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	<title>Sciarra &#187; SEGURANÇA</title>
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	<description>Blog do Deputado Eduardo Sciarra</description>
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		<title>Dúvidas sobre o plano de segurança nas fronteiras</title>
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		<pubDate>Fri, 24 Jun 2011 13:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>

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		<description><![CDATA[Por Eduardo Sciarra*
Desde o meu primeiro ano na Câmara dos Deputados, em 2003, tenho debatido a questão da segurança nas fronteiras brasileiras, pois, de fato, é através delas que o contrabando e o tráfico de armas e drogas têm alimentado o crime organizado em nosso País. Ao longo desses anos, assistimos à proliferação da droga [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Eduardo Sciarra*</p>
<p>Desde o meu primeiro ano na Câmara dos Deputados, em 2003, tenho debatido a questão da segurança nas fronteiras brasileiras, pois, de fato, é através delas que o contrabando e o tráfico de armas e drogas têm alimentado o crime organizado em nosso País. Ao longo desses anos, assistimos à proliferação da droga e à desestruturação das famílias, e não foram desenvolvidas ações de governo para coibir essa verdadeira calamidade.</p>
<p>Na semana passada, foi lançado o Plano Estratégico de Fronteiras que, finalmente, abre a possibilidade de se colocar em prática a autorização dada pela Lei Complementar 117, de 2004, ao Exército, Marinha e Aeronáutica de atuarem em conjunto e sob o comando de outros órgãos de segurança no combate à violência na faixa de fronteira.</p>
<p>Com pelo menos seis anos de atraso, os Ministérios da Defesa e da Justiça assinaram protocolos de formalização de operações preventivas e repressivas dando mostras de que o governo pretende sair do imobilismo que, durante esse tempo perdido, só fez crescer a bandidagem na região. Essa área é delimitada pela faixa que se projeta 150 quilômetros adentro do país ao longo de quase 17 mil quilômetros. Nada mais, nada menos que 27% do território nacional, abrangendo 710 municípios de 11 estados.</p>
<p>É uma área considerável que, por questões de segurança nacional, merece a máxima atenção do Estado. Todos sabem que o contrabando, as drogas e os armamentos que abastecem as organizações criminosas entram pelas divisas com o Paraguai, Bolívia e Colômbia. Por ter sido relator na Câmara dos Deputados da Lei 117/2004 e possuir base eleitoral no Oeste do Paraná, considero-me um observador privilegiado da questão. Sob essa ótica, o lançamento do Plano Estratégico das Fronteiras demonstra os notórios esforços do governo em aplicar o que foi aprovado pelo Congresso Nacional.</p>
<p>O Palácio do Planalto chamou para si a responsabilidade pela execução do Plano encarregando o vice-presidente Michel Temer pelo comando-geral. Podemos entender assim que o assunto ganhou a merecida relevância na órbita do poder central. Foram assinados os protocolos que viabilizam, administrativa e juridicamente, as ações integradas das três forças militares com as demais forças federais de segurança. São elas a Polícia Rodoviária Federal, a Polícia Federal, a Secretaria Nacional de Segurança Pública e a Força Nacional de Segurança Pública. Nos Estados, os parceiros serão a Polícia Militar e a Polícia Civil.</p>
<p> Não resta dúvida de que, ao lançar mão do aparato jurídico legal dado pela Lei 117/2004, o governo avança nas intenções no combate efetivo da criminalidade nas fronteiras. De acordo com comunicado oficial, as operações pontuais – chamadas de Ágata – começam em cinco das 34 áreas já identificadas como de maior incidência de atividades criminosas. Estarão à disposição 5 mil militares.</p>
<p>O problema é que a segurança nas fronteiras sempre viveu de operações esparsas, pontuais, sem continuidade. Essa falta de uma ação policial mais efetiva permitiu que as quadrilhas tivessem liberdade para agir. A resposta a esse problema veio com o segundo eixo do Plano Estratégico de Fronteiras que estabelece o fortalecimento da Operação Sentinela, que tem caráter de vigilância permanente das fronteiras e que passa a contar com as forças militares.</p>
<p>O Paraná foi pioneiro nesse processo. No final de abril, o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, esteve no Paraná e lançou em Foz do Iguaçu o primeiro Gabinete de Gestão Integrada (GGI) dedicado exclusivamente à segurança pública em fronteira.</p>
<p>Os GGIs serão instrumentos de integração das forças de segurança municipais, estaduais e federais. Somente depois da intervenção do governador Beto Richa e do secretário de Segurança Pública do Paraná, Reinaldo de Almeida César, é que se decidiu pela criação do primeiro GGI de Fronteira no Paraná.</p>
