, tipos e quantidade de veículos, pavimentação com blocos de basalto, mirantes naturais, pontos de parada e facilitadores de passagem de animais.</p>
<p>A reabertura do “Caminho do Colono” é reivindicada pelos moradores desde 1986, quando foi fechada pela primeira vez por ordem judicial. Desde então, três protestos organizados pela população reabriram o acesso de 17,5  quilômetros da PR-495, antiga BR- 163. Originalmente, a estrada foi aberta pela Coluna Prestes na década de 1920, servindo aos colonizadores do Oeste paranaense a partir da década seguinte.</p>
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		<title>Bancada e secretários discutem prioridades do Paraná</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Sep 2011 11:42:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Secretários de Estado e a bancada federal mantiveram na noite de terça-feira (13), em Brasília, encontro para discutir, entre outros assuntos, as principais obras e ações no Paraná que deverão constar no Plano Plurianual 2012-2015 e no Orçamento Geral da União do ano que vem e como harmonizá-las com os programas e investimentos da União. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Secretários de Estado e a bancada federal mantiveram na noite de terça-feira (13), em Brasília, encontro para discutir, entre outros assuntos, as principais obras e ações no Paraná que deverão constar no Plano Plurianual 2012-2015 e no Orçamento Geral da União do ano que vem e como harmonizá-las com os programas e investimentos da União. “Essa compatibilização entre os programas do estado e as prioridades do governo federal é essencial para que sejam facilitados os repasses de recursos para o Paraná”, destacou o deputado federal Eduardo Sciarra.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #2a2a2a;"> </span></p>
<p><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">De acordo com Sciarra, durante o encontro, ficou evidente uma “elevada integração entre governo estadual e os deputados federais”. “Esta articulação é fundamental para que o Paraná consiga o espaço que merece tanto na divisão de recursos federais e na participação qualitativa nos programas do governo federal, quanto no papel de destaque nas discussões das grandes questões nacionais”, afirmou Sciarra. Ficou acertado novo encontro, a ser realizado em Curitiba no final de setembro, com a presença do governador Beto Richa para continuar os entendimentos e definir as prioridades do Estado.</span></span></span></p>
<p><span style="color: #2a2a2a;"> </span></p>
<p><span style="color: #2a2a2a;"><span style="font-family: Calibri;"><span style="font-size: small;">Estiveram em Brasília participando da reunião os secretários de Desenvolvimento Urbano, César Silvestri; de Planejamento e Coordenação Geral, Cássio Taniguchi; da Fazenda, Luiz Carlos Hauly; da Indústria, Comércio e Assuntos do Mercosul, Ricardo Barros; para Assuntos da Copa da Copa do Mundo 2014, Mário Celso; e o chefe do Escritório de Representação em Brasília, Alceni Guerra. A bancada federal do Paraná compareceu em peso à reunião.</span></span></span></p>
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		<title>ANEEL vai modificar Resolução que prejudica produtores rurais</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 12:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[AGRICULTURA]]></category>
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		<description><![CDATA[Começa a ser revista a Resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) que corta o subsídio de energia elétrica dos agricultores que não produzem alimentos. Nesta quarta-feira (17), a ANEEL abriu consulta pública para discutir a revisão dos artigos 2º e 5º da Resolução nº 414/2010, que tratam de definições e classificações referentes aos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Começa a ser revista a Resolução da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL) que corta o subsídio de energia elétrica dos agricultores que não produzem alimentos. Nesta quarta-feira (17), a ANEEL abriu consulta pública para discutir a revisão dos artigos 2º e 5º da Resolução nº 414/2010, que tratam de definições e classificações referentes aos consumidores rurais. A Agência vai receber sugestões sobre o processo até o dia 31 de agosto.</p>