<p>A única certeza é que, finalmente, o Governo Federal aponta no sentido das soluções que estão sendo discutidas pela sociedade há muito tempo. Segurança na fronteira tem que ser permanente, constante, com uso de inteligência e tecnologia, de satélites e armamento pesado, de tal sorte que os grupos criminosos sejam sufocados financeira e operacionalmente. É preciso ter investimento na contratação de pessoal, no aparelhamento das forças de segurança e especialmente no uso da inteligência. E tudo isso tem que ficar claro com segurança, com dinheiro garantido e com transparência. É isto o que nós esperamos e desejamos, que este seja um plano de sucesso para o Brasil enfrentar com a devida responsabilidade esse assunto que tem trazido tantos problemas para a nossa área de segurança.</p>
<p>* Eduardo Sciarra é deputado federal e coordenador da criação do PSD no Paraná.</p>
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		<title>Sciarra tem boas expectativas com Forças Armadas nas fronteiras</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jun 2011 12:21:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Relator na Câmara dos Deputados do projeto de Lei Complementar que autorizou em 2004 o uso das Forças Armadas na segurança das fronteiras brasileiras, o deputado federal Eduardo Sciarra afirmou, em pronunciamento nesta quinta-feira (09), em Brasília, que o Plano Estratégico de Fronteiras, lançado nesta semana pelo governo federal, poderá alterar “radicalmente o quadro de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Relator na Câmara dos Deputados do projeto de Lei Complementar que autorizou em 2004 o uso das Forças Armadas na segurança das fronteiras brasileiras, o deputado federal Eduardo Sciarra afirmou, em pronunciamento nesta quinta-feira (09), em Brasília, que o Plano Estratégico de Fronteiras, lançado nesta semana pelo governo federal, poderá alterar “radicalmente o quadro de abandono de nossas fronteiras”. Segundo ele, o imobilismo do governo desde a aprovação da Lei, nos últimos sete anos, “permitiu que toneladas de drogas, milhares de armas e milhões em contrabando inundassem as nossas cidades, elevando a violência a níveis insuportáveis”.</div>
<p>“Todos sabem que é por áreas sem fiscalização que dividem o Brasil do Paraguai, Bolívia e Colômbia que entram contrabando, armas e drogas que abastecem organizações criminosas espalhadas por todo o país”, disse. Ele lembrou que, em 2003, no primeiro ano de mandato como deputado federal, apresentou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) autorizando as Forças Armadas a atuarem nas fronteiras. Mas somente em 2004, como relator de outro projeto, conseguiu emplacar a ideia no Congresso Nacional. “Foi um enorme avanço legal, que infelizmente o governo federal desde então jamais implementou”, constatou.<br />
Em sua opinião, o anúncio do Plano Estratégico de Fronteiras acende a possibilidade de avanços na contenção na entrada de drogas, armas e contrabandos ao determinar ações conjuntas entre órgãos de segurança federais e estaduais. “Ele prevê não só a ação integrada entre os órgãos subordinados ao Ministério da Justiça – Polícia Federal, Força Nacional, Polícia Rodoviária Federal –, quanto dos órgãos da Defesa – Forças Armadas – que assinaram um acordo de cooperação, mas também as secretarias de segurança dos estados e municípios fronteiriços”, destacou.<br />
PARANÁ – O deputado lembrou ainda que o governador Beto Richa e o secretário de Segurança Pública, Reinaldo de Almeida Cesar, já tomaram ações no mesmo sentido, criando um gabinete de gestão e controle das fronteiras com o objetivo de otimizar o uso de recursos técnicos, financeiros e, especialmente, humanos. “Esta nova abordagem da questão da segurança vem trazendo resultados palpáveis e esperança aos cidadãos paranaenses”, assegurou. “Temos a expectativa que esta experiência de ação integrada possa ser bem aproveitada, em nível nacional, e que o Paraná tenha participação efetiva nesta luta de todos os brasileiros na defesa das nossas fronteiras”, concluiu.<br />
OPERAÇÕES – Sob coordenação do vice-presidente Michel Temer, o Plano Estratégico de Fronteiras prevê duas frentes de atuação: a Operação Ágata, sob a responsabilidade do Ministério da Defesa, com ações específicas, e a operação Sentinela, a cargo do Ministério da Justiça, com operações permanentes. Será criado ainda um Centro de Operações Conjuntas. “Segurança na fronteira tem que ser permanente, constante, com uso de inteligência e tecnologia, de satélites e armamento pesado, de tal sorte que os grupos criminosos sejam sufocados financeira e operacionalmente, como esperamos que irá ocorrer”, disse.</p>
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		<title>Combate ao crime</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Feb 2011 13:12:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;A vigilância das fronteiras deve ser atividade e obrigação permanente do Estado brasileiro. Atualmente, de tempos em tempos são feitas operações especiais que não conseguem desarticular as quadrilhas.&#8221;

Deu no Documento Reservado (09/02/11)         
Desde o primeiro mandato propondo ações para melhorar o combate ao crime [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;A vigilância das fronteiras deve ser atividade e obrigação permanente do Estado brasileiro. Atualmente, de tempos em tempos são feitas operações especiais que não conseguem desarticular as quadrilhas.&#8221;<br />
</strong><em><br />
Deu no Documento Reservado (09/02/11)         </p>
<p>Desde o primeiro mandato propondo ações para melhorar o combate ao crime nas regiões fronteiriças do Paraná, o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) considerou positiva a reunião realizada na última sexta-feira entre o governador Beto Richa e o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que apontou, inclusive, futuras ações para a fiscalização das fronteiras do Estado com outros países. Dentre os temas discutidos no encontro está o uso das Forças Armadas no combate ao tráfico de drogas e ao contrabando, proposta defendida por Sciarra há sete anos. “É uma medida que já contava com a base legal para ser implantada, mas que nunca foi adiante por falta de vontade política. Em 2004, relatei um projeto que permite a utilização as Forças Armadas em ações de prevenção, fiscalização e repressão nas faixas de fronteira terrestre e aquática. A medida foi transformada em norma jurídica, mas nunca foi levada a cabo de maneira efetiva,” afirmou. Mas, agora, Sciarra mostra muito otimismo com a realização da proposta. “Agora parece que essa iniciativa finalmente vai sair do papel com este pacto que está se desenhando entre o governo Beto Richa e o ministério da Justiça”, avaliou. </p>
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		<title>“Pacto de segurança pode combater tráfico nas fronteiras”, diz Sciarra</title>
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		<pubDate>Mon, 07 Feb 2011 12:38:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Desde o seu primeiro mandato propondo ações para melhorar o combate ao crime nas regiões fronteiriças do Paraná, o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) considerou positiva a reunião realizada nesta sexta-feira (04) entre o governador Beto Richa e o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que apontou futuras ações para a fiscalização das fronteiras do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Desde o seu primeiro mandato propondo ações para melhorar o combate ao crime nas regiões fronteiriças do Paraná, o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR) considerou positiva a reunião realizada nesta sexta-feira (04) entre o governador Beto Richa e o Ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, que apontou futuras ações para a fiscalização das fronteiras do Estado com outros países.<br />
Dentre as propostas discutidas está o uso das Forças Armadas no combate ao tráfico de drogas e ao contrabando. “É uma medida que já contava com a base legal para ser implantada, mas que nunca foi adiante por falta de vontade política.”, observou Sciarra. Em 2004 o deputado foi relator de um projeto que permite a utilização as Forças Armadas em ações de prevenção, fiscalização e repressão nas faixas de fronteira terrestre e aquática. A medida foi transformada em norma jurídica, mas nunca foi levada a cabo de maneira efetiva.<br />
“Agora parece que essa iniciativa finalmente vai sair do papel com este pacto que está se desenhando entre o governo Beto Richa e o ministério da Justiça”, avaliou o parlamentar.</p>
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		<title>Para Sciarra, uso das Forças Armadas nas fronteiras deve ser continuada</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 16:24:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor1</dc:creator>
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		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>

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		<description><![CDATA[“Se as fronteiras brasileiras estivessem sendo patrulhadas há mais tempo com o auxílio das Forças Armadas, talvez o poder do crime organizado não tivesse chegado neste patamar”, afirmou o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR).