<p>Em reunião com o diretor da ANEEL, Edvaldo Alves, relator da Resolução 414/10, o deputado Eduardo Sciarra (Paraná) solicitou que essa nova resolução entre em vigor o mais rápido possível. “A conta de luz desses produtores aumentou cerca de 60% desde que a ANEEL colocou em prática essa resolução, em dezembro do ano passado. A nova resolução vai reenquadrar o agricultor da forma correta”, ressaltou Sciarra. O diretor da ANEEL afirmou que a nova Resolução deve entrar em vigor até meados de setembro.</p>
<p>A resolução atinge, além dos produtores de tabaco, os silvicultores, os produtores de algodão, de erva mate, do bicho-da-seda, flores e outras culturas. Em abril deste ano, o deputado Sciarra protocolou na ANEEL um ofício pedindo à Agência para rever o ponto da resolução que prejudicava o produtor, e desde então, está participando de várias reuniões sobre o assunto nos ministérios da Agricultura e de Minas e Energia.</p>
<p>O presidente do Sindicato Patronal Rural de Irati e representante da Federação da Agricultura do Estado do Paraná (FAEP) nos assuntos do tabaco, Mesaque Kekot Veres, afirmou que desde que a Resolução 414/10 entrou em vigor, muitos produtores rurais tiveram suas tarifas alteradas. “Várias entidades como Sindicatos Rurais, FAEP e Associação dos Municípios do Centro Sul do Paraná (AMCESPAR), se mobilizaram para solicitar a alteração dessa resolução. Em nome dos mais de 35.000 produtores rurais do Paraná agradeço o empenho do deputado Sciarra para reverter os efeitos dessa resolução”, afirmou Mesaque.</p>
<p>Além do deputado Sciarra e Mesaque K. Veres, estiveram presentes na reunião o representante da AMCESPAR e vice-prefeito de Rio Azul, Paulo Andrade; e os deputados federais Junji Abe (SP), César Halum (TO), Sandro Alex (PR), Carlos Magno (RO) e Moreira Mendes (RO).</p>
<p><a href="http://www.aneel.gov.br/aplicacoes/audiencia/arquivo/2011/044/documento/nt-016_2011_-_revisao_414_2010_%28rural%29.pdf">Clique para ler na íntegra a Minuta da Resolução Normativa</a></p>
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		<title>Sciarra critica violência com os “brasiguaios”</title>
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		<pubDate>Fri, 15 Jul 2011 13:25:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[PARANÁ]]></category>

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		<description><![CDATA[O deputado federal Eduardo Sciarra manifestou solidariedade aos cerca de 300 mil “brasiguaios” que residem no Paraguai, em sua maioria agricultores que vivem sob ameaças de desapropriação, sob o pretexto de duplicidade das titulações de terras, e de invasões por sem-terra. “A situação está atingindo níveis insuportáveis de violência e de injustiça contra estes brasileiros”, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O deputado federal Eduardo Sciarra manifestou solidariedade aos cerca de 300 mil “brasiguaios” que residem no Paraguai, em sua maioria agricultores que vivem sob ameaças de desapropriação, sob o pretexto de duplicidade das titulações de terras, e de invasões por sem-terra. “A situação está atingindo níveis insuportáveis de violência e de injustiça contra estes brasileiros”, disse.</p>
<p>“Era de se esperar que o governo paraguaio fosse mais ativo e cumprisse o compromisso assumido com a presidente Dilma em sua recente visita a Assunção com relação aos brasiguaios. Por outro lado, o governo brasileiro não pode abandonar estes brasileiros, mas agir com serenidade e firmeza exigindo do Paraguai o imediato cumprimento do que foi acertado”, avaliou Sciarra.</p>
<p>Na quarta-feira, os produtores colocaram 5 mil máquinas agrícolas nas estradas de três estados do país vizinho como forma de chamar a atenção dos dois governos.</p>
<p>O deputado Sciarra avalia, juntamente com as Comissões de Relações Exteriores e de Agricultura, quais as medidas a Câmara dos Deputados deverá propor para solucionar de vez a crise entre os agricultores brasileiros e os sem-terra paraguaios, inclusive a de verificar in loco a situação e de instar o governo brasileiro a exigir do Paraguai o cumprimento do que foi acertado. “Além das invasões, os brasiguaios estão sofrendo desapropriações autorizadas pela Justiça com base em alegada duplicidade dos títulos de terras”, destacou.</p>
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		<title>Sciarra debate problema dos aeroportos na Câmara Federal</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 13:29:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[AEROPORTO]]></category>