No ano de 2004 o democrata foi relator de uma proposta que autorizava o uso do Exército, da Marinha e da Aeronáutica em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>“Se as fronteiras brasileiras estivessem sendo patrulhadas há mais tempo com o auxílio das Forças Armadas, talvez o poder do crime organizado não tivesse chegado neste patamar”, afirmou o deputado federal Eduardo Sciarra (DEM/PR).<br />
No ano de 2004 o democrata foi relator de uma proposta que autorizava o uso do Exército, da Marinha e da Aeronáutica em ações de fiscalização e repressão nas regiões de fronteira. A medida foi transformada em norma jurídica, fornecendo a base legal necessária para o executivo federal empreender ações neste sentido. “Infelizmente nunca houve vontade política nem investimentos do governo federal para mobilizar estas ações.”, lamentou o parlamentar.<br />
Na semana passada, o policiamento nas fronteiras do Brasil com o Paraguai e com a Bolívia recebeu o apoio da Força Nacional de Segurança para impedir a fuga de traficantes para outros países e a entrada de drogas e de armas. “Para quebrar a espinha dorsal do tráfico, é necessário que estas ações sejam continuadas, impedindo a entrada de drogas e minando assim os ganhos econômicos dos criminosos”, avaliou.</p>
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		<title>Com poder de polícia, Forças Armadas ampliam suas ações na área fronteiriça</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Sep 2010 17:14:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
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		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;Os brasileiros, especialmente, os do Oeste Paranaense, não podem mais ficar à mercês de tanto banditismo e crime organizado. A ação agora tem que ser permanente para ter resultados práticos.&#8221;

Deu no O Paraná (05/09/10)

Com poder de polícia, Forças Armadas ampliam suas ações na área fronteiriça

Oeste paranaense será palco de grande volume de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;Os brasileiros, especialmente, os do Oeste Paranaense, não podem mais ficar à mercês de tanto banditismo e crime organizado. A ação agora tem que ser permanente para ter resultados práticos.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu no O Paraná (05/09/10)<br />
</em><br />
<strong>Com poder de polícia, Forças Armadas ampliam suas ações na área fronteiriça<br />
</strong><br />
Oeste paranaense será palco de grande volume de atividades contra tráfico de drogas, armas e contrabando</p>
<p>Cascavel &#8211; Desde o último dia 25, quando foi sancionada a Lei Complementar 10/2010, as Forças Armadas têm poder de polícia na faixa de fronteira – 150 quilômetros a partir do limite territorial com outros países. O Oeste do Paraná é a região do Brasil de maior aplicação da lei, pois é onde mais ocorrem os ilícitos que poderão ser combatidos por pelo Exército, Marinha e Aeronáutica.</p>
<p>As três forças agora podem atuar contra crimes ambientais e transnacionais como o tráfico de drogas, munições e armas e o contrabando. Os militares poderão fazer patrulhamento, revistar pessoas, aeronaves, embarcações e veículos e efetuar prisões em flagrante delito. “Aqui, no Oeste do Paraná, é onde mais colocamos em prática essa lei porque é onde mais há ingresso de ilícitos transnacionais”, reforça o general Ajax Porto Pinheiro, comandante da 15ª Brigada de Infantaria Motorizada, que tem responsabilidade por toda a área de fronteira do Paraná.</p>
<p>O general observa que o Exército já tinha o chamado poder de polícia desde 2004, mas agora foi estendido à Marinha e à Força Aérea. “A partir de agora, a Marinha pode atuar em águas interiores, qualquer rio ou lago, mesmo fora da faixa de fronteira. Já a Força Aérea pode revistar e fazer flagrantes em aeronaves suspeitas, antes ela apenas determinava o pouso e acionava a polícia judiciária para efetuar o restante do trabalho, muitas vezes os suspeitos fugiam até a chegada dos policiais”, esclarece. </p>
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		<title>A insegurança nasce aqui</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Sep 2010 14:29:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[CASCAVEL]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:

&#8220;A vigilância permanente da fronteira, e não apenas operações, é que desarticulará financeiramente as quadrilhas. O governo federal e estadual devem liderar um combate sem tréguas contra todas as formas de violência: drogas, armas, roubos. A população hoje sente-se desprotegida. Com uma ação coordenada dos órgãos públicos, envolvendo Polícia Federal, Forças Armadas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:<br />
</em><br />
<strong>&#8220;A vigilância permanente da fronteira, e não apenas operações, é que desarticulará financeiramente as quadrilhas. O governo federal e estadual devem liderar um combate sem tréguas contra todas as formas de violência: drogas, armas, roubos. A população hoje sente-se desprotegida. Com uma ação coordenada dos órgãos públicos, envolvendo Polícia Federal, Forças Armadas e demais forças públicas, o povo ajudará nesta luta.&#8221;<br />
</strong><em><br />
<em>Deu na Gazeta do Povo (03/09/10)<br />
</em><br />
<strong> A insegurança nasce aqui<br />
</strong><br />
Uma das regiões mais ricas do estado, o Oeste não consegue distribuir renda e convive com o contrabando e o tráfico de drogas</p>
<p>elipe é o nome fictício de um gaúcho de 31 anos, casado e com dois filhos, um “freteiro” do contrabando na Região Oeste do Paraná. Sua missão é pegar mercadorias em favelas de Foz do Iguaçu – atravessadas ilegalmente pelo Rio Paraná, na fronteira com o Para guai – e levá-las para Cascavel, Curitiba ou São Paulo. Marcos Pierre Carvalho é o nome real de um mineiro de 34 anos, 15 vividos como policial e quatro deles nas rodovias da região de Foz. A missão: combater o trabalho de milhares de pessoas como Felipe, que atuam para abastecer o restante do país com produtos livres de impostos ou falsificados – e, nos casos mais graves, drogas e armas.</p>
<p>Os dois são os lados opostos de uma briga de gato e rato travada pelo setor público contra a informalidade e o crime. Essa briga é travada há décadas no Oeste do estado – e, por enquanto, com clara vantagem para os roedores. Apesar do esforço das autoridades, a fronteira com o Paraguai é a principal porta de entrada de maconha e contrabando no Brasil. Tanto a Organização das Nações Unidas (ONU) como um moleque de 5 anos em Foz sabem como e por onde acontece o comércio ilegal, mas ninguém conseguiu pará-lo.</p>
<p>Pierre fala com orgulho do seu trabalho. Não é para menos. Desde o início do ano já foram retiradas de circulação 30 toneladas de maconha na região de Foz, bem acima das 9 toneladas de 2009. O contrabando retido nas estradas soma mais de US$ 6 milhões – em todo o ano passado, foram US$ 9,3 milhões. O número de carros roubados recuperados também deve superar o do ano passado: até julho foram 130 veículos, contra 204 no ano anterior. Esses números são só da Polícia Rodoviária Federal (PRF) – há ainda as estatísticas da Polícia Federal, da Receita Federal e das polícias Civil e Militar. “Cada apreensão é um prazer imenso. Quando apreendemos um quilo de maconha nem vai mais para a imprensa. Fui policial civil em Minas Gerais e sei quantas mortes podem acontecer em volta dessa maconha”, diz Pierre, recentemente promovido a Inspetor Operacional da PRF.</p>
<p>O pano de fundo desse problema são os baixos salários do trabalho formal e a falta de oportunidades. Os paraguaios plantam maconha porque ela é mais rentável que a soja, por exemplo. Como freiteiro do contrabando, Felipe ganha até R$ 8 mil por mês, dez vezes mais que os R$ 800 que recebia como açougueiro, há seis anos. “Não consegui juntar nenhum patrimônio até hoje. Você ganha bem, mas do jeito que ganha, perde muito”, conta Felipe.</p>
<p>O contrabandista já perdeu mais de dez carros carregados de produtos. Foi preso duas vezes, responde a um processo criminal e paga a condenação de outro com serviços comunitários. Na maioria das vezes, Felipe abandona o carro com a mercadoria assim que os policiais ameaçam pará-lo ou iniciam uma perseguição pelas estradas rurais. O prejuízo é o que menos assusta o freteiro. Ele teme mesmo deixar a família desamparada. “Já perdi dois colegas de profissão em acidentes durante perseguições.”</p>
<p>Riqueza</p>
<p>O crime organizado encontrou espaço para se estruturar, crescer e se tornar um dos maiores empregadores em Foz, cidade localizada em uma região com enorme potencial turístico por causa das Cataratas do Iguaçu, do Parque Nacional, da Tríplice Fronteira e da Usina de Itaipu. Além disso, está na terceira região mais rica do Paraná, atrás apenas de Curitiba e o Norte do estado. “Uma moderna base produtiva agropecuária tem sido capaz de compatibilizar uma agricultura pautada em mão de obra familiar e um alto desempenho produtivo. Essa mesorregião ocupa o primeiro lugar no ranking estadual de vários dos principais produtos da pauta paranaense, a exemplo de soja, milho, aves, suínos e leite”, resume o trecho de um estudo regional do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes).</p>