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		<description><![CDATA[O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, e o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, compareceram na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (01) em audiência pública para debater o planejamento dos aeroportos brasileiros para a Copa de 2014 e a política de concessões aeroportuárias para a iniciativa privada. Para Sciarra, autor do requerimento [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente da Infraero, Gustavo do Vale, e o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, compareceram na Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (01) em audiência pública para debater o planejamento dos aeroportos brasileiros para a Copa de 2014 e a política de concessões aeroportuárias para a iniciativa privada. Para Sciarra, autor do requerimento que solicitou a audiência, é lamentável que o governo não tenha tomado a iniciativa de fazer a concessão dos aeroportos antes.</p>
<p>”Vimos ao longo desse período, debates ideológicos que não levam a nada e a população brasileira, juntamente com nossa economia, acabaram sendo prejudicadas nessa situação”, disse Sciarra, que acredita que se o governo Lula já tivesse concessionado os aeroportos, o problema hoje não seria tão grande. A Infraero já anunciou a decisão de conceder à iniciativa privada os aeroportos de Guarulhos (SP), Viracopos (SP) e Brasília (DF). Ainda estão em estudo as concessões de Confins (MG) e do Galeão (RJ).</p>
<p>Cronograma</p>
<p>Sciarra apresentou durante a reunião o cronograma que a Infraero expôs aos parlamentares em novembro de 2009 sobre as obras de alguns aeroportos brasileiros. “Daquilo que nos foi apresentado em 2009 para a data de hoje, se avançou quase nada. Não me preocupa só a situação da Copa do Mundo, mas sim no sentido mais amplo da deficiência de infraestrutura do Brasil”, disse.</p>
<p>Pelo documento apresentado por Sciarra, as obras de ampliação dos pátios, drenagem e “taxiway” do Aeroporto Afonso Pena, em Curitiba, teriam início em junho de 2010 e com término previsto para março de 2011. “Estamos em maio e até agora nenhuma obra foi iniciada”, afirmou. Outro aeroporto que não cumpriu o prazo foi o Juscelino Kubitschek, em Brasília. O cronograma de então diz que, em setembro de 2011, estaria concluída a execução das obras de reforma do terminal de passageiros existente. Já a reforma e ampliação do terminal Sul de passageiros começaria em dezembro de 2010. Mas nenhuma dessas obras sequer começou. O presidente da Infraero afirmou que a intenção é que esse atraso no cronograma não ocorra novamente.</p>
<p>Terceira Pista do Afonso Pena</p>
<p>Durante a audiência pública, Sciarra afirmou que a grande demanda do aeroporto Afonso Pena é a construção da terceira pista, a ser utilizada inclusive para cargas. Mas Gustavo Pena ressaltou que essa obra não está prevista até 2014. “No último dia 25 de maio foi contratada a obra de reforma do Pátio. Ela se inicia imediatamente e deve estar pronta no ano que vem. Mas não temos a menor condição de construir a terceira pista agora”, afirmou o presidente da Infraero. Sciarra ainda alertou que a insuficiência do pátio do aeroporto Afonso Pena impede que as companhias aéreas programem para que as aeronaves pernoitem na capital paranaense para, no dia seguinte, voarem logo cedo, já que, por conta de problemas climáticos, as companhias não conseguem pousar em Curitiba, principalmente nessa época do ano. A Infraero vai investir na capital paranaense R$ 72,8 milhões para as obras da Copa de 2014. </p>
<p>Foz do Iguaçu</p>
<p>Outro problema no Paraná é o aeroporto de Foz do Iguaçu, que recebeu 1,155 milhão de passageiros em 2010. “É um aeroporto totalmente inadequado. Se formos comparar, em Ciudad del Este, no Paraguai, tem um aeroporto internacional com uma pista de 3.200 metros. A de Foz tem 2.195 metros e o terminal de passageiros é caótico, precisando urgentemente de melhorias”, afirmou Sciarra. Gustavo do Vale afirmou que a Infraero não tem um estudo para ampliar a pista de Foz. “Mas temos um projeto pronto de reforma integral do terminal. A obra se inicia no segundo semestre desse ano com previsão de terminar em 2012 e vai envolver um investimento de R$ 30 milhões”, afirmou.</p>
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