<p>Toda essa riqueza não tem sido suficiente para evitar que o contrabando e o crime organizado se espalhem por cidades como Guaíra e pelos municípios à beira dos 170 km do Lago de Itaipu, que fazem divisa com o Paraguai. “O clima é de intranquilidade. As pessoas acabam deixando de fazer coisas”, afirma o coordenador Khaled Nakka, da Coor denadoria das As sociações Co merciais e Empresariais do Oeste do Paraná (Caciopar), sobre a crescente violência na região.</p>
<p>Duas das três principais de mandas da população da região são relacionadas ao tráfico e ao contrabando, segundo levantamento do Instituto Paraná Pesqui sas feito com exclusividade para a Gazeta do Povo. O item “segurança pública” foi citado por 49% dos entrevistados, seguido de “saúde” com 47%, e drogas, com 23%.</p>
<p>Uma política eficiente de repressão, aliada à criação de novas oportunidades de emprego, é um dos principais desafios para que o tráfico e contrabando não cresçam ainda mais nas cidades ao longo da fronteira com o Paraguai. “O sonho é dobrar o efetivo que tenho hoje”, revela Pierre. “Intenção de sair [do crime] eu tenho, mas é difícil. Assalariado, eu não tiro o que ganho aqui”, lamenta Felipe. </p>
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		<title>Militares terão mais poder nas fronteiras</title>
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		<pubDate>Thu, 05 Aug 2010 18:02:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Deu no Jornal]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>

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		<description><![CDATA[Comentário do deputado Sciarra:
&#8220;Desde a sanção da Lei Complementar 117/2004, da qual fui  relator em plenário da Câmara, as Forças Armadas já podiam estar  engajadas na luta contra o crime organizado na fronteira. Esta lei,  aprovada ontem, dará agilidade e mais poder à atuação das Forças  Armadas. Mas, além de leis, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Comentário do deputado Sciarra:</em></p>
<p><em><strong>&#8220;Desde a sanção da Lei Complementar 117/2004, da qual fui  relator em plenário da Câmara, as Forças Armadas já podiam estar  engajadas na luta contra o crime organizado na fronteira. Esta lei,  aprovada ontem, dará agilidade e mais poder à atuação das Forças  Armadas. Mas, além de leis, é hora de mais ação.  É preciso que haja  engajamento efetivo e permanente na defesa de nossa fronteira para  desarticular e estrangular as quadrilhas e não apenas &#8220;operação&#8221;  temporária.&#8221;</strong></em></p>
<p>Deu na Gazeta do Povo (05/08/10)</p>
<p><strong>Militares terão mais poder nas fronteiras</strong></p>
<p>Com aprovação de projeto, Exército, Marinha e Aeronáutica passam a exercer funções restritas à Polícia Federal. Crimes ambientais e de tráfico poderão ser autuados por oficiais</p>
<p>O Senado aprovou ontem um projeto de lei que dará mais poder às Forças Armadas nas fronteiras brasileiras. O texto, que teve origem no Poder Executivo, permite ao Exército, à Marinha e à Aeronáu­tica fazer patrulhamento dos limites territoriais, revista de pessoas e efetuar prisões em flagrante – atividades até agora exercidas apenas pela Polícia Federal.</p>
<p>Com isso, na prática, os militares poderão agir no combate a delitos transfronteiriços, como tráfico de drogas, e crimes ambientais, como desmatamento e tráfico de animais silvestres. A lei prevê ainda que os militares podem agir “independente da posse, da propriedade e da finalidade” da área que fizerem o patrulhamento, em uma referência às terras indígenas.</p>
<p>Além disso, a nova lei, que segue para sanção presidencial, também transmite para o ministro da Defesa a tarefa de indicar os comandantes das três forças, embora mantenha a nomeação como prerrogativa do presidente da República.</p>
<p>O projeto cria o Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, que será chefiado por um oficial-general de último posto e terá a participação dos chefes dos estados-maiores das três forças. Segundo a Agência Brasil, esse novo organismo será subordinado diretamente ao ministro da Defesa. Segundo o projeto, o Esta­do-Maior Conjunto das Forças Armadas “construirá as iniciativas que deem realidade prática à tese da unificação doutrinária, estratégica e operacional e contará com estrutura permanente que lhe permita cumprir sua tarefa”.</p>
<p>O objetivo é unificar as operações das Forças Armadas, de modo a seguir as diretrizes previstas na Estratégia Nacional de Defesa. O projeto foi aprovado sem alteração pelo Senado.</p>
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		<title>Câmara dos Deputados aprova PEC 300</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Jul 2010 17:58:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>

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		<description><![CDATA[A Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno a proposta de Emenda à Constituição que cria um piso nacional para os policiais civis e militares e bombeiros dos estados (PEC 300) nesta terça-feira (6). De acordo com o deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR), que votou a favor da PEC, foi feito um acordo com as lideranças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Câmara dos Deputados aprovou em primeiro turno a proposta de Emenda à Constituição que cria um piso nacional para os policiais civis e militares e bombeiros dos estados (PEC 300) nesta terça-feira (6). De acordo com o deputado Eduardo Sciarra (DEM-PR), que votou a favor da PEC, foi feito um acordo com as lideranças dos policiais para aprovar a proposta e mudou-se o texto original, por meio de uma emenda aglutinativa.</p>
<p>De acordo com o que foi aprovado, uma lei federal vai definir o piso da categoria, que passará a receber na forma de subsídio. A mesma lei vai criar um fundo destinado a ajudar os estados a cumprir o novo piso dos policiais. A lei também vai definir o prazo de duração desse fundo.</p>
<p>“Os policiais e bombeiros estavam cansados de serem enrolados pelo governo, por isso aceitaram o acordo. Não era exatamente o que a categoria queria, mas foi um avanço”, afirmou Sciarra. Quando a emenda constitucional for promulgada, o Executivo terá 180 dias para enviar o projeto dessa lei ao Congresso Nacional.</p>
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		<title>Sciarra condena proposta do governo sobre presídio</title>
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		<pubDate>Fri, 25 Jun 2010 18:12:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>editor2</dc:creator>
				<category><![CDATA[Matéria]]></category>
		<category><![CDATA[PARANÁ]]></category>
		<category><![CDATA[SEGURANÇA]]></category>

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		<description><![CDATA[A intenção do governo do Paraná de transformar o Centro de Ensino e Pesquisa em Agroecologia de Santa Tereza do Oeste em colônia penal agrícola para condenados em regime semiaberto tem a total reprovação do deputado Eduardo Sciarra. O referido centro tem 123 hectares e está localizado na área onde funcionava o antigo centro experimental [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A intenção do governo do Paraná de transformar o Centro de Ensino e Pesquisa em Agroecologia de Santa Tereza do Oeste em colônia penal agrícola para condenados em regime semiaberto tem a total reprovação do deputado Eduardo Sciarra. O referido centro tem 123 hectares e está localizado na área onde funcionava o antigo centro experimental da Syngenta, local de um conflito com duas mortes durante invasão promovida pelo movimento sem-terra.</p>
<p>“Não tem cabimento. O Oeste paranaense já está dando sua contribuição ao sistema carcerário hospedando uma penitenciária federal e inúmeros presídios estaduais, que abrigam condenados de vários estados brasileiros”, protesta Sciarra. “O que precisa ser feito é criar as condições necessárias para que no local funcione um centro de pesquisas à altura da excelência da agricultura do Paraná, conforme prometido anteriormente”, assinala.</p>
<p>Sciarra lembra que o Centro de Ensino e Pesquisa em Agroecologia está estabelecido numa área que deixou de ser um centro de excelência em pesquisa agrícola por culpa deste mesmo governo. “A era Requião foi marcada por sistemático desrespeito à propriedade privada e incentivo às invasões de terra e o resultado aí está, o que era centro de pesquisa vai virar penitenciária”, conclui.</p>
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